FRASE DO DIA

Não estamos discutindo somente o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, estamos discutindo uma blindagem ao presidente interino Michel Temer.

(Sen. Lindbergh Farias- PT/RJ)

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O prefeito Edivaldo deveria fazer uma reflexão profunda sobre o que o senador Roberto Rocha quis de fato dizer quando usou o termo “puxadinho”. Talvez descubra que foi eleito para ser PREFEITO e não uma espécie de “interventor” nomeado pelo executivo estadual.

Há quem insista que o Maranhão continue sendo um estado onde manifestar opinião seja um perigo.

Seja um cidadão comum ou mesmo alguma autoridade pública, ser transparente sobre o que se pensa ao invés de ser uma virtude virou um defeito, quase um crime no Maranhão. Foi exatamente o que aconteceu com o senador Roberto Rocha ao afirmar que a Prefeitura de São Luis é um “puxadinho” do Palácio dos Leões.

Ora, em qualquer canto e recanto de São Luis por onde andamos o que mais se escuta é que o prefeito Edivaldo é tutelado pelo governador Flávio Dino. Alguns até chegam afirmar que o prefeito da cidade é próprio governador. Aliás, opinião essa que é ouvida inclusive em rodas de conversas com políticos da cidade…

Dizer que a Prefeitura é um “puxadinho” do Palácio dos Leões é uma forma popular de chamar atenção para que o Poder Executivo da capital assuma efetivamente a sua condição real de “Poder”!

Parcerias são boas e necessárias, mas uma coisa é ser parceiro, outra coisa é ser “pariceiro”, pois neste caso alguém pode ser usado para fins outros que não aquilo que, aos olhos do povo, possa parecer verdade.

Nesse sentido, o prefeito Edivaldo deveria fazer uma reflexão profunda sobre o que o senador Roberto Rocha quis de fato dizer quando usou o termo “puxadinho”. Talvez descubra que foi eleito para ser PREFEITO e não uma espécie de “interventor” nomeado pelo executivo estadual.

E se o senador cometeu algum erro nesse episódio foi apenas em o de dar importância, nas redes sociais, para secretário municipal que não tem o que fazer.


Um dos mais aguerridos defensores da volta da presidente Dilma ao cargo de presidente da República, o senador Roberto Requião (PMDB/PR) fez um duro depoimento para o Diário do Impeachment. Confira:

“O Impeachment representa a precarização do legislativo, do executivo e do trabalho. É um golpe contra o Brasil, que conta com o fisiologismo do Congresso Nacional, com a pressão dos banqueiros, com os interesses geopolíticos dos Estados Unidos e com a vaidade, pra mim, inesperada, do meu amigo Michel Temer”. 

                       


É possível dizer que as mulheres no topo vivem muito mais isoladas no mundo corporativo do que os homens na mesma posição.

Ana Paula de Almeida Santos, Administradores.com

A solidão na liderança não é algo novo. Na verdade, a necessidade de estar só é inerente ao ser-humano. Não é incomum o isolamento em momentos de dificuldade e que necessitem de certo tempo de reflexão. No entanto, o que temos visto é um isolamento permanente daqueles que ocupam cargos de gestão – este isolamento é ainda mais visível no universo feminino.

Seja em razão do pouco número de mulheres no C-level em nossas empresas ou em razão do complexo papel que a mulher vive em seu dia a dia, é possível dizer que as mulheres no topo vivem muito mais isoladas no mundo corporativo do que os homens na mesma posição. Tomo a liberdade de chamar esse cenário de Síndrome de Rapunzel.

Mundialmente conhecido, Rapunzel é um conto de fadas que narra a vida de uma menina criada por uma bruxa, que vive isolada em uma alta torre sem portas ou escadas, apenas com uma janela no topo. A história original é um pouco mais dramática do que as recentes versões encontradas em desenhos animados, mas ainda assim com um final feliz. Fato não tão conhecido é que este conto foi apenas compilado pelos Irmãos Grimm. Rapunzel é uma adaptação de um conto francês escrito por uma mulher e publicado originalmente em 1698 com o nome de “Persinette”.

Charlote-Rose de Caumont De La Force ou Mademoiselle De La Force, autora de “Persinette”, não chama atenção somente pelo nome – que coincidentemente pode ser traduzido como Dama da Força. De La Force foi uma conhecida escritora francesa dos séculos 17 e 18, e uma das únicas 25 mulheres europeias à época que fizeram parte da prestigiada Accademia dei Ricovrati (atualmente conhecida como Academia Galileiana de Ciências, Letras e Artes), em Pádua, na Itália. A Academia fundada em 1599 e que teve como um de seus fundadores Galileo Galilei, admitiu mulheres apenas como membros honoráveis, não permitindo a elas o direito ao voto, à ocupação de cargos diretivos, ou mesmo à participação em reuniões.

Não há aqui nenhuma intenção de fazer críticas à sociedade da época (vamos concordar que a presença de 25 mulheres no século 17 em uma Academia, já era um imenso avanço), a reflexão interessante se dá no paralelo que podemos traçar entre os sentimentos que levaram De La Force a escrever um conto sobre solidão, isolamento e superação, e os sentimentos que continuam sendo o da mulher do século 21.

Mesmo existindo avanços, ainda é notado o pouco interesse da mulher por altos cargos. Menos de 20% dos conselhos e diretorias das 500 empresas listadas pela Fortune são ocupados por mulheres, de acordo com dados do PewResearch Center. No Brasil este percentual chega apenas a 19%, segundo o International Business Report. Tal cenário não vem somente da falta de condições que muitas empresas oferecem, mas vem também da consciência deste isolamento (mesmo quando pouco perceptível), que é decorrente de ambientes desiguais, não meritocráticos e machistas.

Vale destacar que atualmente estes ambientes não são mais a regra. A cada dia vemos mais empresas conscientes da importância social e econômica da presença da mulher no mercado de trabalho e em cargos de alta gestão, incentivando o empoderamento e fortalecimento feminino. No entanto, ainda se faz importante e necessário investir em iniciativas sobre igualdade de gênero no mercado de trabalho e em discussões sobre lideranças focadas em pessoas e não em gêneros, mostrando à mulher que ela não precisa se isolar em uma “Torre de Rapunzel”.

Na história de La Force, sua heroína encontra meios de escapar da torre utilizando suas principais qualidades. E, mesmo sendo punida, ela é recompensada no final. De La Force não teve o mesmo destino de sua heroína. Por ser uma mulher que vivia à frente de seu tempo e prezava a liberdade, foi condenada pelo rei Luis XIV a viver o resto de seus dias isolada em um convento.

Este conto foi escrito há mais de três séculos e, ainda assim, a história da Dama da Força parece ser mais atual do que nunca. Que a força da história de De La Force nos sirva de inspiração, afinal, a torre não é nosso lugar.

Ana Paula de Almeida Santos – Advogada e diretora Jurídica da Assurant Brasil


Confira o depoimento da senadora Regina Sousa (PT/PI) sobre o processo de impeachment da presidente Dilma.

“Impeachment sem crime é golpe”.

                       


ildonO candidato a prefeito de Imperatriz Ildon Marques (PSB), arrastou uma grande multidão na Vila Cafeteira na noite da última quinta-feira (25) dando início ao ciclo de caminhadas de sua campanha. Juntamente com os candidatos a vereadores da coligação, lideranças políticas e populares, Ildon cumprimentou moradores e recebeu apoio dos mesmos à sua candidatura.

Na ocasião, Ildon Marques, destacou a importância do evento para desfazer os boatos espalhados por opositores de sua campanha. “Estamos aqui dando início às nossas caminhadas para mostrar que sou candidato para aqueles que espalham que não. Todos os anos eleitorais usam o mesmo discurso. Porém eu sou candidato e estou aqui para mostrar isso à população de Imperatriz.”, afirmou.

Durante a caminhada no bairro, o candidato a prefeito de Imperatriz recebeu manifestações de apoio como do morador Francisco Silva, que há mais de 30 anos reside na Vila Cafeteira e declarou seu voto a Ildon Marques por conhecer seu trabalho como gestor do município e acreditar que fará um governo ainda melhor. “Lembro muito bem do governo de Ildon Marques. Para falar a verdade, para mim, foi o melhor prefeito que Imperatriz já teve. No tempo dele os postos de saúde funcionavam e não tinha essa falta de remédio, sempre que a gente precisava tinha. Ele também sempre foi honesto. Sempre vi cumprir sua palavra. Por isso é que meu voto é dele. Aqui em casa todos queremos o Ildon de volta na Prefeitura, para Imperatriz melhorar”, declarou.

ildoO apoio veio também de quem se deslocou de outros pontos da cidade para caminhar com Ildon por uma Imperatriz do Povo de Novo.

“Voto no Ildon porque, para mim, ele foi o melhor prefeito. Sempre esteve atentou às necessidades do servidor público, além de ter governado a cidade com um olhar voltado para o que o cidadão realmente precisa. Eu sinto saudade do Ildon como prefeito, porque ele abria as portas do seu gabinete e estava sempre disposto a nos ouvir.”, disse a agente de endemias, Soraia Otero.


gilJustiça barra movimentação suspeita de R$ 8,9 milhões de Gil Cutrim em período vedado

Com decisão, todos os 32 candidatos a vereador da coligação “Avante Ribamar” estão sub judice

Via Atual 7

A juíza eleitoral Teresa Cristina de Carvalho Pereira Mendes, titular da 47ª Zona Eleitoral, barrou, nessa quarta-feira 24, a tentativa do prefeito de São José de Ribamar, Gilliano Fred Nascimento Cutrim, o Gil Cutrim (PDT), de movimentar R$ 8,9 milhões em pleno período eleitoral.

A decisão, em caráter limiar, foi proferida em atendimento a uma representação proposta pela coligação “Juntos Vamos Construir Ribamar” contra a coligação “Avante Ribamar”, Banco do Brasil S/A, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Gil Cutrim, por prática de transferência voluntária de recursos em período vedado pela legislação eleitoral. Ambas as coligações são compostas apenas de candidatos a vereador.

De acordo com o documento, o prefeito, que é ainda ainda presidente municipal do PDT, um dos partidos que compõem a coligação “Avante Ribamar”, firmou contrato de abertura de crédito com o Banco do Brasil e o BNDES, no dia 15 de julho, conforme publicado no dia 22 do mesmo mês, no Diário Oficial de São José de Ribamar. A operação contraria o artigo 73, VI, a, da Lei n.º 9.504/97, cujo teor veda a transferência voluntária de recursos, nos três meses que antecedem o pleito.

O dinheiro, diz a coligação “Juntos Vamos Construir Ribamar”, na ordem exata de R$ 8.937.243,78 (oito milhões novecentos e trinta e sete mil duzentos e quarenta e três reais e setenta e oito centavos), seria utilizado para fins eleitorais.

Em sua decisão, a magistrada entendeu que a movimentação financeira prejudicará a igualdade da disputa e o resultado útil do processo. Contudo, o pedido liminar foi deferido apenas em partes (baixe a íntegra), sendo determinado a suspensão imediata dos repasses oriundos do contrato de abertura de crédito fixo entre a Prefeitura de São José de Ribamar, o Banco do Brasil e o BNDES, até decisão final do mérito.

“É impossível desvencilhar a figura do Prefeito deste Município, o Sr. GILLIANO FRED NASCIMENTO CUTRIM, da coligação “AVANTE RIBAMAR”, uma vez que ele é o presidente de um dos partidos que compõem a referida agremiação, o PDT, mesmo que este não esteja concorrendo a qualquer cargo eletivo”, diz trecho da decisão.

No caso de descumprimento, ficou fixada o pagamento de multa de R$ 1 milhão. O valor deve ser rateado igualmente entre o prefeito de São José Ribamar e os representantes do BB e do BNDES. Entre os pedidos não atendidos na liminar, mas que ainda podem ser atendidos na sentença, está o da condenação de Gil Cutrim e dos dois bancos ao pagamento de multa, além de cassação dos registros ou diplomas de todos os candidatos a vereador da coligação “Avante Ribamar”.

Com isso, todos os 32 candidatos a vereador em Ribamar pelo PDT, PP, PR e PRP estão sub judice, o que significa que eles podem participar da disputa, porém correm o risco de ter seus votos anulados pela Justiça Eleitoral.


O momento histórico em que o país atravessa requer, claro, postagens históricas do Blog do Robert Lobato.

Portanto, a partir de hoje, sexta-feira, 26 de agosto de 2016, inciaremos a série “Diário do Impeachment”, com depoimentos de senadores e personalidades que estão vivendo de perto, e por dentro, esse processo que pode mudar os rumos do país.

Para abrir a série, a lucidez e o talento do ex-ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência nos governos Lula e Dilma, Gilberto Carvalho. Confira:

“O golpe é para tirar os pobres do orçamento público”.

                     


Deverá ser a maior festa a entrega dos “busus” articulados. Tal como foi a festa da chegado do VLT na nossa capital em plena eleição de 2012.

vlt_edhDizem que toda eleição é igual. Tenho cá minhas dúvidas se podemos levar ao pé da letra esta assertiva.

Mas ao levar em conta o anúncio feito pelo secretário de Governo da Prefeitura de São Luís, o empresário Lula Fylho, acaba-se achando que realmente toda eleição é realmente igual. Senão vejamos.

Pela rede social do Twitter, Lula Fylho comemorou a chegada dos novos ônibus que integrarão o sistema de transporte da capital fruto daquela legendária licitação do setor, lembram?

Pois é. São Luis agora vai ganhar novos ônibus, entre eles os articulados com ar-condicionado e tudo mais.

Deverá ser a maior festa a entrega dos “busus” articulados.

Tal como foi a festa da chegada do VLT na nossa capital em plena eleição de 2012.

Toda eleição é igual?


floresA declaração do secretário nacional de Organização do PT, Florisvaldo Souza, pode comprometer aliança de petista em São Luís e Imperatriz.

 O PT está fazendo alianças eleitorais com golpistas em centenas de cidades, como estão dizendo? Florisvaldo Souza, Secretário Nacional de Organização, derruba o boato e vai além: “São proibidas e serão punidas alianças com PSDB, DEM e PPS, e também com todos os golpistas”.

O dirigente petista postou um vídeo na rede social do Facebook condenando aliança do PT com partidos que apoiam o impeachment da presidente Dilma.

As declarações de Florisvaldo Souza podem comprometer alianças do PT em cidades importantes no Maranhão como São Luis e Imperatriz, onde o partido está coligado com candidaturas apoiadas também pelo DEM.

Assista ao vídeo AQUI.


senadoNão obstante transformado em “tribunal” por alguns dias, o Senado Federal não deixará de pulsar enquanto casa essencialmente política que de fato é.

A partir desta quinta-feira, 25, até provavelmente a próxima quarta-feira, 31, a atenção dos brasileiros estará voltada para o Senado da República.

Os 81 senadores, que pelos próximos dias exercerão a função de juízes, vão se debruçar sobre o processo de impeachment da presidente Dilma a partir da denúncia de que ela teria cometido crime de responsabilidade.

Não obstante transformado em “tribunal” por alguns dias, o Senado Federal não deixará de pulsar enquanto casa essencialmente política que de fato é.

Resta saber qual das duas “almas” da Câmara Alta irá prevalecer até o fim do julgamento do impeachment.

Se prevalecer a “alma política”, o risco de afastamento definitivo  da presidente é grande; mas, por outro lado, prevalecendo a “alma de tribunal”, os senadores-juízes certamente irão devolver o mandato que Dilma conquistou democrática e legitimamente nas urnas, pois não há crime de responsabilidade.

O fato é que os senadores julgarão a presidente.

Mas, caberá a sociedade julgar os senadores.