FRASE DO DIA

Pretendo ser candidato ao Governo do Maranhão pelo PSB e com apoio do PSDB.

(Roberto Rocha)

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No momento que percebeu que não teria maiores espaços de poder no grupo que ajudou construir, Roberto Rocha optou por uma caminho próprio através de uma terceira via que embora não tem lá grande força política ainda, já incomoda tanto a primeira quanto a segunda vida.

O senador Roberto Rocha (PSB) é alvo contínuo de setores da mídia maranhense, em particular do “pool” de blogs alinhado ao Palácio dos Leões.

Em alguns casos parece haver uma verdadeira “tara” pelo senador por parte certos blogueiros e apresentadores de programas de rádio, pois o parlamentar é pauta diária e sistemática em seus veículos.

Mas, claro, nada é disso é por acaso. Toda essa neura midiática contra Roberto Rocha tem a ver com a sua intenção legítima, diga-se de passagem, de concorrer ao cargo de governador em 2018.

2014: irmãos siameses

Eleito senador em 2014 na mesma chapa que elegeu governador Flávio Dino do estado, o agora grupo governista entende que Roberto Rocha deve obediência política ao comunista quase como um ato de gratidão, pois a narrativa é que o socialista foi eleito debaixo da catinga de Dino.

Ora, Roberto Rocha e Flávio Dino eram como irmãos siamenses naquela eleição de 2014. Estavam condenados a caminhar juntos se não por amor, mas por precisão mútua, interesses comuns!

Ocorre que os dinistas fingem não entender que eleição não começa durante o período da campanha propriamente dita, mas muito, muito antes.

São anos de conversas, meses e meses de negociações e articulações; Isso sem falar que muitas das decisões finais e estratégicas dos partidos e seus líderes são tomadas no dia da convenção, e, ainda assim, inúmeras coisas acontecem no período de campanha, inclusive discussões, caras feias, cotoveladas, os mais diferentes tipos de estresses etc. Aliás, dizem que a campanha conjunta “Flávio Dino governador 65” e “Roberto Rocha senador 400” foi tensa o tempo todo.

Ora, estava evidente desde o início que a aliança Dino/Rocha de 2014 era meramente eleitoral.

Não havia um projeto de longo prazo que colocasse os dois ‘aliados’ juntos, unidos e misturados para efetivamente “mudar” o Maranhão a longo prazo. Foi apenas uma relação utilitarista entres os dois: Flávio Dino querendo viabilizar politicamente a sua candidatura através de uma boa coligação partidária, e aí precisava de Roberto Rocha; e este, visando se viabilizar eleitoralmente, precisava colar em Flávio Dino. Conquistados os objetivos dois dois, adeus a “aliança”.

Entre duas máquinas

É fato que Roberto Rocha vive debaixo de taca “patrocinada” pela máquina do Palácio do Leões e a tendência é intensidade do fogo aumentar até 2018 porque o senador é visto como um adversário irreversível, e o braço midiático do governo tem dado exatamente esse tom, ainda que o próprio governador nunca tenha dado um pio sobre a real situação entre ele e senador.

Ocorre que não é somente da máquina comunista que Roberto Rocha é alvo. O grupo Sarney também está à espreita e sempre que necessário mostra os dentes para o senador e potencial adversário em 2018.

Nesse sentido, Roberto Rocha é obrigado a se movimentar entre duas máquinas poderosas com a devida habilidade para não ser abatido antes mesmo das convenções do ano que vem. Esse é o custo de quem tenta construir uma terceira via num estado que foi forçado a aceitar ideia sacana de que só cabem dois grupos políticos por estas terras: saneysista e antissarneysista.

Os desafios

Ao senador Roberto Rocha, portanto, estão postos imensos desafios caso realmente deseje enfrentar o jogo pesado da campanha eleitoral de 2018 na condição de candidato ao governo do Maranhão.

Afora as questões organizativas no campo pessoal, urge o senador definir o partido pelo qual se apresentará ao povo maranhense nas eleições. A pendenga com o PSB gera um desgaste monstruoso e, em alguns aspectos, até desnecessário. É uma relação que lembra um pouco aquela cantiga que diz: “Quem eu quero não me quer, quem me quer mandei embora; E por isso eu já nem sei o que será de mim agora”.

Afora a questão partidária, o candidato Roberto Rocha terá que apresentar um programa de governo que consiga convencer os eleitores de que o Maranhão, sob seu comando, será melhor do que o continuísmo do comunismo e do que o retorno ao sarneysismo.

“Mas, Bob, você não acha que Roberto Rocha uma vez candidato contra Flávio Dino não terá que explicar por que abandou o governador?”, perguntaria um leitor atencioso.

A resposta é… não! De certa forma, será o governador Flavio Dino que terá que explicar o porquê do senador Roberto Rocha, eleito junto com  ele na última eleição, agora não está em seu palanque.

Enfim, no momento que percebeu que não teria maiores espaços de poder no grupo que ajudou construir, Roberto Rocha optou por uma caminho próprio através de uma terceira via que embora não tem lá grande força política ainda, já incomoda tanto a primeira quanto a segunda vida.

A construção dessa terceira via a partir da formação de um grupo forte, novo e com ideias novas é outro enorme desafio posto ao pré-candidato Roberto Rocha.

Em 2018, Roberto terá que mostrar em dobro a competência política que teve em 2014 para formar e consolidar a aliança política vitoriosa que o fez senador da República e Flávio Dino governador do Maranhão.

É aguardar e conferir.


Achava que já havia recebido mensagem de “Feliz Dia do Amigo” no primeiro semestre deste ano, tanto que usei o meu Twitter para questionar quantos “Dia do Amigo” são comemorados durante o ano. Foi quando o jornalista e blogueiro Gilberto Léda respondeu meu tuite: “Todo dia é dia do amigo, amigo. Parabéns pra vc. Amigo de fé”.

Comemora-se hoje, 20 de julho, segundo os entendidos, o Dia do Amigo.

O assunto é um dos mais badalados na redes sociais, incluindo, claro, os grupos de WhatsApp, que têm de tudo um pouco: desde mensagens sérias de afeto por este dia, como as inevitáveis zoeiras – gostei de uma mensagem que me enviaram com Dilma e Temer desejando ‘Feliz Dia dos Amigos’  😀

“Amigo é coisa pra se guardar, do lado esquerdo do peito” (Milton Nascimento). É verdade! Só que está cada vez mais difícil se encontrar amigos de verdade que mereçam ser guardados em tão especial lugar.

Velhos amigos se perdem no tempo, outros aparecem e ganham a nossa admiração, respeito, carinho, enfim, a nossa amizade. E se é tão difícil encontrar verdadeiros amigos, mas ainda é manter uma amizade duradoura sem que a relação amigável acabe se desgastando porque interesses outros contaminam algo que era inicialmente despretensioso do ponto de vista material, por exemplo.

“Eu quero ter um milhão amigos e bem mais forte poder cantar” (Roberto Carlos). Foi-se o tempo dos milhões de amigos cantado pelo rei da nossa MPB. Nesse mundo de cão, no máximo um, dois ou três podem ser realmente ser elevados à nobre condição de amigo.

“Somos amigos, amigos do peito, amigos de uma vez; Somos amigos, amigos de vocês” (Turma do Balão Mágico).  Nem a amizade inocente de Simony, Jairzinho, Tob, Mike e Fofão sobreviveu com o passar o tempo, imagina a dos milhões de fãs que eram os “baixinhos” daquela saudosa época…

Achava que já havia recebido mensagem de “Feliz Dia do Amigo” no primeiro semestre deste ano, tanto que usei o meu Twitter para questionar quantos “Dia do Amigo” são comemorados durante o ano.

Foi quando o jornalista e blogueiro Gilberto Léda respondeu ao meu tuite: “Todo dia é dia do amigo, amigo. Parabéns pra vc. Amigo de fé”,

A mim, coube concordar com o meu bom e inteligente amigo Gilberto Léda.

Valeu, Gil!

Feliz Dia do Amigos a todos os amigos!

E amigas, lógico!!!  😀


Sérgio Moro tem todo o direito de ter suas preferências e convicções políticas, pois antes de ser magistrado é um cidadão de carne e osso como outro qualquer, mas daí usar da sua condição de autoridade de Estado para fazer uma perseguição implacável a alguém que já condenou a prisão e agora o impedi-lo de manter-se como pai de família chega a ser cruel!

Não bastasse condenar o ex-presidente Lula a 9 anos e meio de prisão sem provas contundentes, reais e concretas – ao menos para os padrões da legislação brasileira –  o juiz Sérgio Moro resolveu deixar o líder petista sem lenço e sem documento.

O xerife da força-tarefa da Lava Lato ordenou o confisco de todo o patrimônio de Lula, qual seja: R$ 606 mil em bancos, o apartamento em que mora e dois outros pequenos apartamentos em São Bernardo, um lote, dois carros e todos os ativos financeiros, inclusive planos de previdência privada.

Moro e outros tantos brasileiros que odeiam Lula podem achar que 606 mil reais é muito dinheiro para um retirante nordestino, ex-torneiro mecânico e que mal tem o ensino fundamental completo, ainda que este mesmo retirante nordestino, ex-torneiro mecânico e que mal tem o ensino fundamental completo, já tenha sido deputado federal, presidente da República e que é recebeu indenização do Estado brasileiro por ser impedido de trabalhar durante o período da repressão.

Portanto, convenhamos, pouco mais de mais 600 mil reais não é lá uma fortuna para quem tem uma trajetória de homem público como é o caso de Lula, e olhem que eu não escondo de ninguém a minha opinião de que ex-presidente está longe de ser um santo, pelo contrário, acho que muito da situação que enfrenta é porque em algum momento se deixou levar pelo caminho largo e as coisas tentadoras que o poder oferece.

Porém, o que não parece razoável é um juiz determinar o confisco dos bens de alguém sem se importar com aqueles que, de alguma forma, dependem dos rendimentos do ‘condenado’.

O juiz Sérgio Moro tem todo o direito de ter suas preferências e convicções políticas, pois antes de ser magistrado é um cidadão de carne e osso como outro qualquer, mas daí usar da sua condição de autoridade de Estado para fazer uma perseguição implacável a alguém que já condenou a prisão e agora o impedi de manter-se como pai de família chega a ser cruel!

Enfim, para Moro não basta Lula ser preso, tem que ficar “lisinho”.

É o “modo Moro” de fazer justiça….


“Um dia de cada vez, que é pra não perder as boas surpresas da vida” (Clarice Lispector).

“Não sei onde estou indo, só sei que não estou perdido, aprendi a viver um dia de cada vez” (Renato Russo).

***

por Ricardo Kotscho

Com a podridão da política e a economia em frangalhos, fica difícil encontrar alguma coisa boa para começar e animar o dia.

Por isso, conheço cada vez mais gente que, por uma questão de sobrevivência, simplesmente deixou de ler jornais e acompanhar o noticiário.

“Não quero mais saber disso, tenho que viver a minha vida, e dane-se o resto”, ouve-se com frequência nas conversas por aí.

Quando a alienação e o egoismo imperam nas relações humanas, fica mesmo mais difícil encontrar uma saída para o conjunto da sociedade.

Se todo mundo passar a cuidar só da própria vida e do futuro da família, quem é que vai zelar pelos destinos da pátria comum?

O problema de quem não quer mais saber “falar de política” é que acaba sendo governado por quem gosta muito de política para fazer negócios e manter seu poder a qualquer preço.

No final da história, quem acaba pagando este preço somos todos nós, cada vez mais endividados.

Já são 61 milhões os brasileiros inadimplentes e mais de 5 milhões as empresas afundadas em dívidas, como mostrei ontem.

Mas hoje gostaria de mudar de assunto para pensar um pouco sobre o que estamos fazendo das nossas vidas e do nosso país.

Morreu gente de frio nesta madrugada de terça para quarta-feira em São Paulo, onde aumenta a população que dorme nas calçadas e acorda sem ter o que comer.

Não basta cobrar providências dos poderes públicos, que alegam falta de recursos para tudo, menos para comprar votos e salvar a própria pele.

Será que não temos nada a ver com isso? Vamos ficar todos encolhidos em casa debaixo de cobertores esperando o inverno e a crise passarem para ver o que sobrou?

E você está fazendo o que, além de escrever?, poderiam me perguntar os leitores deste blog, e eu também não saberia responder, pois não tenho a menor ideia nem de por onde começar a procurar uma saída.

Penso como Clarice Lispector, que é preciso viver um dia de cada vez; ao contrário de Renato Russo, porém, me sinto cada vez mais perdido, sem saber para onde ir.

Durante a maior parte da vida, participei das lutas coletivas da minha geração, no sindicato, na igreja, nos movimentos populares, movido pela esperança de que poderíamos, cada um e todos juntos, ajudar a melhorar o mundo em que vivemos.

Aos poucos, no entanto, sem nem perceber, ultimamente fui deixando de ir a debates, palestras, simpósios, esses lugares todos aonde as pessoas se reúnem para discutir saídas comuns.

Talvez seja por que se fale mais do passado do que do futuro, sem apontar um horizonte, um projeto de país, e não só de poder, sem partidos nem lideranças capazes de, pelo menos, sinalizar caminhos, em vez de ficar só um culpando o outro pelos desatinos do presente.

Se alguém souber onde isto está acontecendo, por favor me informe.

Já nem sei, a esta altura do campeonato, quais poderiam ser “as boas surpresas da vida” de que fala Clarice, além de ganhar na mega-sena acumulada que corre hoje.

Só nos resta viver um dia de cada vez, sim, mas precisamos fazer alguma coisa com essa vida que não seja só sobreviver biologicamente e sonhar com a loteria.

Vida que segue.


Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que concentra boa parte dos servidores públicos federais (Geraldo Magela/Agência Senado)

Atualmente se um servidor público, efetivo ou comissionado, é condenado por crime de corrupção ele só perde o cargo imediatamente se o juiz explicitar isto na sentença. O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) apresentou um projeto e pretende tornar automática a perda da função pública do agente público condenado por corrupção. A proposta está contida no PLS 200/2017, que está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aguardando a designação de um relator.

O senador explica que o Código Penal estabelece, como efeito da condenação, a perda do cargo, função pública ou mandato eletivo, quando aplicada pena privativa de liberdade igual ou superior a um ano, nos crimes praticados com abuso de poder ou violação de dever para com a administração pública. Todavia, esse efeito não é automático, devendo ser explicitado na sentença.

Ainda segundo a justificativa apresentada por Cristovam, tal brecha na legislação permite que servidores públicos e agentes políticos sejam condenados por corrupção e não tenham decretada a perda do cargo e dos subsídios, já que o juiz que profere a sentença condenatória não é obrigado a declarar esse efeito da condenação.

— A intenção é corrigir essa falha no nosso ordenamento e por fim a situações constantemente noticiadas nos veículos de comunicação, em que agentes públicos, inclusive políticos, se valem dos cargos e funções ocupadas para enriquecerem ilicitamente em detrimento da administração pública e, quando finalmente são condenados, continuam fazendo jus aos vencimentos mensais — justifica.

(Agência Senado)


Por Luiza Franco, via Mundo da Psicologia

Sabe aquelas pessoas que complicam tudo, invertem as coisas e sempre acham um motivo para discordar? Pois é, elas estão por aí e às vezes precisamos conviver com elas.

Saiba que é possível chegar a um acordo até com as pessoas mais difíceis, mesmo quando os pontos de vista são totalmente diferentes, os interesses são incompatíveis e a conversa parece não fluir.

Antes de conversar com uma pessoa difícil, prepare-se e conheça-se. Fique em uma posição estável e confortável. Lembre-se de que seu corpo inteiro conversa. Comporte-se como um adulto equilibrado e seguro: fale apenas o que for importante para você e do que você tem certeza, para ter todos os argumentos que precisar. Mantenha um tom de voz baixo, seguro e constante. Nada pior do que demonstrar descontrole emocional. Não esqueça o motivo de estar nessa situação: por que está conversando com essa pessoa? Não fale mais do que o necessário, não precisa ser legal e sim educado.

Muitas vezes precisamos fazer coisas socialmente esperadas e assim conversar amigavelmente com alguém que não gostamos. Saiba que sempre há uma chance de que você seja provocado, manipulado ou entrar em uma polêmica sem perceber. Por isso esteja atento a tudo.

Se você precisar confrontar alguém e achar que pode dar em briga, pense que você está começando esse diálogo para resolver uma questão, para melhorar a relação, para manter contato saudável com essa pessoa e não para discutir e brigar. Um diálogo não é uma batalha verbal, é uma ferramenta para sincronizar diferentes pontos de vista. Ouça o que o outro pensa e tente entender o que o faz pensar assim. Até as piores pessoas têm um motivo para agir da forma que agem, elas sempre acham que é um bom motivo. Fale tudo o que precisa demonstrando que é o seu ponto de vista e não uma acusação, fale de como você se sente em relação ao fato e não acuse somente.

Não vamos agradar a todos. Algumas pessoas não vão acreditar em nós, não vão nos amar, nem nos compreender e podem até nos odiar de graça. Avalie se vale a pena querer alguma coisa com essa pessoa, muitas vezes é melhor que nos odeie e nos deixem em paz. Mas se essa pessoa vale a pena, descubra os motivos de a pessoa não acreditar ou gostar de você, busque a raiz do problema, se coloque de forma humilde, não demonstrando ameaça para que a pessoa não precise se defender.

Peça desculpas por alguma coisa que possa ter magoado a pessoa, exponha seus argumentos, abra seu coração sem medo. Se mesmo assim essa pessoa não quiser você na vida dela, aceite e siga sua vida.

Todo mundo erra, tem defeitos e se confundem de vez em quando, mas todos merecem respeito. Você não pode agir conforme o comportamento dos outros, suas ações devem depender dos seus valores e do seu caráter. Vai chegar um dia em que você também agirá de forma errada.

Cada um tem um dicionário próprio de acordo com as próprias experiências. Nós entendemos tudo o que escutamos de acordo com nossas experiências, tudo passa por um tradutor próprio, as frases, as ações e até as não ações dos outros, tudo será traduzido para a nossa linguagem própria. E quanto mais uma pessoa sofreu, mais errada pode ser a interpretação dela, pois o dicionário dela se chama medo, e tudo o que ela quer é se proteger. As pessoas mais difíceis são as mais frágeis. É melhor você expor seus sentimentos, pensamentos e dúvidas de forma bem clara em vez de supor que o outro entenderá indiretas.

Quando precisar conviver e conversar com pessoas agressivas, você não pode levar tudo para o lado pessoal. Precisa saber se retirar da discussão a tempo. Essas pessoas estão tão acostumadas ao sofrimento, a serem atacadas, que a primeira reação delas é atacar. Elas vão procurar os seus pontos mais vulneráveis baseados nos dela, por isso nem sempre vão acertar, mas vão tentar, por isso é bom você saber bem quais são seus pontos fracos e se proteger. Esse tipo de pessoa suga energia, pois a energia delas é bem baixa. Se puder, afaste-se de gente assim.

Se uma conversa sair do controle, simplesmente fale: “voltamos a conversar quando você estiver mais controlada”.


A declaração do senador pelo estado de Humberto Costa (PT), uma das principais vozes da oposição ao governo Michel Temer no Congresso Nacional, foi dada em entrevista exclusiva ao Blog do Robert Lobato, onde também comenta sobre um convite, supostamente feito pela presidente do PT, Glesi Hoffmann, para que o Flávio Dino seja o vice numa eventual candidatura de Lula a presidente,

Veja também em Brasil 247 – Conhecido pelas suas posições sempre muito equilibradas, porém firmes, o senador petista Humberto Costa falou ao Blog do Robert Lobato que inexiste a possibilidade do PT apoiar quaisquer nomes caso o presidente Michel Temer caía e haja uma eleição indireta no país. “Inexiste essa possibilidade, pois entendemos que estamos diante de uma processo ilegítimo”, assegura.

Humberto Costa também foi duro ao criticar a condenação do presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro por entender que se trata de um “processo político” e que o magistrado “criou uma teoria para condenar o Lula”.

O senador pernambucano também respondeu sobre a possibilidade do PT apoiar a candidatura do ex-governador Ciro Gomes (PDT) a presidente da República caso Lula realmente fique impossibilitado de concorrer ao pleito do ano que vem. Para Humberto Costa, além de ser muito cedo para tratar do assunto, ele acredita que o Ciro “tem boas posições políticas, foi um bom governador, mas é inegável que possui um temperamento pessoal extremamente difícil de ser administrado, então corre-se o risco de, o apoiando, não chegarmos nem ao final da campanha“.

Por fim, o Humberto Costa comentou sobre um convite supostamente feito pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, para que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). “O governador tem feito um bom trabalho no Maranhão, tem implementado políticas sociais avançadas, mas vai caber a ele decidir, que está fazendo uma mudança de poder no Maranhão, deveria deixar isso pela metade”.

A seguir a íntegra da entrevista.


Prefeito Raimundo Ivaldo (Bode) e Carmem Neto recepcionaram os colegas Iracema Vale e Herlon Costa no encerramento do Arraiá do Xaxado com a animação do Boi Brilho de Urbano Santos.

Da esquerda para a direita: Márcio Endles, Carmem Neto, Herlon Costa e Iracema Vale.

O tradicional Arraiá do Xaxado mais uma vez encerrou em grande estilo e com um estrondoso sucesso de públicos na cidade de Mata Roma. Foram três noites de muita animação, alegria e festa da cultura.

O prefeito Raimundo Ivaldo (Bode) e a ex-prefeita Carmem Neto, esposa do deputado estadual Paulo Neto, recepcionaram a prefeita Iracema Vale (Urbano Santos), o prefeito Herlon Costa (Belágua) e o advogado Márcio Endles, que juntos participaram da festa com a apresentação do Boi Brilho de Urbano Santos.

O prefeito Raimundo Ivaldo (Bode) e a ex-prefeita Carmem Neto parabenizaram todos pela lindíssima organização do Xaxado, que neste ano foi o maior já realizado, com o grande show da Banda Mastruz com Leite.

Veja algumas imagens da última noite de animação e com a apresentação do Boi Brilho de Urbano Santos. Os créditos são do blog do Foguinho, nosso grande amigo “Fogorento”, Dá-lhe, Foguinho!  🙂


TODOS os dias centenas de venezuelanos cruzam a fronteira para o Brasil em busca de uma condição de vida melhor para si e para os seus. Aqui chegando os que não possuem meios e/ou qualificação suficiente, lançam de qualquer coisa, inclusive do próprio corpo para sobreviverem.

Fogem da escassez de alimentos, de remédios, da repressão política.

Os que ficam na Venezuela, diariamente, engrossam os cordões de protestos, violentamente reprimidos pelo governo, que, em apenas três meses, ceifou a vida de quase uma centena de cidadãos, sobretudo de jovens, na faixa de 18 a 25 anos. Não faz muito tempo, em apenas um dia, cinco jovens, nesta faixa de idade, perderam vida.

Os caraqueños mais humildes disputam com os animais as sobras das feiras livres e os refugos dos supermercados. Numa das cenas mais tocantes dos últimos tempos vi uma senhora, durante um protesto, enfrentar as forças governamentais com uma frase cortante: — protesto porque tenho fome. Vais me matar por ter fome?

Isso foi lá atrás, hoje os venezuelanos protestam porque, além da fome, da economia em frangalhos, da repressão política, querem democracia e não suportam mais o modelo bolivariano, implantado naquele país.

Noutra ponta temos o governo de Nicolas Maduro acenando com mais autoritarismo, com mais ditadura.

Já falamos em vezes anteriores sobre a crise na Venezuela e, inclusive, dos seus reflexos no nosso país, onde Roraima, porta de entrada destes irmãos do Norte, encontra-se à beira de uma crise humanitária, sem poder oferecer os serviços essenciais a estes migrantes e à sua própria população.

Desta vez abordaremos o estranho silêncio da classe política brasileira ao que vem ocorrendo na Venezuela.

Não falo do silêncio do governo, este até tem se manifestado com firmeza, cobrando soluções para a crise e pedindo democracia.

O problema é que estes protestos são repelidos sob o argumento de que o atual governo é “golpista”, portanto, não possuindo qualquer legitimidade para reclamar de nada em relação ao país vizinho.

Pois bem, se se pode alegar ilegitimidade do governo – que poderia se estender até políticos da sua base, pelo raciocínio bolivariano –, o mesmo não se daria em relação aos políticos da oposição – aqueles que até ontem eram governo.

Estes políticos, que hoje estão na oposição, sobretudo, os ligados ao ex-presidente Lula – e ainda os mais radicais –, sempre defenderam o modelo bolivariano como o ideal para ser implantado no Brasil. Teciam loas ao ex-ditador Hugo Chavez e ao seu pupilo Nicolás Maduro, como figuras ideais do cenário político mundial.

O Brasil nos governos Lula/Dilma, chegou ao ponto de contentar-se em ser coadjuvante – apesar de infinitamente mais rico e importante politicamente –, no contexto sul-americano, deixando a Venezuela como protagonista e “potência” regional.

No exemplo claro das preferências ideológica superando a lógica política, o Brasil que, candidamente, aceitava ser coadjuvante, abria os cofres nacionais para investimentos no país vizinho – e não ao contrário –, na clássica situação do “rabo balançando o cachorro”.

No único episódio em que a Venezuela, ainda através de Chavez, disse que iria investir no Brasil, foi na já famosa refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e levamos um “cano” bilionário, mais de 8 bilhões de dólares.

Apesar do “cano” o Brasil continuou seus investimentos por lá, abrindo os cofres do BNDES para diversos empresários amigos para estes fazerem lá, na Venezuela, as obras estruturantes que também faltavam ao Brasil.

Estes são recursos que o Brasil dificilmente receberá de volta.

Pois bem, os políticos nacionais que participaram, endossaram, festejaram, rastejaram aos pés de Chavez e Maduro, hoje não têm nada a dizer sobre a crise política, a violência desenfreada – muitas vezes por ordem estatal –, contra os cidadãos, a dissolução das instituições e o fim da democracia.

As vezes até procuro em seus sites alguma opinião sobre a situação venezuelana e nada encontro. É como se a Venezuela tivesse “sumido” do mapa para estes políticos brasileiros.

Quando cobro essa coerência, essa manifestação, faço isso porque estes políticos endossaram o chavismo, o modelo bolivariano. Se cobro dos ex-presidentes Lula e Dilma que digam algo, é porque o primeiro esteve lá participando da campanha que “elegeu” o senhor Maduro. É porque eles, com nossos recursos, recursos do povo brasileiro, contribuíram com a ditadura que se instalou por lá.

Estes ex-governantes “fizeram o diabo” para elegerem Maduro. Até os seus marqueteiros foram deslocados para lá, regiamente pagos com dinheiro de propinas, conforme eles mesmos confessaram à justiça brasileira.

Estes, e tantos outros políticos brasileiros, ainda os que não contribuíram diretamente com a eleição de Maduro, sempre defenderam o modelo bolivariano.

E não só os políticos, os chamados “intelectuais” foram na mesma onda.

O que têm a dizer sobre a “constituinte” convocada por Maduro com o claro propósito de diminuir os poderes dos parlamentares e aumentar os seus? Que têm a finalidade de levar as próximas eleições para as calendas? Que pretende criar um modelo tardio de partido único com o poder entregue aos poucos bolivarianos que restam em detrimento do resto da população?

Ninguém escuta a opinião destes valentes sobre a atual realidade da Venezuela. Estão todos silentes.

Este é o silêncio da culpa ou da covardia, conforme queiram.

Abdon Marinho é advogado.

Em tempo: Este texto foi escrito antes das declarações da senadora Gleisi Hoffmann, nos seguintes termos: “O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela e condenamos o recente ataque terrorista contra a Corte Suprema. Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”.


Prefeito Zezildo Almeida ordenou a demissão em massa de educadores.

O blog do colega Daniel Matos publica uma triste notícia para o município de Santa Helena, localizado na Baixada Maranhense.

Segundo o blogueiro, o prefeito Zezildo Almeida (PTB), está promovendo um verdadeiro retrocesso na educação local por meio de um processo de demissão em massa de profissionais contratados.

A matéria de Daniel Matos tem como base mensagens postas num grupo de Whatsapp do sindicato dos trabalhadores da educação.

“O sindicato da categoria garante que as exonerações não têm qualquer justificativa, já que a administração municipal dispõe de recurso suficiente em caixa para pagar a folha, oriundos do Fundo de Valorização e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)”, assegura o blogueiro.

Uma realidade que deve estar gerando muita decepção daqueles que apostaram em Zezildo Almeida nas eleições de 2016 achando que Santa Helena iria passar por “mudanças”. Realmente as coisas parecem que estão mudando por lá mesmo, mas, pelo jeito, para pior.

Fiquem a seguir com a íntegra da matéria do blog do Daniel Matos.

Demissões em massa na Educação municipal deixam Santa Helena em clima de terror

Uma medida classificada como descabida pelo prefeito de Santa Helena, Zezildo Almeida, deixou o município em clima de terror. O gestor está promovendo uma demissão em massa de servidores contratados, principalmente na Educação. O sindicato da categoria garante que as exonerações não têm qualquer justificativa, já que a administração municipal dispõe de recurso suficiente em caixa para pagar a folha, oriundos do Fundo de Valorização e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Segundo levantamento, a Prefeitura de Santa Helena recebeu, em fevereiro, R$ 7.415.000,00(sete milhões, quatrocentos e quinze mil). Detalhe: nos três primeiros meses do ano não houve aulas nas escolas do Município, que só contratou professores em maio. Como a folha de efetivos não ultrapassa R$ 1.500.000,00 e os repasses de janeiro, fevereiro a maio somaram mais de R$ 18 milhões, imaginava-se que os empregos e salários da rede de ensino estavam garantidos.

Triste engano. Mesmo com o caixa abarrotado de verbas do Fundeb (janeiro: R$ 1.690.000,00; fevereiro: R$ 7.415.000,00; março: R$ 2.863.000,00; Abril: R$ 2.870.000 e maio: R$ 3.185.000,00), o fantasma do desemprego passou a rondar os educadores contratados, que nem sequer receberam seus vencimentos ainda. Mensagem postada no grupo de Whatsapp do sindicato dos trabalhadores da educação confirma a ordem de demissão dada por Zezildo Almeida.

Sem justificativa

Em Santa Helena, a população está assustada e cobra explicação para a drástica medida. “Imaginava-se que houvesse recurso em caixa e que jamais haveria atrasos nos pagamentos do funcionários da Educação”, afirmam, intrigados, moradores da cidade. Outra situação que chama atenção é que dos R$ 7.415.000,00 destinados ao ensino de Santa Helena pelo Fundeb, em fevereiro, em torno de R$ 2.200.000,00, correspondem a uma sobra do ano passado, que ficou empenhada exclusivamente para pagamento de um abono. “O prefeito não tem como justificar o gasto desse montante com outra finalidade que não tenha sido para pagamento de abono aos professores, o que soa estranheza”, contestam.

Preocupado, o povo de Santa Helena que saber onde está o dinheiro destinado à educação? Populares argumentam que só os R$ 7,4 milhões seriam suficientes para pagar cinco meses de salários aos servidores efetivos, sem que fosse preciso utilizar os recursos que entraram nos meses de janeiro, março, abril, maio, junho, julho e agosto.

Houve ainda o bloqueio judicial de mais de R$ 3 milhões nos últimos dias da da gestão passada, verba que ficou reservada para Zezildo gerir.

Sobre o corte de verbas do Fundeb promovido pelo Governo Federal, o sindicato informa que a perda de pouco mais de R$ 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil reais ) será compensada com a antecipação das diferenças que sempre são repassadas de dezembro para julho, conforme anunciou o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), Cleomar Tema, que após audiência em Brasília com o ministro da Educação, Mendonça Filho, obteve a garantia de que as prefeituras recuperarão os valores retidos.

Na cidade, o maior temor é o impacto negativo causado à economia de Santa Helena pela demissão em massa, já que além da pesca, atividade que já não é tão rentável como outrora, os serviços públicos municipais são uma fonte importante de receita para a cidade, que depende em grande parte dessa movimentação financeira para se desenvolver.

Pressão

Outra informação que circula em Santa Helena é de que está havendo forte pressão para que o encerramento do semestre letivo seja antecipado. As aulas, que começaram em abril, foram encerradas, embora os alunos nem tenham feito provas. Rumores dão conta de que os professores da zona rural, todos contratados, estão sendo orientados criminosamente a adulterar os calendários, , ou seja, receberam ordem para preencher os diários com data retroativa, a fim de simular que as aulas começaram no período regular