FRASE DO DIA

É hora de mudar radicalmente, erradicar as cadeias, reconstruí-las sob novas bases e cumprir a lei de progressão, acabar com as prisões provisórias e as preventivas ilegais e abusivas.

(José Dirceu)

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O deputado estadual Wellington do Curso (PP) apresentou, nesta segunda-feira (23), proposições na Assembleia Legislativa do Maranhão solicitando a retomada das obras do estádio Nhozinho Santos, interditado desde 2015 pelo Ministério Público. Ao fundamentar, o deputado Wellington destacou inúmeras denúncias feitas pela população, especificamente de torcedores, quanto ao abandono do estádio, a lentidão das obras e mencionou os vários campeonatos previstos para o início de 2017.

“Em 2017, o Maranhão será palco de várias competições esportivas. No dia 21 de janeiro, por exemplo, começou o Campeonato maranhense com o jogo do Sampaio e Santa Quitéria. Além desse, há ainda a Copa do Nordeste, Copa do Brasil e campeonato brasileiro. No dia 07 de abril de 2016, nós cobramos a retomada das obras, mas ao que parece, nada ou quase nada foi feito. Esse estádio foi interditado desde 2015 e fica o questionamento: quando reinaugurará? Quem passa em frente ao Nhozinho vê apenas um espaço abandonado. O que eu trago aqui não é uma constatação minha, mas sim denúncias e reclamações de torcedores, da população. Teremos várias competições e, lamentavelmente, apenas o Castelão receberá as partidas de futebol.”, disse Wellington.

Ainda sobre a denúncia, o deputado Wellington afirmou que, caso a Prefeitura não se posicione, levará a questão para debate junto às Comissões de Desporto e de Obras da Assembleia Legislativa.

“Durante a propaganda eleitoral, o prefeito reeleito de São Luís garantiu que entregaria o estádio pronto. Então, 2017 já chegou e, com ele, as várias competições. Infelizmente, o que vemos é apenas o Castelão tendo que suportar sozinho toda a demanda de jogos. Se a Prefeitura não se posicionar, iremos cobrar a discussão por parte das Comissões de Desporto e, ainda, de Obras na Assembleia.“, afirmou.

As indicações do deputado Wellington devem ser encaminhadas ao Prefeito Edivaldo Holanda Júnior e, ainda, ao Governador do Estado solicitando que, através da Secretaria de Esporte e Lazer, avalie a possibilidade de estabelecer parceria com a Prefeitura objetivando a conclusão das obras.


O juiz da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis, Raffaele Felice Pirro, decretou sigilo das investigações sobre a queda do avião que levava o ministro do STF Teori Zavascki e mais quatro pessoas; decisão foi tomada nesta segunda-feira 23; aeronave, que era do empresário Carlos Alberto Filgueiras, que também morreu no desastre, saiu do Campo de Marte, em São Paulo, e caiu próximo a Paraty, no Rio de Janeiro, na última quinta-feira 19; relator da Lava Jato no Supremo, a poucos dias de homologar os acordos de delação premiada da Odebrecht, que envolveriam cerca de 150 nomes da política, o ministro Teori vinha recebendo ameaças; vídeo do canal Notícias Comentadas

Brasil 247

O juiz da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis, Raffaele Felice Pirro, decretou nesta segunda-feira 23 o sigilo das investigações sobre a queda do avião que levava o ministro do STF Teori Zavascki e mais quatro pessoas. Nesta semana, os investigadores tomarão os depoimentos de testemunhas do acidente.

A procuradora do Ministério Público Federal (MPF) Cristina Nascimento de Melo solicitou à Agência de Aviação Civil (Anac) e a Aeronáutica os documentos relativos à manutenção do avião e as gravações das conversas entre o piloto e a torre de controle. O gravador já foi encontrado no mar, entre as peças do avião.

De acordo com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a caixa-preta do avião ficou avariada no acidente. Mas como é altamente protegida, a expectativa é que as gravações das conversas tenham sido preservadas.

A aeronave, que era do empresário Carlos Alberto Filgueiras, que também morreu no desastre, saiu do Campo de Marte, em São Paulo, e caiu próximo a Paraty, no Rio de Janeiro, na última quinta-feira 19.

Relator da Lava Jato no Supremo, e a poucos dias de homologar os acordos de delação premiada da Odebrecht, que envolveriam cerca de 150 nomes da política, inclusive o de Michel Temer, o ministro Teori vinha recebendo ameaças.

Vídeo do canal Notícias Comentadas.


No projeto defendido pelo senador não haverá um tostão de dinheiro público para despoluir a Lagoa da Jansen, cuja tecnologia é à base de produto 100% orgânico.

O senador Roberto Rocha (PSB) é um político que não se preocupa apenas com obras de “impactos”, aquelas eleitoralmente sedutoras, por assim dizer.

Coisas como asfalto, poços, estradas, pontes, quadras poliesportivas etc são fundamentais e via de regra é o que dá voto. Ponto!

Ocorre que a sociedade não vive só de cimento, tijolos e breu. Há muito mais coisas tão importante para o povo quanto obras de engenharia. E aí que Roberto faz a diferença.

Os rios maranhenses e a Lagoa da Jansen

O senador maranhense sempre foi um entusiasta com as questões que envolvem o meio ambiente, não por acaso foi presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados quando, inclusive, representou o parlamento brasileiro na COP 15/MOP 5 que reuniu um público sem precedentes na história das conferências internacionais com a presença de cerca de 115 líderes mundiais e mais de 40.000 pessoas representando governos, organizações não governamentais, imprensa, entre outros, em Copenhague, capital da Dinamarca.

É com esse acumulo na área ambiental, que Roberto Rocha está focado em duas ações fantásticas a partir do seu mandato neste ano de 2017: O seminário sobre revitalização dos rios maranhenses, incluindo os da capital; e o projeto de despoluição da Lagoa Jansen.

O seminário está previsto para acontecer no dia 22 de março, data em que é comemorado o Dia Internacional da Água. O evento deverá contar, além de várias instituições públicas, privadas, sociedade civil organizada e especialistas no tema, com a presença do presidente Michel Temer.

Já o projeto de despoluição da Lagoa da Jansen visa oferecer, de uma vez por todas, uma solução viável, eficaz e sustentável para devolver à população de São Luis esse que é um dos cartões postais mais belos da nossa cidade.

Milhões em recursos públicos já foram “afogados” na Lagoa da Jansen e a situação é a mesma se não pior do que antes. Aliás, além de “afogado”, muito recurso do erário ainda vem sendo “embolsado” sob justificativa de recuperação da nossa lagoa.

No caso do projeto do senador Roberto Rocha, não haverá um tostão de dinheiro público para despoluir a Lagoa da Jansen, cuja tecnologia sequer usará produtos químicos como alguns blogs andaram publicando, por falta de conhecimento, ou por má-fé mesmo.

A tecnologia, de origem americana, é totalmente orgânica.

Um amostra da água da Lagoa da Jansen antes e depois da aplicação do produto orgânico americano.

Para conhecer o processo, assista ao vídeo abaixo e confira os resultados impressionantes de despoluição de amostra da água suja da Lagoa da Jansen.

Imagem de Amostra do You Tube


Não precisa, claro, concordar com o médico psiquiatra Marcelo Caixeta. Aliás, ele pode até sustentar suas teses motivado a partir de pressupostos pessimistas da humanidade, mas vale a apena a leitura e debate em torno dos seu artigo, que o Blog do Robert Lobato reproduz abaixo, sobre tema que ganha cada vez mais a importância já que, direta ou indiretamente, tem a ver com todos nós: a questão da segurança e do sistema prisional brasileiro.

Confira e comente.

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Irrecuperáveis: grande parte dos presidiários envolvidos nas chacinas gosta de matar, morrer e brigar

por Marcelo Ferreira Caixeta* (artigo publicado originalmente no Facebook do autor).

“Esse povo das gangues intra-penitenciária tem “prazer em brigar”, tem “prazer em matar”, e isso nossa “sociedade da psicologia”, dos “direitos humanos”, não quer aceitar”

Quem não aprendeu trabalhar não tem solução.

Uma análise psiquiátrica-forense.

Vou aqui repassar minha experiência de 35 anos em unidades psiquiátricas-forenses hospitalares.

Minha tese é de que , para deter as rebeliões/chacinas nos presídios, de nada adiantará “políticas de direitos humanos”, “recursos e mais recursos”, “comissões”, ou seja, o “blábláblá” de sempre… Atualmente dirijo uma unidade hospitalar psiquiátrica-forense destas, voltada para adolescentes. Tenho especialização em psiquiatria criminal ( forense ) e em psiquiatria do adolescente, pela Universidade de Paris.

Existe uma ciência chamada “etologia” que estuda o comportamento e desenvolvimento comportamental animal. Faz parte da biologia. A biologia mostra que, se você tampar os olhos de um gatinho, logo depois que ele nasce, por um pequeno período de tempo, depois, mesmo se você destampar os olhos dele, ele não vai voltar a enxergar, as células do cérebro dele responsáveis pela visão já “morreram”, não se desenvolvem mais. São os chamados “developmental tender points”, ou “pontos sensíveis do desenvolvimento”. Uma vez ultrapassados, não há mais volta…

Na psicologia infantil-juvenil há a mesma coisa : se você não aplicar a disciplina amorosa e o senso de responsabilidade/dever/trabalho, numa determinada fase, depois não se conserta mais. Isso está acontecendo com a juventude de hoje : não recebem disciplina, ocupação, responsabilidade, dever, na época certa. Não aprendem a trabalhar. Depois só irão “curtir os prazeres da vida”, não terão aprendido o “prazer do trabalho”. Irão transformar-se em animais, viver para o prazer das drogas, comida, sexo, o prazer da agressividade, lutas, guerras, etc. Isto é um problema da sociedade ocidental atual, que vive de “passar a mão na cabeça” da molecada, “a psicóloga disse que não pode bater”. Criança precisa, sim, ser contrariada, se necessário, precisa, sim, levar palmada. Não pode se julgar a dona do mundo, melhor do que todos, dona do próprio nariz, a “rainha do pedaço”, o “reizinho que tem de ser satisfeito em tudo”. O amor disciplinado tem de contrariar, tem de castrar. Na época certa tem de dar a tarefa, a responsabilidade, o estudo, o trabalho. Isso, na família de antigamente, ficava muito a cargo do pai. Mas a “função paterna”, hoje em dia , foi destruída, foi anulada. Colocaram a “psicologia” , os “direitos humanos”, os “meus direitos”, o prazer, as “garantias do Governo”, no seu lugar…

Resultado : depois que a pessoa não aprendeu a trabalhar, “ babau”… Não aprende mais; vai querer curtir a vida com outras coisas, que não o prazer da realização , do trabalho, da “coisa-bem-feita”. Vai ter prazer só nas coisas “biológicas”, inclusive na luta. Esse povo das gangues intra-penitenciária tem “prazer em brigar”, tem “prazer em matar”, e isso nossa “sociedade da psicologia”, dos “direitos humanos”, não quer aceitar. Eles estão superfelizes, estão se esbaldando, de tanto guerrear, matar, trucidar, esquartejar. É o prazer deles. Um prazer tanto maior porque turbinado, além dos fatores psicossociais acima, pela lesão cerebral produzida pelas drogas e pelas disfunções cerebrais produzidas pelas genéticas das quais muitos são portadores : hiperatividade, transtorno bipolar, distúrbio de personalidade psicopática, alterações cerebrolesionais do comportamento ( “impulsividade/agressividade orgânica”), etc. Então, com doença, com droga, com toda uma deformação social, psicológica, familiar, são praticamente incuráveis. Se há incurabilidade, têm, sim , de ficarem fechados, pois a sociedade precisa de paz para viver e trabalhar. Mas, mais uma vez, as políticas governamentais vão é na contramão disso tudo : “vamos soltar eles, gente”, “50% está preso injustamente”, “são criminosos de crimes pequenos”, etc.

Olhem, vou dizer pra vocês , após 35 anos lidando com esta população, nunca eu vi um “preso injustamente”, nunca vi um “anjinho na cadeia”. Pelo contrário, quando são presos é porque já é tarde demais, já cometeram crimes demais… Se nossa população carcerária cresce não é por causa de “falta de direitos humanos”, pelo contrário. Ela cresce porque o Brasil é o país mais permissivo , mais frouxo, do mundo, mais libertino do mundo, mais “pode-fazer-o-que-quiser” do mundo, mais sem regras e sem obediência do mundo . É claro que vai ter muito crime mesmo, muito homicídio, muita prisão …

Aqui pode tudo, esse povo faz de tudo, e quando é preso aí vem reclamar da “falta de liberdade”. Solução prá esse povo ? É reclusão mesmo, senão a sociedade não tem paz, como agora não vem tendo… É claro, que, ao meu ver, não é apenas “recluir por recluir”. No meu entender, prisões deveriam ser hospitais psiquiátricos, com tratamento, ocupação, psicoterapia, medicação que se fizer necessária. Avaliações periódicas para ver se há melhora. Se não há melhora, que continuem presos. Antes eles do que nós.

* Médico Psiquiatra


Prefeitura de inicia reforma da Cozinha Escola e implanta o “Juventude na Praça”

O último sábado (21) foi marcado por muito trabalho em São José de Ribamar. No outeiro, logo pela manhã, começaram os serviços de reforma da Cozinha Escola e na Praça da Juventude, no Jardim Araçagi, várias ações nas áreas da cultura, esporte, lazer, saúde e assistência social se estenderam durante todo o dia na primeira edição do “Juventude na Praça”. O projeto é coordenado pela Secretaria da Juventude, em parceria com as demais secretarias envolvidas.

Como já é praxe na sua vida pública, em todos os cargos que exerceu, o prefeito Luis Fernando Silva (PSDB) assinou a ordem de serviço da reforma da Cozinha Escola já com a empresa trabalhando na obra. Ele lembrou que no dia seguinte à posse esteve no prédio vistoriando os serviços e se deparou com desagradáveis surpresas: “O restaurante não estava funcionando. Com esgoto entupido, não se fazia diferença de água potável e fezes escorrendo. Não só o fogão, mas todos os utensílios estavam comidos por ferrugem e cupins”.

Acompanhado de secretários, de alguns vereadores e de uma equipe de filmagem que registrou toda a destruição encontrada, o prefeito determinou a imediata reforma do restaurante. Inaugurado em 2009, período em que ele era prefeito do município, a Cozinha Escola foi um projeto que chegou a ser reconhecido como modelo para o país, por meio do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

“São várias políticas públicas envolvidas. Garante alimentação para famílias carentes, indicadas pelos CRAS, contempla a capacitação profissional, além de beneficiar mais duas categorias de grande importância: os agricultores e pescadores artesanais, que fornecem diretamente os alimentos in natura para que as refeições”, disse o prefeito, que acrescentou que na sua época os referidos produtores “recebiam em dia e mais uma vez terão de volta a regularidade nos pagamentos pelos produtos fornecidos”.

Orçada em R$ 56.771,86 a obra iniciada neste sábado consiste na recuperação ou reforma das instalações elétrica, hidráulica e sanitária, esquadrias, revestimento de piso e paredes, cobertura, pintura e proteção contra incêndio e pânico. Em 30 dias, uma nova cozinha escola será entregue à população, com uma alimentação de qualidade e com capacitação eficiente em benefício da mão de obra gastronômica ribamarense.

Juventude na Praça

Após assinar a ordem de serviço na Cozinha Escola, acompanhado do vice-prefeito Eudes Sampaio (PTB), de vereadores e secretários, o prefeito Luis Fernando visitou as ações do projeto “Juventude na Praça”, desenvolvido no Jardim Araçagi. Além de ações de limpeza e restauração da iluminação pública na praça, a comunidade da região foi contemplada por várias ações culturais, de esporte e de lazer durante todo o sábado. Distribuição de mudas de árvores frutíferas, campanha de conscientização para a prevenção das DST’s e prática de grafitagem foram algumas das atividades do dia.

A Secretaria Municipal de Saúde apoiou o evento com atividades inerentes à vigilância epidemiológica envolvendo distribuição de preservativos, panfletagem com distribuição de folder da dengue, Zika vírus e chikungunya; visita dos agentes de combate às endemias; vacinação antirrábica e atualização da caderneta de vacina, ofertando à comunidade as vacinas antitetânicas, contra hepatite B, Febre Amarela e HPV. A ação também contou com o trabalho de enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, agentes de endemias e técnicos da vigilância.

“Essa já está sendo a dinâmica da nova administração: muito trabalho durante todos os dias da semana. Além da importância dos serviços oferecidos, a presença do governo nas comunidades é uma forma de aproximar ainda mais o cidadão do poder público”, arrematou o vice-prefeito Eudes Sampaio.


Em recente entrevista à Rádio Educadora, o deputado petista já havia dado o recado de que o PT vai colocar na mesa de negociação um lugar de destaque na chapa majoritária liderada pelo governador Flávio Dino, seja na condição de vice ou de senador.

O deputado estadual Zé Inácio participou, neste domingo, no município de Pedreiras, de um encontro de militantes e dirigentes do PT para debater sobre a conjuntura política nacional e estadual; fazer uma balanço dos governos Lula e Dilma; e mobilizar a militância para fortalecimento e organização do partido no estado.

Candidato a presidente estadual do PT, Zé Inácio afirmou que o partido está disposto é enfrentar, se for preciso, até o PCdoB para garantir o protagonismo da sigla nas eleições de 2018.

Segundo o blogueiro Carlinhos Filho, editor do blog que leva o seu nome, e um dos mais acessados da Região do Mearim, Zé Inácio teria afirmado:

“Vamos para o enfrentamento até com o PCdoB nas próximas eleições. Flávio Dino já tem  o PT com aliado e não tem que dizer mais nada pro PT e o importante pra ele  é buscar apoio de outros partidos, mas as coisas não são bem assim,  não. O PT quer ser protagonista nas próximas eleições e não ficar atrelado e submisso a nenhum governo”.

Em recente entrevista à Rádio Educadora, no programa ancorado por André Martins, o deputado petista já havia dado o recado de que o PT vai colocar na mesa de negociação um lugar de destaque na chapa majoritária liderada pelo governador Flávio Dino, seja na condição de vice ou de senador.

O próprio deputado é um dos nomes do partido cotado para uma dessas posições.

Mas isso é assunto para outra postagem…

 


Contraditório, Donald Trump, o presidente nacionalista e xenófobo, trava uma verdadeira “guerra civil” interna com o Donald Trump empreendedor, fiel à crença americana do self-made man e de valorização dos direitos individuais do povo norte-americano.

O recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pessoalmente não é uma incógnita, posto que o planeta inteiro já sabe de quem se trata essa figuraça do mundo do show business.

O que passa a ser uma incógnita é o seu governo. Ainda não é possível afirmar ao certo o que e como será a gestão do magnata republicano.

Contudo, pelo pronunciamento de posse, pode-se aventurar a dizer que a maior potência do mundo vai ser gerida como empresa. Trump deseja fazer dos Estados Unidos a maior “multinacional” da Terra. Uma espécie de Estados Unidos S/A ou United States Inc.*

Ao desprestigiar os políticos e exaltar o povo, Donald Trum envereda pelo caminho fácil, mas arriscado do populismo barato.

“Não estamos simplesmente transferindo poder de um governo para o outro, ou de um partido para o outro, mas estamos transferindo poder de Washington, D.C., e dando-o de volta para vocês, o povo americano”, vociferou o “antipolítico”.

Em outro trecho não menos polêmico, Trump elevou o tom nacionalista afirmando e reafirmando que a “América primeiro”, numa clara demonstração de que o presidente tende a fechar o gigante imperialista para o mundo – como se isso fosse simples ou mesmo possível.

Contraditório, Donald Trump, o presidente nacionalista e xenófobo, trava uma verdadeira “guerra civil” interna com o Donald Trump empreendedor, fiel à crença americana do self-made man e de valorização dos direitos individuais do povo norte-americano.

Nesse sentido, não está claro, porém, se do ponto de vista das políticas econômicas teremos, sob Trump, uma América mais intervencionista (keynesiana) ou mais liberal (hayekiana/friedmaniano ). Ou até mesmo a tentativa de equilibrar Keynes com Hayek e Friedman como, aliás, já ocorreu com alguns presidentes americanos, sobretudo depois da segunda guerra mundial.

Não obstante as declarações polêmicas, provocativas e algumas até raivosas, o fato é que o presidente Donald Trump pode fazer do limão uma limonada e surpreender o mundo. Ninguém governa um país como os Estados Unidos na base da bravata, do engodo, dos espetáculos midiático à lá programa The Apprentice (O aprendiz).

Se resolver aprofundar e implementar algumas das suas ideias conservadoras, de extrema-direita e insistir nessa coisa de político fanfarrão, não vai ser de admirar o povo americano se voltar contra Trump e dizer:  you’re fired! (você está demitido!).

No mais, particularmente me agrada o discurso de exterminar o grupo terrorista Estado Islâmico da face da Terra.

Isso não for apenas mais uma bravata do carrancudo Donald Trump.

* Geralmente, empresas americanas usam a abreviação ‘Inc.’para designar ser uma empresa de grande porte. É o corresponde ao nosso S/A brasileiro.

 

 


Inspirado no gesto que ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, fez em outubro de 2012 para provar que a nossas praias estavam em perfeitas condições para o banho, o governador Flávio Dino (PCdoB), produziu e distribuiu um vídeo, sábado, 21, na tentativa de convencer a população de São Luís que o banho de mar está 100% seguro, embora o comunista não tenha tido a devida coragem de entrar n’água.

“Nós estamos lutando para manter essa grande conquista, todas as semanas com transparência, seriedade são feitas medições da situação das praias de São Luís. […] É uma estratégia que ocorre através da limpeza dos rios”, argumentou o comuna-mor do Maranhão.

Além de não dar uma mergulhada, tal como fez o seu adversário Ricardo Murad, Flávio Dino também evitou mostrar o “corpitcho” trajado na já tradicional tanga azul-marinho.

Confira o vídeo do “migueloso” governador do Maranhão feito na Praia do Calhau.

Imagem de Amostra do You Tube


por José Lemos*

Começo este artigo pedindo desculpas aos meus leitores em razão de eu precisar recorrer a estatísticas para tentar desmontar algumas “verdades” que o governo que nós acabamos de demitir tenta nos passar pelos seus membros, pelos parlamentares que o sustentam, ou pelos governadores que lhes são porta-vozes, sobretudo os do Nordeste, como ocorreu ontem, quinta-feira 19 de maio, na reunião que tiveram objetivando requerer do Governo Federal uma renegociação das dívidas dos estados com a União.

O Governador da Paraíba, diante de câmeras de televisão, repetiu uma “verdade” que nos vem sendo imposta já faz algum tempo. Segundo ele, que falava por todos os nove da região, a renegociação é necessária porque “precisamos preservar os ganhos sociais que conquistamos nos últimos anos”. Pelo seu alinhamento politico e de todos os que faziam parte daquela reunião, ficou implícito que teria sido nos últimos treze anos.

Como aqueles senhores são todos profissionais da política (não há qualquer demérito nisso, desde que trabalhem pelo bem comum e não para turbinar as respectivas contas bancárias), sabem que aquela frase repetida tantas vezes acaba sendo assimilada como verdadeira, pela grande maioria da população. Esta é a estratégia. Alguns deles talvez nunca tenham ouvido falar em Joseph Goebbels (1987; 1945), Ministro de Adolf Hittler na Alemanha Nazista, que grafou a seguinte frase: “De tanto se repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade.”

Vamos aos números para mostrar que os políticos apoiadores do Governo deposto pela vontade popular, e de forma legitima como prevê a Constituição Brasileira de 1988. Não por golpe, que é outra mentira que precisam repetir continuamente para que uma claque ávida por palavras de ordem a repitam e a tornem “verdadeiras”.

Segundo a PNAD/IBGE de 2014 a população analfabeta maior de 15 anos no Brasil somava 13.170.340 naquele ano. Um acréscimo de aproximadamente 500 mil brasileiros em relação ao que acontecia em 2012. Dada a população naquela faixa etária, a taxa de analfabetismo no Brasil em 2014 alcançava o vergonhoso percentual de 8,3%.

Mais estarrecedora ainda é a seguinte informação: naquele ano, dos 159,2 milhões de brasileiros maiores de 15 anos, um total de 95,15 milhões (59,8%) não havia concluído o nível elementar, o equivalente a nove (9) anos de escolaridade continuada.

No Nordeste, que tem os seus nove governadores na linha de frente de defesa do Governo que nós tiramos do poder e que querem defender os ganhos sociais “dos últimos anos”, a situação é a pior do País. Na nossa região havia 42,9 milhões de pessoas maiores de 15 anos em 2014. Desse total, exatos 7.120.489 se declararam analfabetos. “Ganho social” para Governador nenhum nordestino botar defeito (16,6%). No Nordeste, portanto, estão 54,1% dos analfabetos brasileiros. Um “senhor avanço”.

A população maior de 15 anos, que não concluiu o nível elementar, soma vergonhosos 28,85 milhões de infelizes irmãos, que representam 67,3% da população daquela faixa etária. Querem “ganho social” maior do que este?
Existe sim, “ganho social” maior. Está no nosso Maranhão, cujo Governador está na linha de frente na defesa da ex-Presidente. “Mulher sapiens” que “sauda a mandioca” e “louva o milho”. Culturas que não precisam ser “saudadas” nem “louvadas”, e sim os seus cultivadores serem mais respeitados pelo Governo que ele dirige. A maioria dessa gente é constituída de agricultores familiares que as cultivam numa lide diária pesada que envolve outras culturas, outras atividades, e que o fazem desassistidos, ou assistidos precariamente, por um deficiente serviço de assistência técnica, extensão, fomento rural e escolas decentes para os seus filhos. Pois bem, no Maranhão os “ganhos sociais” conseguiram ser mais “expressivos”, embora tivessem experimentado ligeiros avanços de verdade, no curto período de abril de


Via blog da Carmen

Eu sabia que o assunto ia render. Recentemente, um leitor, Luis, afirmou no texto que enviou para o blog que “todo homem gosta de ver a mulher de quatro”. Ele se referia ao ato heterossexual, mas acho que a discussão cabe pra todo mundo, afinal, o “doggy style”, no caso, com penetração anal, é a mais comum das posições entre dois homens.

Resolvi assuntar, porque acho que generalizar e estipular unanimidades combina com pouquíssimas coisas nessa vida e, sexo, definitivamente, não é uma delas.

Entendo a atração para quem vem por trás: o contato com a bunda, esse eterno fetiche, além da visão privilegiada da penetração. Há vantagens que se estendem para quem está de quatro: a sensação de dominação, de uma transa mais safada que o papai-e-mamãe ou a conchinha, além da facilidade da mão do outro chegar para masturbação.

Eu pessoalmente curto, acho mesmo safado. Dependendo da “mood”, gosto forte, com tapas, ou então ritmado, com beijinhos nas costas e mãos firmes na cintura. Mas raramente chego ao orgasmo assim. Portanto, não é o meu estilo preferido nem do meu parceiro, que curte mesmo me ter por cima (acabou de me ocorrer que a ausência de um espaço muda completamente o sentido dessa posição ;-0) .

Mas vamos às opiniões que chegaram ao meu e-mail:

“Adoro meter com a mulher de quatro na cama, é a que eu mais gosto. Inclusive é a melhor posição para penetração dupla usando um brinquedinho que tenho, com um pirulito, um vibrador e um anel peniano”, contou o Antonio.

Roberto discorda: “Eu sinceramente prefiro olhar minha parceira de frente, ver as expressões de prazer, sua boca se mexendo, falando, gemendo. Revirando os olhos. Acariciando os seios enquanto eu chupo a buceta. Ou de frente, me cavalgando, se apoiando em mim, me beijando, pedindo mais. Mas, se a parceira pede para ser comida por trás, sem problema”.

Recebi também a opinião de uma mulher, a Célia: “Os homens que conheci tinham esse fetiche, gostavam dessa posição, mas minha lista não é tão extensa que possa se tornar uma amostragem sobre o assunto. Não sei o que rola na cabeça deles, mas todos sempre disseram que gozavam muito mais gostoso nessa posição. Quanto a mim, não é a minha preferida, mas para satisfazer o gato vamos que vamos”.

O Eduardo conheceu alguém que não topava de jeito nenhum: “Uma mulher com quem passei três anos, sempre dizia que havia duas coisas que nunca a veria fazer: chupar ajoelhada e dar de quatro. Ela achava que era muita submissão por parte da mulher, seria mostrar o domínio total do homem e com isso não concordava, porque ela participava também”.