Joaquim Haickel: só observa o desespero dos governistas.

Bastou apenas oito tuitadas para o ex-deputado Joaquim Haickel e ao xis da questão sobre o episódio que convencionou-se chamar de “aluguel camarada”, e que vem tirando o sono do governo e do governador Flávio Dino – o caso ganhou repercussão na nacional.

Joaquim, que aliás é um dos poucos ex-gestores do governo Roseana Sarney que não tem  sofrido perseguição da maquina governamental comunista, pelo menos até aqui, sintetizou bem a agonia, desespero, autoritarismo e incompetência do Palácio dos Leões diante da crise que tinha tudo para ser apenas uma marola mas, graças à empáfia dos comunas, acabou ganhando proporções de um tsunami.

Confira a sensatez do velho Quincas.

30 comentários em “Caso aluguel camarada: A sensatez de Joaquim Haickel

  • Esse nunca produziu nada de grande utilidade, muito migué! Quer somente se mostrar simpáticos aos comunas. Com o seu malabarismo peculiar, quiçá tenha também até imoveis alugados irregularmente, mediante dispensa de licitações, pro governo de Flávio Dino!

  • Incrível, um ex-secretário não ver problema no descumprimento do princípio constitucional da impessoalidade na administração pública. O Maranhão é uma parada.

    • Você parece ser conhecedor do princípio da impessoalidade! Me diga onde ele está sendo ferido nesse caso!? Porque o imovem pertence a alguém que é filiado a um parido? E se esse partido fosse o PDT que também apoia o governo? Ou ao PMDB que se opo~e a ele? Não se sustenta o seu aparente conhecimento do caso!

  • Bom, quem sou eu para dar lição de princípio da impessoalidade, isso diante de meus modestíssimos conhecimentos de direito.
    Mas vamos lá…
    “Art. 37. A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA direta e INDIRETA DE QUALQUER DOS PODERES da União, DOS ESTADOS, do Distrito Federal e dos Municípios OBEDECERÁ AOS PRINCÍPIOS DE legalidade, IMPESSOALIDADE, moralidade, publicidade e eficiência…” (Constituição Federal de 1988)
    “O princípio [da impessoalidade] está relacionado com a finalidade pública que DEVE NORTEAR TODA ATIVIDADE ADMINISTRATIVA. Significa que a ADMINISTRAÇÃO NÃO PODE ATUAR COM VISTAS A prejudicar ou BENEFICIAR PESSOAS DETERMINADAS, UMA VEZ QUE É SEMPRE O INTERESSE PÚBLICO QUE TEM QUE NORTEAR O SEU COMPORTAMENTO.” (Maria Sylvia Zanella di Pietro)
    Portanto – se a contratação foi feita por dispensa de licitação (sem concorrência); com valor do aluguel, que, de antemão aparenta não estar compatível com as características do imóvel; o imóvel pertence a um membro do PCdoB; esse filiado exerce um cargo em comissão (portanto, de LIVRE NOMEAÇÃO, não sujeito a concurso público e quem o nomeou deve conhecê-lo) em uma empresa do estado; o militante/locador participa ativamente de campanhas da sigla e, por último, o imóvel foi sede de comitê de campanhas políticas do PCdoB – você entende que tudo isso foi coincidência caro Robert ou, como ensina di Pietro, houve ato da Administração que beneficiou pessoa determinada e prescindiu o interesse público? Fico com a segunda opção. E você?

    • Resposta: Há coisas que mesmo com todo o beneplácito da dúvida, possam ser legais, do ponto de vista político e administrativo são imorais. Penso ser o caso. O que você acha, grande Joaquim, afinal a resposta foi para você. 🙂

  • Esse é o entendimento policialesco utilizado pelo próprio PC do B, quando critica seus adversários, mas como não concordava com ele antes não posso agora só pelo fato de o PC do B ser o autor dessas possíveis irregularidades, mudar de opinião.
    No caso de alugueis de imóveis, é muito comum que haja dispensa de licitação, devido ao fato de imóveis terem localizações e características peculiares. Uma coisa é licitar uma caneta ou um carro, no caso de imóveis é um pouco diferente.

  • Vixe, parece q estão fazendo tempestade em um copo d’água, kkkkkkkk, imagine se fosse ilegal o aluguel desse prédio como não seria, kkkkkkkkkkk, os sarneistas de plantão estão com fome né, mas vcs pilantras já mais voltaram a nos sugar seus hipócritas frustrados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *