FRASE DO DIA

Essa ditadura da toga tá foda.

(José Sarney)

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Zuenir Ventura, O globo, via blog do Noblat.

Antes de mais nada, talvez fosse o caso de propor um Prêmio Esso, na categoria revelação, para o gravador, mesmo sabendo que ele não gosta de aparecer. Afinal, os maiores furos jornalísticos destes últimos tempos foram desse aparelhinho invisível e diabólico. Basta lembrar o grampo de Sérgio Machado em Romero Jucá e agora em Renan Calheiros e José Sarney, sem falar no registro da famosa conversa entre Lula e Dilma.

Depois das delações premiadas, ele tem sido o maior colaborador de Sérgio Moro nas investigações da Lava-Jato. A sério, gostaria de ver uma matéria explicando como ele age escondido — onde fica o microfone? Como fazer para o interlocutor não perceber? Quais os disfarces usados pelo operador?

Com seu trabalho anônimo, ele tem mostrado aspectos desconhecidos e até inconfessáveis de vários políticos e empresários. Deve haver muitas figuras da República discutindo o desempenho nesses áudios. “De você, ele só falou mal; a mim, ofendeu e assim saí melhor na foto”.

Sim, porque nessas gravações, falar mal às vezes faz bem e pode até melhorar a reputação do citado. O que compromete é o elogio. Nesse item, o ministro do STF Teori Zavascki e o procurador da República, Rodrigo Janot, foram os que mais ganharam prestígio e respeito (Moro é hors-concours). O primeiro foi considerado de difícil acesso e o segundo, xingado de “mau-caráter” por Machado e Renan.

Mais grave, porém, foi a descoberta do complô para atingir a Lava-Jato sob a alegação de que o mundo político estaria a perigo e com muito medo. Na verdade, mais do que acabar com a operação, o objetivo seria enquadrá-la, domesticá-la, limitando seu poder de ação.

Para isso, a providência mais importante seria mudar a lei de delação premiada, responsável pela explosão de uma bomba atrás da outra. A maior ironia dessa conspiração é que o tiro saiu pela culatra: o efeito produzido foi o contrário do pretendido.

Em lugar de extinguir ou enfraquecer a Lava-Jato, fortaleceu-a, garantindo a sobrevivência e até mesmo o reforço da operação comandada por Sérgio Moro, pois os que foram apanhados arquitetando na sombra um plano contra ela tiveram que vir a público prometer defendê-la, como o senador Renan, que, logo após a divulgação dos grampos, lançou nota declarando que as investigações da força-tarefa são “intocáveis”.

Entretanto, a palavra mais confiável, essa, sim, capaz de tranquilizar a sociedade, é a do ex-ministro do STF Ayres de Brito, garantindo que um “acordão” esbarraria na “vontade popular”. Além do mais, ele afirmou, “a Lava-Jato está vacinada contra qualquer tentativa de embaraço, de esvaziamento, de bloqueio, ela se autonomizou. Não há conluio que a impeça de prosseguir”.


Ao lado da primeira-dama Léia Araken, o prefeito Araken recebeu o Prêmio ANPV 2016.

Ao lado da primeira-dama Léia Araken, o prefeito Araken recebeu o Prêmio ANPV 2016.

O prefeito de Alcântara, Domingos Araken (PT), recebeu nesta semana o Prêmio ANPV 2016, outorgado pela Associação Nacional de Prefeitos e Vice-prefeitos da República Federativa do Brasil (ANPV). Realizada no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, em Brasília (DF), a solenidade de premiação foi prestigiada por centenas de parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, jornalistas e lideranças políticas estaduais e nacionais.

Destaque nacional entre os cinco mil prefeitos do País, a gestão do prefeito Araken, atende aos critérios de premiação exigidos pela ANPV. A administração pública de Alcântara destaca-se pela ética, promoção à cidadania, gestão da segurança cidadã, com a criação da Guarda Municipal, eficiência e gerenciamento estratégico, com boas práticas e implantação de programas como o Pronatec de capacitação e geração de empregos para os jovens.

Com o trabalho do CRAS, o município também teve reconhecido os trabalhos de prevenção e implementação de políticas contra as drogas, além do controle efetivo de gastos e transparência na aplicação dos recursos, e rigoroso cumprimento à lei de responsabilidade fiscal. “Alcântara estava com o nome sujo há décadas. Conseguimos limpar o nome do município e com isso viabilizar novos convênios. As contas públicas foram organizadas e há três anos os salários dos servidores público são pagos em dia”, enfatiza o prefeito.

O prefeito de Alcântara Domingos Araken recebeu nesta semana o Prêmio ANPV 2016.

O prefeito de Alcântara Domingos Araken recebeu nesta semana o Prêmio ANPV 2016.

Domingos Araken também está entre os 30 melhores prefeitos do Brasil, condecorados com o Prêmio JK – Juscelino Kubitschek, durante o 11° Congresso Nacional de Prefeitos. O reconhecimento ao trabalho da Prefeitura de Alcântara foi justificado pelos importantes resultados da administração municipal, a exemplo dos projetos que estimulam a economia local, como a construção das barragens que geram alimentos e renda o ano todo.


O que merecem esses monstros estupradores? Pena de morte, prisão perpétua, ser estuprados também? A indignação acaba fazendo a gente falar ou escrever bobagem, mas é que acontecimentos como esse estupro coletivo realmente é deixar qualquer pessoa de bem revoltada.

Ganhou o noticiário internacional a barbárie em forma de estupro coletivo na qual foi vítima uma jovem de 16 anos, na cidade do Rio de Janeiro. Nada menos do que 33 ou 36 homens (?), reversaram-se na cena de horror que chocou o país e o mundo.

Não bastasse a selvageria em si que é o crime hediondo do estupro, os facínoras ainda se encarregaram de fazer fotos e vídeos da garota para exibir o resultado do serviço violento, criminoso e nojento.

Pior é que nas redes sociais surgem declarações, supostamente dadas pela vítima, como forma de mostrar que ela não seria “flor que cheira”. Em alguns casos, vejam vocês, áudios feitos por outras jovens mulheres, revelam que a estuprada sempre gostou de ficar com vários homens ao mesmo tempo.

Ora, admitamos que seja verdade que adolescente gostasse realmente de sair com vários parceiros ao mesmo tempo. Isso seria o bastante para ser obrigada a fazer sexo com mais de três dezenas de homens (?) contra a sua vontade? Claro que não!

Nada justifica esse ato bárbaro que ocorreu em das das pobres comunidades da Zona Oeste do Rio de Janeiro, via de regra, diga-se de passagem, comunidades tomadas pelo tráfico e tantos outros tipos de atividades criminosas.

O que merecem esses monstros estupradores? Pena de morte, prisão perpétua, serem estuprados também? A indignação acaba fazendo a gente falar ou escrever bobagem, mas é que acontecimentos como esse estupro coletivo realmente é deixar qualquer pessoa de bem revoltada.

E imaginar que o país onde trinta e poucos párias cometem tamanha crueldade com uma adolescente de 16 anos é o mesmo país onde tem deputado federal, como Jair Bolsonaro, lá do Rio também, disse, sem o menor pudor ou constrangimento, que jamais estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela “não merece”, deixando claro que há mulheres que merecem tal ato criminoso.

É ainda o mesmo país onde um o troglodita, que atende pelo nome de Alexandre Frota, orgulha-se em dizer em rede nacional que fez uma mãe de santo desmaiar ao forçá-la a manter relações sexuais sem o seu consentimento; “ela não falou nada, então pensei: vou comer”, afirmou num sentimento sinistramente triunfante.

E saber que Alexandre Frota teve a coragem de ir ao Ministério da Educação entregar propostas para a área. Pior: o ministro Mendonça Filho atendeu e parece ter gostado das ideias que o “educador” formado nas produtoras de filmes pornográficos deixou em suas mãos.

Um estupro a já violentada educação brasileira.

Voltando ao caso da jovem vítima do estupro coletivo, não ficarei surpreso se ao final dessa história lúgubre ela não saia como culpada.

Afinal vivemos no país onde a cultura de múltiplos estupros é uma triste realidade.

Basta ver o que fazem como a nossa democracia.


WCO deputado estadual Wellington do Curso (PP) deu início a dois movimentos que reforçarão sobremaneira a sua pré-campanha de prefeito de São Luis.

Primeiro foi o projeto “Gabinete Móvel”, iniciativa inovadora que visa levar o mandato popular do deputado a vários lugares do Maranhão e, claro, para as comunidades de São Luis.

”Ouvir a população é o que nos motiva a cobrar e a fiscalizar. Por isso, com o Gabinete Móvel queremos percorrer bairros e, assim, os municípios de nosso Maranhão. O que queremos é ouvir os anseios daqueles que não conseguem ir até à Assembleia Legislativa. Além de ouvir, pretendemos encaminhar as reivindicações da população e, assim, cobrar e fiscalizar o cumprimento de direitos”, defendeu o parlamentar.

Paralelamente ao “Gabinete Móvel”, Wellington do Curso deu início também ao projeto intitulado “Conversando com a comunidade”, na verdade uma ação que tem por base o próprio “Gabinete Móvel”.

O projeto consiste na equipe do deputado Wellington e do próprio parlamentar visitarem bairros e, de maneira mais informal, escutam a população e formalizam as denúncias, sugestões e solicitações que, posteriormente, são apresentadas na Assembleia Legislativa do Maranhão para que sejam encaminhadas à Prefeitura, ao Governo do Estado e aos órgãos competentes.

Uma das primeiras atuações do “Conversando com a comunidade” ocorreu na tarde da última quinta-feira (26), no Polo Coroadinho, que reuniu moradores do Bairro de Fátima, Bom Jesus, Parque dos Nobres, Parque Timbiras etc.

Durante as Conversas, o deputado Wellington ouviu crianças, jovens, adultos e idosos.

“Aqui na nossa comunidade mora gente de bem que quer só uma oportunidade.”, afirmou Leomar, morador há 15 anos do Coroadinho.

“Tenho 86 anos e é triste ver que nossos filhos, netos não podem frequentar escolas porque estão fechadas ou então foram invadidas por bandidos”, lamentou Dona Luzia.

Para o deputado Wellington, a participação popular é essencial em um mandato independente.

“O nosso objetivo não é apenas visitar uma comunidade por visitar. O que nós queremos é ouvir a população. Ouvir as solicitações, as denúncias. É isso que temos feito desde o início do mandato. Agora, estamos apenas intensificando nossas ações: levando o gabinete a quem não consegue ir à Assembleia. Para nós, do Partido Progressista, a participação popular não é apenas um segmento. Não, é a base da nossa atuação.”, afirmou.

COMO FUNCIONA O “CONVERSANDO COM A COMUNIDADE”?

O “Conversando com a comunidade” é uma das atribuições do Gabinete Móvel, já implantado pelo deputado Wellington. Consiste em ouvir a população, almejando à aproximação mais informal entre o deputado estadual e a comunidade. O objetivo é fazer com que as pessoas se sintam à vontade o suficiente para dialogar, dar sugestões e, se for necessário, denunciar e criticar.


Já diz o saudoso mestre Chacrinha que no Brasil na da se cria, tudo se copia.

Pois tucana Gardênia Sabóia decidiu levar ao pé da letra essa frase do Chacrinha. Explica-se.

Idealizado pelo ex-prefeito Luis Fernando, o seminário Planeja está sendo copiado por Gardênia lá para as bandas de Humberto de Campos, e usa a mesma metodologia do Planeja de Ribamar para ouvir os anseios da população.

Mas a moça não se contentou apenas em copiar a metodologia. Inspirou-se no nome para criar seu “Planejar” e ainda imitou cores, traços. enfim, fez uma verdadeira clonagem do Planeja de Luis Fernando. Todo bem que são da mesma casa partidária (o PSDB), mas o pessoal de Humberto de Campos poderia ser mais criativo.

Planeja "clonado" em Humberto de Campos.

Planeja “clonado” em Humberto de Campos.

O que não é válido é um determinado “marqueteiro” sair vendendo o Planeja com anuência de certo integrante de um tribunal. Aí a conta não bate. E não bate principalmente quando tem agiotagem pelo meio.

Mas essa é outra história…

Planeja original.

Planeja original.

Em tempo: O Planeja entrou numa outra fase em São José de Ribamar. Após ouvir a população de todas as regiões administrativas e coletar mais de 1.000 propostas, Luis Fernando começou os chamados “Planejas Setoriais”, nos quais passou a ouvir as demandas por áreas específicas.

O primeiro, realizado na tarde do último sábado, foi o Planeja Saúde, que além de obtido sucesso de público, mesmo com o secretário de Saúde do município proibindo os profissionais da área de participarem do evento, foi também satisfatório com relação à coleta de propostas.


No dia 17 de março de 2014, a Polícia Federal deflagrou a operação que viria a ser conhecida como Lava Jato. Uma mega-investigação que envolve, além da PF, o Ministério Público Federal e a Controladoria Geral União.

A princípio a Lava Jato pareceu uma ação meramente espetaculosa com fins políticos para prejudicar, principalmente, o governo Dilma e lideranças do PT, notadamente o ex-presidente Lula – este blog mesmo por várias vezes sustentou que a Lava Jato tinha como objetivo final preder o petista. Equivocou-se!

Passados dois anos da operação, está claro que a Lava Lajo foi subestimada pela classe politica nacional e até por por parte de imprensa.

Infelizmente, ou felizmente, sei lá, a Polícia Federal tirou o véu que encobria a safadeza de muita gente, algumas, inclusive, que passeavam por aí distribuindo ética, moral e seriedade. Só que a Lava Jato mostrou que decência está longe de ser uma questão meramente de classe social e muito menos de concepção política e ideológica. Ela revelou que bandido e vagabundo podem ser abrigados tanto na direita quanto na esquerda.

Empresários de grosso calibre estão presos. Políticos poderosos estão enjaulados ou submetidos à investigações da Policia Federal e do Ministério Público Federal. Quando se poderia imaginar uma coisa dessa no país onde a “Lei de Gérson” é quase um capítulo da nossa Constituição?

Em verdade, a Lava Jato é, no fundo, um serviço à cidadania. Deve ser, portanto, celebrada por todos que lutam por um país onde a corrupção não seja uma vista e tida como uma “instituição” do Estado brasileiro.

Se ao final dela a Justiça resolver prender quem quer que seja, da direita à esquerda, é porque assim deve ser feito por mais que corte o coração da gente.

Os números em torno da operação falam por si, vejam:

lava_jato

Fonte: Polícia Federal.

A Lava Jato é uma lição de vida. Não tem retorno e é incontrolável politicamente. Nada e ninguém pode detê-la por uma simples razão: o povo já a tomou pra si.

Há exageros na operação? Pode ser que em alguns casos sim, mas nada que não possa ser aperfeiçoado pela própria Lava Jato, a Polícia Federal e a legislação brasileira de combate à corrupção.

Enfim, a Lava Jato veio para ficar.

A cidadania agradece.


O que se sabe é que já foram pagos ao ISEC cerca de 10 milhões de reais, embora o pessoal contratado esteja há mais de três meses sem receber salário.

Olimpio Araújo, coordenador do “Eu Participo”.

No ano passado. a Prefeitura de São Luis, através da Secretaria Municipal de Governança Solidária de Orçamento Participativo (Semgov), celebrou um Termo de Colaboração Nº 02733/2015 com o Instituto Superior de Educação Continuada (Isec), cujo objetivo seria viabilizar, entre outras ações, ações de participação popular como o programa “Eu participo”, que chegou a ser lançado com pompas em outubro de 2015.

A iniciativa louvável, diga-se de passagem, a esta altura deveria estar em plena execução, mas sabe-se lá por quais razões, está parado, quase morto e sepultado.

Desde a segunda administração do saudoso Jackson Lago em São Luis, quando foi implantada a primeira experiência de Orçamento Participativo no Maranhão, que a cidade não via uma política de participação popular tão ousada como o programa “Eu participo”.

Mas, infelizmente, o que era para ser uma ação democrática passou a ser uma espécie de fantasma. Ninguém viu, ninguém sabe onde foram parar os milhões do Termo de Colaboração assinado pela Prefeitura de São Luis com o ISEC.

O que se sabe é que já foram pagos ao instituto cerca de 10 milhões de reais, embora o pessoal contratado esteja há mais de três meses sem receber salário.

Atividades do  “Eu participo” que é bom, nada.


joxa3O prefeito Josemar Sobreiro visitou, nesta quarta-feira (25), o Aviário localizado no bairro Mojó, na zona rural de Paço do Lumiar. O projeto é uma parceria da administração municipal com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que vai beneficiar mais de 500 famílias de criadores luminenses.

Josemar destacou que a Comunidade Mojó será pioneira no desenvolvimento das ações com o apoio da Embrapa. “Estamos saindo na frente, em todo o Maranhão, trazendo para esta comunidade um projeto-piloto inovador com o incentivo de uma instituição conceituada, como a Embrapa, que vai impulsionar a geração de renda local”.

O projeto em Paço do Lumiar é o primeiro a ser implantado no Maranhão. O convênio foi firmado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), que foi buscar junto à Embrapa o apoio técnico-científico para incentivar a produção nas comunidades do município. “Vamos dar continuidade nas ações da gestão municipal e, sobretudo oferecer toda estrutura técnica aos pequenos agricultores e produtores do município”, destacou o secretário de Agricultura, Rodrigo Costa.

Segundo Talmir Quinzeiro, analista da Embrapa, o apoio da prefeitura é fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Essa é uma iniciativa que não poderia existir sem o incentivo e apoio da administração municipal. É uma satisfação em poder contribuir com o desenvolvimento desta ação, auxiliando e orientando os criadores que têm em suas propriedades, aves nativas, fazendo com que consigam aumentar a produção, não somente para consumo, mas também que contribua com geração de renda e a segurança alimentar das famílias”, explicou.

Em tempo: A Prefeitura de Paço do Lumiar antecipará, mais uma vez,o pagamento de todos os servidores municipais. A determinação dada pelo prefeito Josemar Sobreiro para que a Secretaria de Administração e Finanças deposite os salários do mês de maio, na conta dos funcionários já nas primeiras horas deste sábado (28), deve aquecer as vendas do comércio local neste período.

“Apesar da crise financeira que se abate sobre o país, temos conseguido manter o pagamento integral do funcionalismo antes mesmo do fechamento do mês. Desde que assumimos a administração de Paço do Lumiar nos preocupamos em manter a folha em dias, o que só foipossível porque temos trabalhado diuturnamente para otimizar a arrecadação, priorizando a deliberação da nossa receita para áreas estratégicas e pontuais para que a gestão possa continuar avançando”, destacou Josemar.


lobo

Secretário de Educação de Barreirinhas, Junior Lobo: “Não sei de nada”.

Fiquem com a reportagem do Profissão Repórter (Rede Globo) sobre o descalabro que ocorre nas escolas de rede pública municipal no Brasil.

A cidade de Barreirinhas, administrada pelo sociólogo Léo Costa, é desgraçadamente citada.

Logo Léo Costa, que foi selecionado para avaliar programas da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância. É mole?

Confira a reportagem do G1:

Profissão Repórter mostra crianças que passam fome e sede nas escolas

“É no município de Barreirinhas, no Maranhão, que fica o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Nas comunidades ao redor do famoso destino turístico, as crianças passam fome e até sede nas escolas.”

A repórter Valéria Almeida acompanhou uma fiscalização dos auditores da Controladoria-Geral da União nas escolas públicas de Boa Vista e dos municípios em torno da capital de Roraima.

Em Cantá, no dia da reportagem, o cardápio oficial mostrava que os alunos deveriam estar almoçando arroz com charque e legumes, mas as crianças estavam comendo mingau, sentadas no chão e cercadas por moscas.

Desde novembro do ano passado as escolas da região não recebem arroz.

A CGU detectou a utilização indevida de recursos federais pelo governo de Roraima. Vinte milhões de reais que deveriam ser usados na compra de merenda foram destinados ao pagamento de funcionários públicos locais.

É no município de Barreirinhas, no Maranhão, que fica o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Nas comunidades ao redor do famoso destino turístico, as crianças passam fome e até sede nas escolas.

Na vila de São Raimundo, crianças de quatro a 12 anos estudam em uma sala apertada. Com poucas carteiras, alguns alunos têm que sentar no colo dos colegas. A única garrafa de água que está na escola foi comprada pela professora. “Não temos bebedouro, não temos filtro. Pelo menos um filtro servia. Já pedi e não deram”, reclama a professora Silvana Pires.

Segundo o Ministério Público, o valor dos produtos foi superfaturado nos contratos que a prefeitura fechou com os fornecedores de merenda. A maior parte dos alimentos que estavam no contrato não foi entregue.

O plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo foi ocupado por estudantes que exigiam a abertura da CPI da Merenda. Em janeiro, a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo revelaram um esquema de superfaturamento na venda de alimentos para a merenda escolar.

A repórter Eliane Scardovelli acompanhou o protesto dos alunos. O grupo desocupou a Assembleia depois de uma ordem judicial. Na mesma semana, três estudantes voltaram à ALESP. De gabinete em gabinete, eles pediram as assinaturas dos deputados pela abertura da CPI.