FRASE DO DIA

Estou aqui para mostrar que nós vamos continuar de cabeça erguida, de mãos limpas, esse foi o jeito que eu escolhi de fazer política, e ninguém, nenhum vagabundo tipo o Alexandrino, vai inventar mentira sobre a minha vida pública.

(Deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) sobre o delator da Odebrecht Alexandrino Alencar)

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Se o músico foi “covarde” em não levar a cabo a ideia de se matar, ao menos teve a coragem de escrever sobre algo que muitos não têm ou não sabem como enfrentar essa questão.

Emocionante o texto do músico, compositor, escritor e ativista Tico Santa Cruz sobre sua experiência com ideias suicidas, publicado na sua página pessoal no Facebook.

O criador da Detonautas relata que desde a adolescência enfrenta a ideia de suicídio chegando, inclusive, a sentar na janela do prédio em que morava e criar coragem para se atirar e dar fim à própria vida, mas não teve coragem. “Me senti um covarde”, conta.

Neste planeta complicado, de estresse constante, correria pela sobrevivência, internet, redes sociais, um mundo de informações de todo que é especie etc, não é fácil viver com a tranquilidade de um monge budista.

Certa vez, durante uma palestra com um “guru” comportamental, ele falou que pensar em suicídio tornou-se algo comum, quase uma coisa natural. Chegou a dizer que “anormal, no mundo de hoje, é não ter pensado algum momento em tirar a própria vida”.

O texto do Tico Santa Cruz vai nessa direção.

Entretanto, se o músico foi “covarde” em não levar a cabo a ideia de se matar, ao menos teve a coragem de escrever sobre algo que muitos não têm ou não sabem como enfrentar essa questão.

Fiquem com o texto/depoimento de Tico Santa Cruz.

Fiquem com Deus também!

Eu lido com a ideia do suicídio desde a adolescência. Fantasio essa morte. Perdi a conta de quantas vezes só me faltou coragem para ir adiante. Os motivos sempre foram dos mais variados. Não sofri Bullying na escola, na minha época o Bullying não tomava as proporções que a internet potencializou. Minha questão estava relacionada com a sensação de rejeição que eu sentia por parte das pessoas próximas. Da incompreensão. Da não aceitação da minha maneira de ver o mundo de viver a vida. Dos conflitos intermináveis que vivi dentro da minha casa com minha família. Do sentimento de que esse lugar aqui é hostil demais para mim.

Lembro quando sentei na janela do prédio onde morava e fui vasculhando cada espaço entre os miolos do meu cérebro para encontrar o impulso que desse fim ao meu sofrimento. Não consegui. Me senti um covarde.

Eu me imaginava fincado na grade de segurança do prédio. No fundo eu queria me vingar do mundo, das pessoas.
À medida que fui crescendo, o pensamento nunca deixou de frequentar minha mente. Nos momentos mais complicados, e não foram poucos, só essa saída me parecia viável.

Não quero expor outras pessoas, mas fiz contato com o suicídio ou a tentativa dele por gente que eu amo muito, algumas vezes.
Quando comecei a fazer sucesso como artista, você pode imaginar que a realização do meu sonho me daria milhares de motivos para continuar a viver. Eu tive um filho e uma companheira forte e corajosa. Mas o contato com o outro lado da cortina – os bastidores – me revelou ainda mais farsas, falsidades, mentiras, egocentrismos, vaidades, manipulações e muitas limitações.

Isso me conduziu a um quadro de depressão e ansiedade. Comecei a ter crises de pânico diante de tantos compromissos, noites sem dormir, pequenas pressões, brigas, desgastes infinitos.

Quando tudo isso atingia o meu limite, começava a buscar novamente minha saída de emergência.

E fantasiava cortando os pulsos numa banheira, entupido de remédio e álcool para não sentir dor.

É o desespero. A falta de esperança. A falta de caminhos, perspectivas e a dificuldade de buscar outras formas de resolver as questões que mais inflamavam minha existência.

Ainda está aí?

Foi então que resolvi procurar uma terapia. Era isso ou a morte. Porque eu já sentia que estava bem perto de conseguir concretizar meu objetivo.

E encurtando um pouco outros episódios, foi que comecei a administrar meus fantasmas e meus anseios mais obscuros.

Sim!!! Foi a terapia quem me salvou. Foram os dias e dias, semanas, meses, anos de uma rotina terapêutica com a ajuda de uma especialista, que soube me conduzir a um encontro comigo mesmo que me ensinou a domar e lidar com essa questão.

Até hoje tenho meus pensamentos suicidas! Não sei… É algo que de fato está presente na minha cabeça. Contudo estou muito mais preparado para lidar com eles. E nunca tive vergonha de pedir ajuda. Ajuda mesmo!

Nestes três anos que se passaram onde eu entrei no olho do furacão dessa loucura que virou a questão política do Brasil, tive minha imagem exposta de diversas formas horríveis. Fui humilhado, bloqueado em meu trabalho, acusado de receber dinheiro que nunca recebi, rejeitado, apontado, ofendido, difamado, inclusive pelos meus próprios fãs. Exposto a linchamentos públicos por pessoas que considerava meus amigos. Minha família foi AMEAÇADA de morte, recebi milhares de mensagens de ódio com conteúdos absurdamente doentios. Vi tudo que eu havia construído com muita dedicação e amor, ser atingido por todo tipo de ataques.

Só que eu já me conhecia bem. A Terapia me deu todas as armas que eu precisava para lutar contra esse caos.

Você não tem a menor ideia do que é ser uma pessoa pública, um artista, e se ver diante de tanto ódio e tanta exposição negativa.

Calhou também de eu ter optado por ficar limpo, não estar usando nenhuma droga nesse período. Porque a droga te mina, deixa sua cabeça mais fraca, te fragiliza, te dá paranóias. Então se eu estivesse usando drogas nesse momento que passei, certamente não teria conseguido segurar a onda.Teria dado um tiro na cabeça e resolvido tudo.

Porém, eu sou forte. Aprendi a ser forte! Encarei meus desafios de cabeça erguida. Continuo encarando. A ideia do suicídio ainda aparece para mim? Sim… Mas eu sei lidar com ela, graças a terapia.

Ver essa série que trata sobre o esse ponto tão delicado da existência humana, tem mexido muito comigo. Eu sei o que é aquilo ali, de forma diferente, mas sei. Me angustia profundamente. Eu choro sem querer. Me identifico. Lido com um turbilhão de sensações. Não consigo assistir mais de 2 capítulos seguidos. Ainda não terminei.

Mas me motivou a abrir essa parte da minha vida publicamente. Para dizer que apesar de tudo, vale a pena continuar vivendo e lutando contra meus monstros. Vale a pena seguir acreditando que seja possível vencer as barreiras, as rejeições, o ódio, e todo esse cenário de medo e desespero que estamos vivendo.

Tenho razões claras para dizer a você que assim como eu já pensou ou já chegou bem perto de dar fim a própria vida. Procure ajuda! Lute! Não desista!

A gente está aqui para aprender e o sofrimento nos ensina muito! A maturidade vem. É possível seguir!

Acredite em mim.


Não temos o hábito e tampouco somos incentivados a conversar ou refletir sobre nossos fracassos e pequenos lutos ao longo da vida. Mas isso é essencial para encararmos nossas perdas e, dessa forma, seguirmos em frente mais maduros, sábios e fortes

Crédito: Vida Simples Digital

Ana Claudia Quintana Arante, via Vida Simples

No país da alegria, do futebol, do Carnaval e do “jeitinho” parece que não se tem a menor noção de que nem sempre a gente ganha. Apesar de quase sempre percebermos que o sofrimento vindo das nossas perdas acaba sendo o mais intenso e difícil de superar, poucas pessoas se importam, de verdade, em aprender com isso. Encontramos centenas de livros, programas de treinamento, cursos de reprogramação de linguagem, de modo de ação, de existência que só pregam ganhos ou resultados positivos. Indo na contramão disso, a vida mostra que os maiores aprendizados não estão disponíveis em cursos preparatórios de vitórias, e sim no dia a dia da experiência da perda, nos ensinamentos que vêm à tona a partir dos fracassos. Tudo isso quando nos permitimos parar e olhar para o que aconteceu. Geralmente, as pessoas não se abrem para refletir sobre um tropeço, uma queda, um fracasso, enfim.

Elas perdem um tempo precioso, que poderia ser dedicado a pensar sobre aquilo que ocorreu, ficando somente nas lamentações e nas percepções de vítimas dos eventos – e quase nunca como protagonistas da própria vida. Experimentar uma perda será muito mais fonte de sofrimento se não formos capazes de viver de maneira integral o que nos é oferecido.

Se em um relacionamento não tivermos a experiência da entrega de maneira integral, no instante em que ele termina a dor do que não foi vivido pode ser absurda. Num mundo como o nosso, a entrega para a experiência de vida acaba sendo evitada, por uma desculpa de autoproteção. Se não damos o nosso melhor, não há como perceber o quanto o outro se transformou a partir do encontro conosco. E, se não aceitamos o que o outro nos ofereceu, jamais vamos nos dar conta do quanto ele nos transformou também. A ficha cai bem na hora em que não há mais tempo para quase nada, ou, pior, no momento em que a relação morreu, acabou, deu seu último suspiro.

A grande dificuldade que temos em um relacionamento, por exemplo, é que nenhuma das partes envolvidas fala ou mesmo analisa sobre a possibilidade do fim antes que ele chegue de maneira definitiva. Queremos acreditar que tudo é para sempre, que de algum jeito as coisas vão dar certo. Mas, de verdade, nada é para sempre. A dificuldade que temos em encarar que as relações mudam, que as pessoas mudam, e que inclusive nós mudamos é um dos maiores desafios das relações humanas. Aliás, quando falamos sobre a vida profissional, o mundo das perdas também não é muito diferente. Desde jovens somos obrigados a pensar que só há um caminho de sucesso e de felicidade para nós. E isso, em geral, significa ter uma carreira de muita ascensão, um ótimo salário, uma conta bancária polpuda, uma família no melhor estilo “margarina” (pai, mãe, filhos, com todos sentados numa mesa felizes e animados) e uma saúde eterna.

Mas, quando a realidade bate na nossa porta, percebemos que as carreiras de sucesso e a fartura de dinheiro são condições raríssimas e muitas vezes cercadas ou preenchidas de profundas decepções e muito sacrifício. A família perfeita não existe e, por causa de conflitos com os quais não aprendemos a lidar, as perdas vão se sucedendo e causando muito sofrimento. No entanto, quando a saúde se esvai – esta, sim, muito pouco valorizada perto das outras dimensões do ser humano – é que contemplamos pela primeira vez a possibilidade de nossa real finitude. E é por causa dessa perda que conseguimos olhar para o que realmente importa nesta existência: só deveríamos levar em conta aquilo que não se conta. Não se fala sobre “como perder” nas rodas de conversa, nos grupos de WhatsApp, no almoço de domingo com a família ou na happy hour com os amigos. Existe curso para tudo, preparo para quase tudo, até para o que pode não acontecer.

Por que, então, não somos preparados para perder, fracassar, cair? Há que se entender que não há fracasso diante das perdas ao longo da nossa trajetória. É preciso ter respeito pela grandeza do ser humano que enfrenta seu caminho e o reconhece como fonte de evolução e amadurecimento. O verdadeiro herói não é aquele que foge frente à possibilidade da derrota, mas aquele que a reconhece como sua maior sabedoria. Sempre comento que o que fica é a última impressão. Você se casa com a pessoa mais incrível do mundo, passam anos juntos caminhando lado a lado, mas daí os desencontros acontecem e a relação termina. Qual a lembrança que, em geral, fica? A dos momentos finais, as brigas, discussões, acusações. E você só consegue manter na memória tudo o que ela lhe fez de mal e sente uma dificuldade enorme ou até uma incapacidade de valorizar o que foi vivido de bom. E que histórias de últimos dias contarão a nosso respeito ao final de uma relação, ou na saída de um emprego? Como nos comprometemos a valorizar o que aprendemos com experiências importantes que vivemos e que tiveram fim? O sofrimento pelas perdas intangíveis também é um tipo de luto.

O processo de restauração da nossa autoestima e de reconhecimento daquilo que temos de melhor leva tempo e trabalho de reflexão. Só quando a gratidão permeia nossos pensamentos ao redor do evento perdido é que o sofrimento do luto vai embora – e isso pode demandar tempo. E é difícil lidar com a possibilidade de aceitar esse fato quando ainda estamos muito machucados por isso. Mas com paciência e amorosidade teremos chance de nos libertar desses pesos e seguir caminhando com leveza pela vida.

A questão é que o tempo do luto por qualquer que seja a nossa perda (um ciclo de trabalho que chega ao fim, o término de uma relação, uma falência, o rompimento de uma amizade) compromete a qualidade do tempo que vivemos. Isso porque, em geral, a vida segue e parece não haver espaço para pausa e para processarmos o que ocorreu. O que fazer então se a vida pede pressa e a alma pede calma? Penso que deveríamos, primeiro, evitar culpar os outros e, a partir disso, viver o que temos de melhor a cada momento, nos entregando a cada relação. A perda é inerente à vida e faz parte dela.

Ao entender que isso é inevitável, podemos tentar ficar mais apaziguados para não temê-la – ou evitá-la quando acontecer. Acredite, nosso tempo de vida um dia acaba – isso é realmente inevitável –, mas a forma como escolhemos estar aqui pode trazer experiências de imortalidade. Para sermos vitoriosos na nossa jornada é necessário aprender a não ganhar sempre. Perder nosso apego pela tristeza do fracasso é um bom caminho de vitória. Assim, é importante sabermos que, apesar de difícil, podemos escolher como vamos encarar as perdas da vida. Se vamos fazer isso como um sofrimento eterno ou como gratidão.

A série Dilemas é uma parceria entre a revista vida simples e a The School of Life e traz artigos assinados por professores da chamada “Escola da Vida”. A série tem como objetivo nos ajudar a entender nossos medos mais frequentes, angústias cotidianas e dificuldades para lidar com os percalços da vida.

A The School of Life explora questões fundamentais da vida em torno de temas como trabalho, amor, sociedade, família, cultura e autoconhecimento. Foi fundada em Londres, em 2008, e chegou por aqui em 2013. Atualmente, há aulas regulares em São Paulo e no Rio. Para saber mais: theschooloflife.com/saopaulo

Ana Claudia Quintana Arantes é médica geriatra, especializada em cuidados paliativos. É professora da The School of Life, em São Paulo, onde ministra, entre outras, a aula Como Lidar com a Morte. Ana Claudia acaba de lançar o livro A Morte É um Dia Que Vale a Pena Viver (Leya).


 por Hugo Bethlem, via Instituto Akatu

Comentário Akatu: o brasileiro está refletindo mais antes de fazer uma compra, forçado pela crise econômica, como diz o artigo abaixo, do administrador Hugo Bethelem, que integra o Conselho Consultivo do Instituto Akatu. A crise é uma boa oportunidade para levar as pessoas a praticar o consumo consciente, mas é essencial que essa mudança de comportamento seja permanente. Para isso, é fundamental que as pessoas percebam que seus atos de consumo impactam não só no seu bolso, mas na sua vida, no meio ambiente e em toda a sociedade e na economia.

Será que o brasileiro está evoluindo para o Consumo Consciente? Esta pergunta aparece numa pesquisa realizada e publicada no caderno especial de Sustentabilidade do Estadão. A resposta pela pesquisa é SIM. O ICC – Indicador de Consumo Consciente desenvolvido pelo SPC Brasil e CNDL afirma: “as pessoas passaram a ter mais consciência da utilização de bens por causa da crise econômica”. Opa! Então estão evoluindo para o Consumo Consciente pela dor e não pelo amor!

Mas será que a culpa é dos consumidores brasileiros ou dos varejistas brasileiros que ao sinal da primeira crise (não que esta que estamos saindo não tenha sido brava, a pior desde o plano Real) invadem as TVs, Jornais e folhetos nas casas do consumidores para lhes oferecer “Promoções” , “Ofertas Imperdíveis”, “Leve mais e Pague menos” (Mesmo quando o Consumidor não precisa, não quer, ou não sabe nem porque esta comprando…outra pesquisa também do SPC aponta para 77% dos Consumidores entre 18 e 30 anos se arrependem de uma compra desnecessária que fizeram).

Onde está a consciência do varejo nessa hora? Ao invés de ajudar na educação financeira de seus consumidores, mesmo abrindo mão de ganhos imediatos ou vendas por impulso que na verdade só alimentam uma grande frustração destes na sequência.

O Brasil há muitos anos é o recordista mundial de reciclagem de latas de alumínio. Uau! Mas por quê? Por consciência ambiental ou por sustentabilidade financeira dos milhões de catadores no país que com isso vivem com uma renda superior a do salário mínimo? Ou seja, reciclagem gera impacto financeiro positivo levando mais riqueza às comunidades de catadores e permitindo que essa riqueza volte para a economia em forma de consumo… mas qual consumo? Inconsciente ou consciente?

Desde que comecei a trabalhar com o tema sustentabilidade (e garanto que tenho muito caminho a percorrer e aprender) tenho me deparado com a velha desculpa do “Investimento” e o “Retorno de longo prazo e só na imagem”. Tudo isso é muita miopia por parte de quem lidera as companhias e tem ainda essa visão, pois sustentabilidade só será sustentável se começar pelo “bolso” das companhias. Só assim terá a devida atenção por parte dos dirigentes e demais stakeholders da operação.

Mas não podemos continuar consumindo como se o mundo fosse acabar amanhã e nada sobraria para as próximas gerações, aliás, aquelas que estamos vendo por aí. Hoje no planeta há 1,9 bilhão de seres humanos com menos de 15 anos (maior agrupamento entre todos os outros), o que de um lado nos dá grande esperança no futuro, mas de outro nos deixa apreensivos se nada deixarmos para eles.

Afinal qual é o propósito da sua vida? O quê você veio fazer neste planeta? Porque ao longo de nossa vida consumimos recursos naturais e devolvemos cocô, xixi e lixo! Será que nossa passagem pela Terra representa esse papel “animal irracional” ou fomos dotados de um cérebro e acumulamos conhecimento através de nossa inteligência para contribuirmos com um mundo melhor?

O resultado da pesquisa da ICC aponta então para essa conclusão: o brasileiro é consciente quando dói no bolso e não na consciência! Mas talvez a crise tenha deixado seu legado positivo, um consumidor mais “consciente” – na verdade mais cauteloso – que tem medo de comprar sem precisar (apesar das inúmeras tentações do varejo) e, principalmente, devido aos juros escorchantes no Brasil, passou a ser muito mais consciente em se endividar, emprestar seu nome a parentes e a amigos e comprar sem saber se poderá pagar.

Mas nem tudo são notícias ruins. Sim, o brasileiro está aprendendo uma lição positiva que vai perdurar e se multiplicar. Dados da pesquisa ICC aponta as principais vantagens que os entrevistados declararam ao praticar o Consumo Consciente: 37,1% afirmam que economizar é fazer o dinheiro render mais, 21,6% se sentem satisfeitos por saber que estão fazendo algo positivo para o futuro das gerações, 16,7% tem a sensação do dever cumprido e que estão fazendo o que é correto para a sociedade, 10,4% acreditam que estas atitudes de Consumo Consciente contribuem para a melhoria nas condições sociais de uma forma geral.

Texto publicado originalmente no portal Mercado & Consumo.

 


O assunto costuma a tomar conta das rodas de conversa entre os homens.

Entre os conversadores predomina o gosto pelos pubianos femininos mais volumosos, estilo aqueles das fotos clássicas das atrizes Cláudia Ohana e Vera Fisher, dois símbolos sexuais da sua época.

A turma das gerações mais novas prefere as meninas usando pelos à la “Hiltler”, ou seja, pelinhos curtinhos bem definidos.

Contudo, conheço muitos homens que afirmam gostar dos estilo “Ronaldinho Fenômeno”, ou seja, peladinha lisinha. E outros dizem que o ideal é na meidada certa sem, entretanto, dizer o que seria essa tal “medida certa”.

As mulheres não gostam muito de falar sobre o assunto de forma aberta, mas via de regra escuta-se que a opinião dominante entre elas é que não gostam muito daquele “matagal”, preferem deixar a “perseguida” com poucos pelos, algo entre e versões “Hiltler” e “Ronaldinho Fenômeno” – numa comparação com o corte de cabelo masculino seria algo tipo usar a máquina nu número 2.

As peludinhas são mais, digamos, naturais e por isso deixam as mulheres mais mulheres, principalmente quando já estão se aproximando da famosa “idade da loba”. As mais jovens, porém, caem bem no estilo “Hilter”, “selo postal” ou mesmo “pista de avião”.

Porém, o mais importante de tudo isso é a mulher se sentir bem com um ou outro estilo e, lógico, sempre que puder atender a um pedido do parceiro que, eventualmente, deseje ver as “vergonhas” da sua mulher “daquele jeito”. Aliás, de repente, para deixar o clima mais tórrido, ele mesmo pode fazer o corte necessário conforme queira para determinada situação especial.

“E, você Bob, tem alguma preferência em especial?”, pode perguntar uma leitora curiosa.

Bom, confesso que sou meio conversador nessa coisas, se é que me entendem (Rsrsr).

E vocês, meus caros leitores e minhas caras leitoras, como encaram essa temática pra lá de picante???

O Blog do Robert Lobato aguarda a opinião de vocês.

Até a próxima!


E quem é ela? Como podemos reconhecê-la ou saber se realmente a encontramos? Saber o que há por trás dessa busca vai ajudá-lo na construção de um relacionamento mais equilibrado

Se você acha que essa conversa de par perfeito é apenas nome de site de relacionamento, está enganado |

Liane Alves, via Simples Digital

Você cultiva valores e princípios éticos, está relativamente feliz no trabalho e com você mesmo. Então, quer me explicar por que sua vida amorosa nos últimos anos tem sido um desastre? Ou, então, por que, depois de tanto tempo, tudo parece se encaixar milagrosamente na relação atual? Ou, ainda, por que o que antes era bom agora está ficando ruim ou, então, por que o que antes era ruim agora está ficando bom? Dá para responder, medir ou avaliar e, dessa maneira, chegar a uma conclusão que possa servir de orientação para outras pessoas? Existe uma razão, ou várias, para que isso ocorra?

Antes de tentar responder essas perguntas, fica aqui uma sugestão: leia com atenção o que dizem alguns terapeutas a respeito da relação a dois. Eles têm algo muito importante a dizer que talvez você não tenha considerado antes. Com base nesse novo conhecimento, é possível que seu olhar para sua vida amorosa, e as dificuldades que você tem com ela, mude completamente. Experimente ir até o fim, e depois me diga.

Existe o par perfeito?

Se você acha que essa conversa de par perfeito é apenas nome de site de relacionamento, está enganado. Muitos psicólogos sérios apostam nessa equação (bem, há psicólogos sérios que também a renegam, mas isso a gente vai ver depois). Basicamente o que esses experts dizem é que há pares que têm, sim, muito mais predisposição para darem certo. Para afirmar isso sem margem de dúvida, eles se fundamentam em pesquisas feitas durante anos com um número expressivo de pessoas, como a antropóloga americana Helen Fisher, que reuniu 40 mil voluntários para fazer seus estudos. Outros carregam especializações de reconhecimento inegável, como licenciaturas em Harvard, como a psicóloga americana Linda Blair.

Os estudos desses profissionais partem de critérios às vezes estranhos ou inesperados. Por exemplo, a especialista Linda Blair afirma que a ordem de nascimento na família (isto é, o fato de ser o filho ou filha mais velho, do meio ou caçula) influi drasticamente numa relação a dois.

Isso mesmo. Para ela, algo que pode passar batido durante uma vida inteira pode ser fator de importância crucial numa parceria amorosa… Mas olhando com cuidado sua proposta, antropologicamente, pelo menos, ela não parece ser descabida. Segundo a pesquisadora, filhos mais velhos tendem a ser mais responsáveis porque neles são depositadas muitas das esperanças da família (que eles procuram corresponder, inclusive). E justamente porque é depositada muita confiança neles, esses homens e mulheres terão a tendência de se tornarem mais confiantes, bem-sucedidos e assertivos, embora sempre carreguem uma incrível necessidade de aprovação. Por outro lado, os irmãos que nascerão a seguir poderão se tornar mais competitivos e, talvez, mais individualistas e independentes. Agora, coloque dois filhos mais velhos juntos numa relação amorosa… Eles poderão começar a competir entre si pelo que deve ou não ser feito em primeiro lugar (escala de prioridades) ou como as coisas devem ser conduzidas (modos de gerenciamento). Essa condição pode ser agravada pelo temperamento de cada um. Se os dois forem impulsivos e agressivos, por exemplo, é plausível esperar por muitos conflitos. Porém, a união pode se tornar proveitosa e rica se ambos tiverem um espírito mais conciliador e forem capazes de aprender um com o outro.

Ainda de acordo com esse estudo, as pressões da família já serão bem menores com relação ao filho (ou filhos) do meio, que tendem a ser mais relaxados, não convencionais e socialmente simpáticos (embora eles tenham a necessidade de chamar a atenção), e são quase nulas com relação ao caçula, que tende a ser mais poupado, mimado e dependente (um pouco como o filho único). Coloque agora dois caçulas juntos como marido e mulher, e será possível assistir a um eterno jogo de empurra-empurra de responsabilidades. Portanto, de acordo com as conclusões de Blair, filhos mais velhos tendem a se dar melhor com caçulas (e vice-versa), pois são complementares nos seus anseios, e filhos do meio terão melhores chances de se dar bem com todos, porque têm mais abertura e flexibilidade, pois deles não se esperam papéis muito definidos (isso para resumir bem a história, quem quiser se aprofundar nesse assunto pode ler o livro Birth Order: What Your Position In The Familly Really Tells About Your Character (ainda sem edição em português).

A antropóloga americana Helen Fisher também tem lá sua teoria sobre os melhores encaixes entre as diversas parcerias. No livro Why Him? Why Her? (Por que ele? Por que ela?, também sem edição no Brasil), ela define o que seriam os quatro perfis básicos comportamentais dos seres humanos: exploradores (gente criativa, não conformista, otimista e corajosa), construtores (mais conservadores, confiáveis e rígidos), dirigentes (ambiciosos, persistentes, dinâmicos e estrategistas) e negociadores (éticos, flexíveis, afetuosos e generosos). Fisher afirma que esses tipos geralmente não são puros e que são constituídos aos pares: uma pessoa pode ser exploradora/negociadora, outra construtora/dirigente, e assim por diante.

Conclusão fácil de adivinhar: a relação é mais fácil entre pares semelhantes. Mas relacionamentos mutuamente mais ricos e interessantes podem ser alicerçados em opostos complementares. Num relacionamento a longo prazo, por exemplo, uma negociadora/exploradora pode precisar da persistência e da firmeza de um negociador/construtor, assim como ele pode se beneficiar da ousadia, flexibilidade e criatividade de sua parceira. Além disso, segundo Helen Fisher, a troca pode ser facilitada porque eles têm uma base comum – são ambos negociadores.

Também há os terapeutas, como os antroposóficos, que se baseiam nos temperamentos definidos por Hipócrates, na Grécia Clássica (sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático) e outros pelos seus equivalentes indianos (pitta, vata e kapha), estabelecidos pela medicina ayurvédica. Esses temperamentos, chamados de gunas, ou energias de base, também estão presentes, de certa forma, na astrologia ocidental. Eles são definidos pelos quatro elementos que dividem os 12 signos astrológicos em grupos de três (terra, fogo, ar e água). Como sempre, para os astrólogos, os pares que pertencem ao mesmo elemento têm chances maiores de formar um casal equilibrado. Portanto, há todo o tipo de combinações possíveis que podem orientar quem vai se dar melhor (ou pior) com quem. Mas a questão é: as afinidades vão mesmo definir um bom relacionamento? Ou vão torná-lo mais morno e previsível? E a pergunta que não quer calar: será que a alma gêmea existe? (por favor, não descarte essa possibilidade antes de chegar ao final do texto).

Antes do amor chegar

Idealizações excessivas podem fazer mal para quem ainda não encontrou seu par. O preciosismo dessas resistências pré-concebidas chega a ser engraçado, e até mesmo bizarro: ah, ele não é legal porque usa meia branca; ah, ela não serve porque gosta de drops de eucalipto… O ideal é não se apoiar demais numa lista de qualidades ou defeitos. Nesse terreno das preferências, muita coisa pode ser ultrapassada quando existe amor e química sexual recíprocos.

O mais comum nessa história é que o outro esteja distante de nossas expectativas – e esse golpe tem de ser assimilado. “Gosto muito de lembrar o poeta Mário Quintana, que dizia que para ser feliz com uma pessoa, você, em primeiro lugar, precisa não precisar dela. Não há necessidade do outro cobrir toda nossa lista de carências ou exigências”, diz a psicanalista e psicoterapeuta paulista Irene Cardotti. “Acho mais importante a pessoa perguntar para si mesma: o que tenho a oferecer para o meu parceiro? E aplicar a energia em se conhecer, cuidar e sobretudo gostar mais de si, sem pensar exclusivamente em exigir ou em agradar alguém”, diz ela. “Além de começar a apreciar quem você é, também é aconselhável aprender a gostar de quem gosta de você. Muitos relacionamentos patológicos podem começar com uma pessoa querendo manipular a outra para forçá-la a amar.

Isso não é bom, nem para o manipulador, nem para o manipulado”, conta Irene. Dessa maneira, a expressão de um encantamento natural transforma-se apenas em sedução e tentativa de controle, um jogo doloroso. É mais sábio se preparar melhor para o encontro amoroso do que entrar nessa disputa frenética.

Outra boa ideia é se abrir para as diferenças que o outro vai trazer como algo natural. “Elas podem enriquecer e despertar outros interesses. Podemos acolher e agregar o que é diferente e nos transformar com essas novas possibilidades”, afirma a terapeuta, que faz um curso sobre a construção do amor maduro. “Toda pessoa traz um pacote pronto para a relação: sua ancestralidade, sua herança familiar, seu temperamento e personalidade. Isso tudo pode ser um estímulo e um desafio, ou um grande empecilho. Amar é sempre uma escolha”, diz ela.

Fazer planos juntos e não ficar apenas na contabilização dos defeitos também fortalece a relação. “É bom quando se baseia principalmente no respeito e na admiração mútuas. E não só apenas nas semelhanças”, finaliza.

A construção da relação madura

Ninguém discorda até aqui que um maior número de afinidades entre o casal pode favorecer o relacionamento. Mas, como dissemos há pouco, os dois não precisam ser exatamente iguais em termos de temperamento, personalidade ou ritmo. O mais importante é que compartilhem os mesmos sonhos, que olhem na mesma direção. Porém, e se não for assim

Vamos nos lembrar novamente de que o amor é uma escolha. No momento em que decidimos estar ao lado de um parceiro, automaticamente vamos ter de admitir que teremos um trabalho a fazer pela frente, sobretudo interno. Não é mudar o outro que vai contar nessa história, mas sim mudar a si mesmo. “Essa conversa de príncipe ou princesa prontos não passa de um mito que prejudica demais as relações.

Acredita-se assim que nada precisa ser feito para que a harmonia seja predominante no relacionamento”, diz a psicoterapeuta paulista Sandra Taiar. “A perfeição não compõe com o encontro humano. No começo pode haver um encantamento, e a ilusão da perfeição, mas é na aspereza da realidade que vai se dar o verdadeiro encontro entre dois seres que se amam. É nesse momento em que você se despe de suas fantasias para escolher uma relação mais real”, diz .

Portanto, há de se arregaçar as mangas, se o relacionamento valer a pena e não for abusivo. “O amor é um caminho de autoconhecimento. Você será capaz de enxergar melhor seus limites e dificuldades, e o quanto é capaz de compreender, tolerar, ter paciência e se colocar no lugar do outro quando amar profundamente”, diz Sandra. Ao enfrentar as diferenças, há um grande potencial para mudanças internas duradouras. “Não é mais querer que o outro seja quem você quer, o que é uma grande ilusão, mas se exercitar na arte de conviver com a diferença trazida pelo outro. Em vez de se queixar, se decepcionar e até se afastar do parceiro por ele não ser quem você deseja, você torna-se capaz de sair de si mesmo e dos seus limites para acolher o outro. Com esse movimento, será capaz de enxergar muito melhor a si mesmo”, diz.

O que o amor quer ensinar

Vimos então que caminhamos em direção ao amor como se ele fosse uma resposta pronta para solucionar grande parte de nossos problemas. Ou como se ele fosse absolutamente necessário apenas para suportar uma existência insípida e vazia. Inconscientemente, esperamos que a pessoa certa vá chegar para colocar um The End em nossos conflitos, dificuldades e carências. “O amor de nossas vidas, a realização dos nossos sonhos. Aquela pessoa gloriosa que vai incendiar nossa alma e atiçar nossa paixão pela vida. Acordamos de manhã ao som da canção dessa promessa no rádio e adormecemos à noite com romances e filmes sobre duas pessoas desconhecidas que finalmente se encontram”, escreveu a autora americana Kathy Freston no livro A Pessoa Certa (Fontanar). Quem lá bem no fundinho do coração não quer ser esse protagonista dessa feliz história de amor? “Depositamos toda nossa esperança no dia em que essa será nossa história. Ansiamos por essa conexão de que ouvimos falar, com toda sua magia, seu mistério e encantamento; queremos ser iluminados e transformados simplesmente por estar na presença daquele ‘único e verdadeiro amor'”, diz Kathy no ínício do seu livro. Mas será que é isso mesmo? Existe esse par perfeito?

Um trecho de O Profeta, escrito por um dos poetas que mais entendeu do amor, Kahlil Gibran, recoloca de uma maneira completamente diferente a questão. “Quando o Amor te chamar, segue-o, ainda que seus caminhos sejam árduos e íngremes. E quando suas asas te envolverem, rende-te a ele, ainda que a espada escondida entre suas plumas te possa ferir. E quando ele te falar, acredita nele, ainda que sua voz possa despedaçar seus sonhos como o vento Norte devasta o jardim… Todas essas coisas o Amor te fará, para que conheças os segredos do teu coração e, com esse conhecimento, te tornes um fragmento do coração da Vida.”

Aí está. Além de saber que certos pares podem, sim, facilitar o relacionamento, de que o amor é uma construção consciente a dois e que as diferenças podem ser acolhidas mais generosamente, é preciso saber incluir um terceiro aspecto desse sentimento: o seu poder de catalisar e desenvolver velozmente o lado espiritual dos parceiros. “Você não alcança o sucesso no amor simplesmente porque encontra um companheiro e fica com ele pelo resto da vida; você alcança o sucesso no amor quando ele lhe proporciona uma maneira de continuar aprendendo sobre si mesmo e sobre o mundo à sua volta, tornando-se mais conectado com a unidade de toda a vida, de modo que cada experiência que você tenha – seja ela gloriosa, triste ou frustrante – torne-se um fio na teia de sua evolução. É o modo como você navega pelas rotas do amor que confere um propósito à sua estadia na Terra”, escreveu a americana Kathy Preston.

O desejo de viver um amor de uma forma densa e profunda pode instigá-lo a abrir cada vez mais o coração e, dessa maneira, levá-lo a um despertar espiritual. Isso pode ser incrível, mas também estarrecedor. “O amor o leva até ao seu limite – sua sensação de limitação – e então o empurra para ir mais além. Às vezes de uma forma delicada, gentil e generosa. Às vezes, de uma forma simplesmente enlouquecedora”, afirma a autora americana. É essa abertura que pode levá-lo a outro estágio espiritual.

Isso quer dizer que toda forma de amor vale a pena, como canta Milton Nascimento na música Paula e Bebeto? De certa forma, sim. Os diversos amores, se vividos de uma forma consciente, podem nos tornar mais humanos e nos conduzir a relações mais verdadeiras. Até que, quem sabe um dia, chegue o parceiro que nos completará em mais aspectos. Talvez não exatamente por ele ser nossa alma gêmea, ou par perfeito, mas por estarmos mais preparados para amar. Seja como for, as linhas de pensamento orientais afirmam que essa relação só chegará se tivermos o merecimento cármico para isso. Se não, continuaremos a aprender com as diferenças. Segundo essa visão, aprender a amar faz parte do nosso aprendizado aqui na Terra. E estamos aqui justamente para isso.

Arthuzzi é fotógrafo e colabora em vida simples há algumas edições. Ele gosta de clicar de tudo: gente, natureza, ambientes…

Liane Alves adora escrever sobre o amor e sobre autodesenvolvimento. Ela acredita que as palavras têm poder transformador. E têm.


Em alguns casos há mulheres que já têm uma predisposição em manter relacionamento homossexual, mas as convenções sociais as obrigam a casar com o sexo oposto.

A coisa acontece ainda de forma meio que silenciosa, mas é cada vez maior o número de mulheres que deixam os seus companheiros – maridos e namorados –  para relacionarem-se com outras mulheres.

E não pensem que esse “fenômeno” ocorre apenas no mundo das celebridade ou da high society nacionais. Não é não!

Aqui mesmo, no Maranhão, já há casos famosos de mulheres “bem casadas” que resolveram desistir do relacionamento hétero com os maridos em troca de uma aventura nos braços da “mulher amada”.

Mas, o que estaria levando parte da mulherada desistir do “rala e rola” com os homens e preferir o “esfrega e esfrega” com outra do mesmo sexo?

Bom, um amigo tem uma resposta rápida: a Rede Globo! 🙂

Vamos lá que a Globo tenha a sua parcela de responsabilidade na questão, mas prefiro levar em conta o que algumas amigas acham.

Uma delas, que jura que jamais trocaria um “pinto” por uma “aranha”, acha que isso acontece por decepção da mulher no relacionamento com o homem que um dia ela amou. Diz a amiga (que é jornalista): “Além de estar cada vez mais difícil no mercado, a maioria dos homens é safado e não leva a gente a sério, aí alguma mulheres acabam entrando em crise e resolvem apostar num relacionamento homossexual”.

Isso pode fazer algum sentido é verdade, mas acho que não resolve a nossa questão.

Talvez com o avanço na liberdade de escolha das pessoas, em especial da mulher, possa explicar o grande número de minas na busca de felicidade com outra “rachada”.

Penso que em alguns casos há mulheres que já têm uma predisposição em manter relacionamento homossexual, mas as convenções sociais as obrigam a casar com o sexo oposto. Daí que elas casam de véu e grinaldo, pó de arroz, buquê, vai para a lua de mel na “zoropa” e depois de algum tempo do casamento aparece alguma crise, uma pulada de cerca do cara e aí… pronto! Está dada a senha para a moça deixar o “sem vergonha” e procurar a felicidade com outra.

De qualquer forma, o que vale nesse processo é a pessoa ser feliz no amor.

E no caso do cara que levou chifre da companheira com outra mulher, resta tentar mostrar a sua competência e administrar a duas. Aliás, conheço um cara que foi sugerir à esposa para colocar uma terceira garota para esquentar a relação e acabou perdendo a esposa para essa “terceira”. Quase ele se mata!

O fato é que os marmanjos, principalmente os metidos a “pegador”, que se cuidem.

Há uma gata à espreita querendo roubar a mulher vocês…

Até a próxima.


Ela conta que não bastassem om traumam que os colaboradores enfrentam, e as sequelas que ficam por conta dos assaltos, eles ainda têm que arcar com o pagamento do valor levado pelos marginais.

Ganhou uma repercussão considerável o post “Vagabundo faz a festa: A falta de segurança na rede de farmácias Extrafama”, publicado no sábado, 11 (veja abaixo).

Após o post, dois importantes fatos ocorreram.

O primeiro foi o comentário deixado pelo vereador por São Luis, Ricardo Diniz (PCdoB), afirmando que irá apresentar um projeto de lei exigindo que as redes de farmácias equipem as lojas com segurança privada para dar maior tranquilidade aos colaboradores e clientes.

“Meu querido Robert, essa semana darei entrada em um projeto para garantir a segurança dos colaboradores da empresa e clientes. Faremos um debate bem amplo e tentar encontrar a melhor solução, só não podemos ficar à mercê da violência”, comentou o vereador.

O segundo fato, este além de importante muito grave, ocorrido a partir do post sobre a falta de segurança nas farmácias de rede Extrafarma, diz respeito a uma denúncia feita por uma funcionária que encontra-se “encostada” pelo INSS justamente por ficar inapta ao trabalho após inúmeros assaltos da qual foi vítima.

Funcionários pagam pelos assaltos

Em contato com o Blog do Robert Lobato, a colaboradora, que aqui vamos chamá-la de “Mirtiz”, pois ela pediu para ter a sua identidade real sob sigilo, disse que os assaltos nas farmácias da rede Extrafarma são recorrentes e em alguns casos os clientes e funcionários passam por um verdadeiro terror.

Segundo Mirtiz, em todas as lojas em que ela trabalhou houve assaltos: Renascença, Cohab, Cidade Operária e no Pingão/Planalto. Ela conta que não bastassem os traumas que os colaboradores enfrentam, e as sequelas que ficam por conta dos assaltos, eles ainda têm que arcar com o pagamento do valor levado pelos marginais.

“Fui contratada pela Extrafarma em meados dos anos 2000 e desde o primeiro ano que comecei a trabalhar nas farmácias da rede fui vítima de assalto.  Começou pela loja do Renascença depois Cohab, Cidade Operária e por último na unidade do Pingão/Planalto. É uma situação muito traumatizante, pois os funcionários são humilhados, sofrem agressões dos bandidos, enfim, são os piores momentos que uma pessoa pode passar. O assalto na farmácia do Pingão foi um horror. Até hoje vivo sob prescrição de remédios controlados, passei por um grave estado de depressão, fui diagnostica com síndrome do pânico e não tenho condições de voltar a trabalhar, atualmente encontro-me encostada pelo INSS. E se não bastasse todo o drama que a gente passa durante os assaltos, os funcionários ainda são obrigado a pagar pelo valor levado pelos assaltantes. A Extraforma cobre apenas R$ 150,00 do valor assaltado o resto é descontado dos colaboradores independente do montante roubado”, relatou Mirtiz ao Blog do Robert Lobato.

O Pior é que esse escárnio, esse assédio moral escancarado, enfim, essa sacanagem, provavelmente não deve ser um privilégio somente da rede Extrafarma. As outras redes de farmácias devem fazer o mesmo com o seus colaboradores. Ou seja um verdadeiro AB-SUR-DO!!!

Que as autoridades competentes, incluindo o Ministério Público do Trabalho, tenham a coragem de apurar essas denúncias e punir exemplarmente todos os que andam à margem da lei.

E se precisarem da colaboração do Blog do Robert Lobato é só entrar em contato.


Eu usei a negatividade dos outros para acender a minha fogueira e me manter no caminho | Crédito: Ilustração: Indio San

Marcelo Mingo, via Vida Simplwa

Na adolescência, Lizzie Velasquez recebeu o epíteto de “mulher mais feia do mundo”. Um vídeo de poucos segundos de sua imagem na internet tornou a jovem americana conhecida pelo infeliz título. O surpreendente é que Lizzie não se deixou afetar pelo julgamento alheio, e virou a mesa quando o assunto é a sua autoestima.

Ela possui uma doença rara que afeta apenas três pessoas no mundo. Ainda sem nome, sua condição não permite acúmulo de gordura e ganho muscular, e, por isso, ela pesa cerca de 30 quilos desde pequena. A doença também causou a perda da visão de seu olho direito e parte da capacidade de enxergar do esquerdo. E afeta o sistema imunológico. O fato de andar, falar e pensar por si mesma é considerado um milagre pelos médicos.

Lizzie tinha tudo para ser alguém amarga. Mas, com o apoio da família – que sempre a tratou como qualquer outra pessoa -, a jovem decidiu não permitir que sua aparência definisse quem ela era. Ver o lado positivo da síndrome tornou-se uma missão: “Eu tive uma vida muito difícil, mas tudo bem”, diz. “Posso ficar doente muitas vezes, mas tenho um cabelo lindo”, brincou durante uma palestra para a organização ted, no final de 2013. No vídeo, que viralizou no começo deste ano, ela explica como permitiu que as ações positivas fossem responsáveis por transformá-la na mulher que é.

Como resultado do bullying, Lizzie percebeu que dar atenção aos comentários maldosos de desconhecidos não a levaria a lugar algum, e usou essas adversidades como motivação para conseguir o que queria: tornar-se uma palestrante motivacional, uma autora publicada, graduada na universidade e mãe de família. Dessa lista, ela já conquistou três: trabalha como palestrante, vai publicar o terceiro livro – os dois primeiros são chamados Be Beautiful, Be You e Lizzie Beautiful – e se formou na Universidade do Texas em Comunicação. “Eu usei a negatividade dos outros para acender a minha fogueira e me manter no caminho. Façam o mesmo.”


Aplicativo criado por brasileiro no Vale do Silício conecta terapeutas e pacientes

Os profissionais cadastrados no FalaFreud passaram por um criterioso processo de seleção | Crédito: iStock

Letícia Gerola, via Vida Simples

Lançado oficialmente em outubro de do ano passado, o aplicativo FalaFreud, desenvolvido no Vale do Silício pelo brasileiro Yonathan Yuri Faber e seu sócio Renan Pupin, é a primeira plataforma no Brasil que possibilita ao usuário acessar facilmente o terapeuta. Por meio de mensagens de texto, áudio ou vídeo, o paciente entra em contato com o psicólogo de qualquer local que ele estiver, eliminando a necessidade de um encontro presencial. Desde seu lançamento, a startup registra crescimento de 30% ao mês.

Desenvolvido para romper a barreira entre o paciente e o terapeuta, o FalaFreud quer facilitar e democratizar o acesso de quem busca atendimento. Por meio de uma assinatura mensal no valor de R$ 299, a plataforma viabiliza a interação com o terapeuta de diferentes formas. O contato deve acontecer no máximo duas vezes ao dia, em horários flexíveis – diferente da terapia presencial. “Percebemos que muitas pessoas não procuram por terapias porque sentem vergonha de falar e expor suas dificuldades. Por isso, desenvolvemos um aplicativo capaz de fazer a ponte entre os pacientes e terapeutas, afim de aproximá-los e tornar o atendimento cada vez mais produtivo e eficaz. Além disso, tudo que acontece por meio da plataforma é confidencial e seguro, pois as mensagens são criptografadas”, afirma Yonathan Faber, CEO do FalaFreud.

Os profissionais cadastrados no FalaFreud passaram por um criterioso processo de seleção, onde tiveram que responder diversos questionários referentes a especialidades, como foco, experiências, além de enviar toda documentação técnica para verificação. Em seguida, o cadastro é analisado por uma terapeuta contratada do FalaFreud e define se o profissional está apto a ingressar ou não na plataforma. Para os usuários que desejam utilizar o serviço, não é necessário guia médica ou encaminhamento. Só é preciso baixar o aplicativo, responder algumas perguntas e o usuário é direcionado a um terapeuta compatível.“Estamos bem satisfeitos com o andamento do aplicativo. Atualmente, a plataforma conta com mais de 50 profissionais ativos, que auxiliam pacientes no Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Portugal e Suíça.”, completa Yonathan.


Outra novidade é que o Messenger agora conta com acesso às linhas de prevenção do Facebook

O Facebook anunciou hoje algumas melhorias com foco em prevenção de suicídio. E uma das iniciativas pode contribuir para diminuir as ocorrências de pessoas que usam a plataforma de vídeos da companhia para transmitir a própria morte ao vivo.

As ferramentas de prevenção da companhia serão integradas ao Facebook Live. Assim, se um usuário notar comportamento estranho de um amigo que estiver fazendo transmissão, ele tem como intervir diretamente e avisar a rede social. “Também vamos disponibilizar recursos para que a pessoa reportando o vídeo consiga auxiliar o amigo”, explicou a empresa.

Já a pessoa que está fazendo a transmissão verá surgir uma série de recursos na tela. “Eles podem entrar em contato com um amigo, falar com um serviço de ajuda ou consultar dicas.”

Outra novidade é que o Messenger agora conta com acesso às linhas de prevenção do Facebook. Páginas de entidades especializadas poderão conversar diretamente com a pessoa afetada, o que torna a experiência mais ágil e efetiva.

Por fim, o Facebook vai usar inteligência artificial. Os robôs da companhia foram alimentados com conteúdo visto em postagens reportadas devido ao potencial de suicídio, então conseguem identificar ameaças mais rapidamente. “Essa iniciativa com inteligência artificial tornará a opção de reportar um post sobre ‘suicídio ou autoflagelação’ mais proeminente para posts potencialmente preocupantes.”

As atualizações, que começarão a aparecer pelos Estados Unidos, mostram que o Facebook está de olho num problema que tem potencial para causar dores de cabeça enormes. Recentemente, por exemplo, foi noticiado que a rede social levou duas semanas para tirar do ar o vídeo de uma garota que transmitiu seu suicídio pelo Facebook Live.

(Via Painel Político)