FRASE DO DIA

Pretendo ser candidato ao Governo do Maranhão pelo PSB e com apoio do PSDB.

(Roberto Rocha)

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JAIRO MARQUES
FOLHA DE SÃO PAULO

Jéssica, 25, em seu Bellatucci Café, que tem inauguração no sábado, 15 de julho.

Jéssica Pereira, 25, passou a última semana treinando a assinatura para não errar a mão em um dos momentos que considera mais importantes da vida: firmar o contrato de abertura de seu próprio negócio, um pequeno café e restaurante no Cambuci, no centro de São Paulo.

Uma promissora panqueca com massa de café e o nhoque de mandioquinha chamam a atenção no cardápio, mas o fato de a garota ser uma das primeiras empreendedoras com síndrome de Down do país é o que marca inicialmente a visita ao local, com cadeiras azul clarinho, mesas brancas e paredes cor-de-rosa.

Para realizar a façanha, Jéssica contou com economias guardadas por cinco anos em uma poupança da Caixa. Ganhou dinheiro em apresentações de teatro e em pequenos trabalhos de atendente.

Mas o grosso do recurso veio por meio da união e da aposta familiar no sonho de mais independência para a vida da cozinheira, que aprendeu quase tudo com a mãe, Ivânia Della Bella, 55, e aperfeiçoou-se no Instituto Chefes Especiais, que treina e encaminha pessoas com deficiência intelectual para o mercado de trabalho.

“Minha irmã, Priscila, e meu cunhado, Douglas, desistiram de comprar uma casa para eles e me ajudaram com o dinheiro que faltava. Eles são meus amores e meus sócios”, diz a empreendedora, que é metódica, disciplinada, apaixonada por novelas e é fã do ator Mateus Solano.

Jéssica ficará na cozinha do Bellatucci Café, que abre as portas neste sábado (15), mas pretende recepcionar cada um dos clientes, porque adora o contato com o público e servir as pessoas. Ao lado dela, irão trabalhar outras quatro pessoas downs, que terão jornadas de quatro horas. A família da garota ficará na retaguarda.

“Quero falar obrigada para cada um que vier aqui. Gosto de gentilezas, de pedir por favor, com licença. Chamei apenas amigos para trabalharem comigo para ter um ambiente de muito amor.”

Antes de tornar-se mulher de negócios, Jéssica preparou-se. Estudou em colégios de formação de pessoas com down e também em escolas convencionais. Frequenta fonoaudióloga, faz atividades físicas, aulas de zumba e logo quer entrar na faculdade.

“Cheguei a fazer um curso de cabeleireira, mas a minha vida é cozinhar. Faz cinco anos que estou me preparando para ter esse restaurante, que uma vez por mês, aos domingos, vai receber festivais gastronômicos e culturais”. De acordo com a mãe, Jéssica está “dando um norte para outras milhares de pessoas com síndrome de Down”.

“A sociedade está mudando e abrindo mais oportunidades para os downs, mas ainda é preciso muita batalha. Vamos dedicar nosso esforço, nossas economias e nosso trabalho pelo sonho da Jéssica”, diz a mãe.

Há pouco mais de um mês, a cidade de São Paulo ganhou o primeiro café, na rua Augusta, na região dos Jardins, comandado por pessoas com síndrome de Down, o Café Chefes Especiais.

O Bellatucci Café está na rua Hermínio Lemos, 372, e vai abrir de segunda a sexta-feira das 8h às 18h e, aos sábados, das 9h às 14h.


A Feirinha de São Luis parece que veio para ficar. É sucesso de público e, por conseguinte, de bons negócios para os feirantes.

O Blog do Robert Lobato esteve visitando, ontem, a Feirinha São Luís, ali no Centro da cidade, mas precisamente na Praça Benedito Leite, uma das mais tradicionais praças da capital maranhense.

Realizada pela prefeitura através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), a feirinha, como é popularmente chamada, é um espaço de vivência e convivência sociais onde pessoas de diferentes classes interagem de forma democrática e respeitosa.

Ivaldo Rodrigues: Secretário animado com o sucesso da Feirinha de São Luis.

Coordenada pelo secretário Ivaldo Rodrigues, atual comandante da Samapa, a feirinha funciona como uma espécie de vitrine para os produtos agrícolas cultivados na Ilha de São Luís. O espaço, que também contempla artesanato, artes plásticas, gastronomia, literatura e apresentações culturais, conta com a parceria do Governo do Estado, conforme informa o site da prefeitura.

Gente alegre, bonita, animada é o que mais chama atenção na feirinha. Claro, a multiplicidade da ações, as comidas típicas, artes, artesanato e a nossa cultura popular também dão aquele chame, digamos, a nossa mais bela e pura maranhensidade.

Talvez por ser um vereador experiente com vários mandatos, Ivaldo Rodrigues consegue fazer um ótimo trabalho da popular como é a Feirinha São Luís, ou seja, Ivaldo entende de gente, de povo, daí o sucesso que é esse projeto.

É verdade que o apoio do prefeito Edivaldo tem sido fundamental para o bom resultado que a feirinha vem obtendo. Aliás, o gestor da cidade é sempre presença garantida nos domingos que acontecem o evento.

Para o secretário Ivaldo Rodrigues, “esse projeto tem sido um sucesso porque é feito pelo próprio povo, por pessoas da cidade, pelos feirantes, pequenos produtores, microempresários, médios empreendedores e pela excelente equipe da Semapa, além, claro, do apoio que temos tido do prefeito Edivaldo e da parceria com o Governo do Estado”.

“Mas, Bob, o que adianta fazer uma feirinha dessa, montar barracas, bater fotos, saborear pratos típicos, apreciar a arte e cultura populares e as outras feiras da cidade não estarem bem cuidadas?”, podem questionar os críticos da Feirinha de São Luis.

Bom, uma coisa não inviabiliza a outra. A realização da feirinha é uma ação paralela à outras mais estruturantes com as reformas e reestruturações das feiras tradicionais da cidade. Aliás, perguntei ao secretário Ivaldo Rodrigues sobre a situação das feiras de alguns bairros da cidade e o mesmo garantiu que muitas coisas estão sendo feitas para garantir bons e melhores serviços aos consumidores ludovicenses.

O fato é que Feirinha de São Luis parece que veio para ficar. É sucesso de público e, por conseguinte, de bons negócios para os feirantes.

Confesso que gostei do que vi.

Parabéns à Prefeitura de São Luis, ao prefeito Edivaldo e para o secretário Ivaldo Rodrigues.


Comportamento nas redes sociais exacerba a polarização. E isso é perigoso para o debate democrático

NO CENTRO DA BOLHA, VOCÊ; AO REDOR, AS FONTES QUE VOCÊ ESCOLHE. O RESTO DA INFORMAÇÃO NÃO CHEGA.

Ana Freitas, Via Nexo Jornal

Chamaram de ‘filtro bolha’ (‘filter bubble’) o isolamento espacial de informação dentro do qual todos estamos quando usamos redes sociais como Facebook e Twitter. Essas ferramentas funcionam com o auxílio de algoritmos, fórmulas matemáticas que usam uma série de variáveis para determinar o conteúdo que exibem para você.

“Acabamos vendo o mundo pela lente das redes sociais. E amizades no Facebook são diferentes de amizades na vida real.” Christian Sandvig Professor de Comunicação na Universidade de Michigan, em entrevista ao Nexo.

A ideia, em si, não é de todo mal: a rede social quer exibir ao usuário apenas o que ele quer ver. Mas fomenta a polarização do debate político e tem outras consequências para a criatividade e o pensamento crítico, de acordo com cientistas.

Usuário se conecta com o que tende a concordar

O filtro bolha e esse isolamento de grupos que pensam diferente são consequências de um fenômeno chamado viés de confirmação, um viés cognitivo cujo efeito é chamar nossa atenção e aprovação para notícias e opiniões que reforcem nossas crenças pré-existentes.

Isso se reflete no comportamento de usuários nas redes sociais.O viés de confirmação faz com que o usuário se conecte apenas com quem concorde com o que ele diz e curta posts na mesma linha. E a rede social transforma essas ações em fórmulas para exibir mais conteúdo parecido com aquele.

“O filtro bolha tende a amplificar dramaticamente o viés de confirmação. De certa forma, ele é feito para isso. Consumir informações que corroborem com suas ideias de mundo é fácil e prazeroso; consumir informações que nos desafiem a pensar de novas formas ou questionar nossas presunções é frustrante e difícil.” Eli Pariser Autor do livro The Filter Bubble

Resultado: se você for como os 60% das pessoas que se informam usando as redes sociais, as informações que chegam ao seu feed de notícias só estão lá porque têm boas chances de que você concorde com elas.

Polarização e extremismo são a consequência

O professor Cass Sustein, jurista de Harvard, conduziu uma pesquisa em que separou dois grupos com orientações políticas opostas e pediu que cada grupo debatesse entre si seus posicionamentos em relação a políticas públicas específicas, como casamento gay e ações afirmativas.

Ele observou que, antes do debate, os conservadores e os liberais tinham visões mais plurais. Depois de discutir apenas com aqueles que pensavam parecido, a diversidade de visões caiu. Dos dois lados, os sujeitos entrevistados deram opiniões mais extremistas e polarizadas depois de debater com seus iguais.

O pesquisador Eli Pariser, autor do livro “The Fitler Bubble: What the Internet Is Hiding From You”, defende que o sistema democrático sai prejudicado, a longo prazo, quando esse tipo de fenômeno acontece.

“A democracia demanda que as pessoas sejam capazes de se colocar no lugar do outro, mas em vez disso nós estamos mais fechados dentro de nossas bolhas. Democracia demanda que dependamos daquilo que compartilhamos com os outros; em vez disso, estão nos oferecendo universos paralelos, separados”, argumenta Pariser em seu livro.

Há também pesquisas que falam da diversidade de gênero, raça, idade, etnia e orientação sexual como fatores correlatos com grupos mais criativos, inovadores, tolerantes e com pensamento crítico mais apurado.


Por Eden Jr.*

Após o colapso da Rússia de 1998, que colocou a economia global em alerta, com a drástica probabilidade de contágio mundial, o Brasil adotou, em 1999, uma nova política de condução econômica, que veio a ser conhecida como “Tripé Macroeconômico”. A intensão da proposta era dar mais poder de absorção de crises, previsibilidade e estabilidade na gestão econômica, e estava assentada em três grandes eixos: câmbio flutuante (a cotação do real, em relação às outras moedas, varia de acordo com a oferta e procura no mercado), meta fiscal ou superávit primário (o governo persegue saldo positivo entre suas receita e despesas, antes do pagamento dos juros da dívida) e meta de inflação (o Banco Central procura atingir um nível de inflação estabelecido).

O câmbio flutuante, de fato, nunca “flutuou livremente” de 1999 até hoje, o que não chega a ser uma aberração, pois é natural a intervenção do Banco Central (Bacen), no intento de que haja convergência para uma cotação que seja considerada satisfatória para dois relevantes parâmetros. O primeiro, o nível pretendido de inflação, que é impactado pela variação do dólar, pois boa parte dos produtos embute insumos que têm seus preços atrelados à variação da moeda estrangeira; e segundo, o volume almejado de exportações, que é influenciado, num prazo mais imediato, pelo poder de compra que as divisas externas possuem, para adquirir as nossas mercadorias. Já a meta fiscal, geralmente traduzida em superávit primário, que ajuda no pagamento dos juros da dívida e na redução do montante da dívida, o que gera mais confiança no país, foi mantida pelo ex-presidente Lula. Contudo, sob o mando da ex-presidente Dilma, e com a falaciosa “contabilidade criativa”, os superávits viraram déficits e deu no que deu, um desastre que já levou 14 milhões para fila dos desempregados. Este ano, ainda temos dúvidas de que consigamos “atingir” um déficit primário de R$ 139 bilhões.

O Decreto n° 3.088/1999 disciplinou o uso do regime de meta de inflação, que é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), integrado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, além do presidente do Banco Central. Caso a inflação ultrapasse o intervalo de tolerância da meta, o Presidente do Bacen elabora justificativa ao Ministro da Fazenda. Tal fato, aconteceu pela última vez em janeiro de 2016, quando a meta de inflação, para 2015, era de 4,5%, com tolerância de até 6,5%, porém a alta dos preços foi de 10,67%, e Alexandre Tombini teve que se justificar para Nelson Barbosa. A principal função do regime de metas é dar previsibilidade para a economia e passar a segurança de que a inflação não sairá do prumo, tendo em vista que o governo assume compromisso público em mantê-la sob controle.

Nesta quinta-feira, dia 29, o CMN editou a Resolução nº 4.582 e divulgou a nova meta de inflação para 2019 (4,25%) e 2020 (4%) – nesses dois anos o intervalo de tolerância permite uma variação de 1,5%, para mais ou para menos, sendo que a meta já estava estabelecida em 4,5% para 2018. A meta de inflação era fixada em 4,5% desde 2005, e a maioria dos agentes econômicos já vinha prevendo esse movimento de baixa. Isso depois de a subida de preços ameaçar sair do controle em 2015 (10,67%), enfrentar trajetória de baixa em 2016 (6,29%) e a previsão do mais recente Relatório de Mercado Focus do Bacen, de 23/06, ser de uma inflação de 3,48% em 2017 e de 4,30% em 2018. Há possiblidade, inclusive, de que o mês de junho registre a primeira deflação em 11 anos, com queda de preços em 0,07%.

Apesar de essa nova meta ser mais austera, está acima da praticada em muitos países, como Chile (3%), México (3%), Estados Unidos (2%) e Japão (2%). Ela ainda traz dilemas, como a questão do déficit fiscal que vem se agravando. Se reformas, como a da Previdência, não forem aprovadas é certo que o governo terá que fixar juros mais altos, e aí, especialmente, para conseguir mais dinheiro para cobrir esse rombo, fato que impactará negativamente na expectativa de recuperação da economia. Além disso, sai-se de uma concepção de que metas mais baixas significam crescimento menor, para outra, de que metas menores apontam para juros moderados, inclusive no longo prazo, e incertezas reduzidas, o que leva ao crescimento constante e duradouro.

Agora é esperar que a direção do Banco Central tenha autonomia para fazer seu trabalho – diferentemente da gestão Tombini, que se mostrou submisso aos dogmas de Dilma, quis baixar os juros na marra e colheu resultados reconhecidamente desastrosos – e leve o Brasil ao grupo das nações que têm inflação civilizada.

*Economista – Mestre em Economia (eden-jr@hotmail.com)


A ideia era publicar um post sobre o governo Flávio Dino, mas resolvi deixá-lo agendado para amanhã, segunda-feira, às 8h.

Ao invés de política, um texto sobre o que chamamos de vida e difícil arte de viver.

Viver é um processo que envolve eventos naturais, artificiais e, em tempos de internet, virtuais, muitos deles que fogem ao nosso controle e independem da nossa vontade ou da nossa escolha.

É um reino de objetividades e subjetividades, e o inter-relacionamento das duas coisas.

Às vezes somos levados a pensar que vida boa é a do vizinho até descobrir-se de que a realidade de quem mora ao lado é igual ou até pior do que a nossa. É quando nos sentimos aliviados e com a esperança de que nem tudo está acabado.

Somos um animal que evoluímos para viver em grupos sociais, mas, infelizmente, é comum esquecermos da necessidade daquele momento só nosso, longe de tudo e de todos.

Não se trata de crises, tristeza, depressão ou coisas do tipo, mas é importante darmos um tempo a nós mesmos para aquele solilóquio que faz bem ao coração, à mente e à alma.

São tantos os problemas que enfrentamos no nosso dia a dia que viver submetido apenas à dura realidade da vida pode se tornar um fardo pesado de carregar.

Trabalho, casa, família, violência, luta pela sobrevivência, crises políticas, instabilidades econômicas, guerras, terrorismos, se formos levar tudo isso em conta não seria surpresa um questionamento do tipo: esse mundo vale mesmo à pena?

Por ser aquariano tenho obrigação cósmica de ser otimista, ainda que certas angústias insistem a torturar o meio peito.

De qualquer modo, o pulso ainda pulsa e tempo não para, como bem cantam os poetas.

Deixo com vocês um trecho do livro “O Sucesso É Ser Feliz” do sábio Roberto Shinyashiki:

A luta é indispensável para realizar a metas da alma, ou seja, lutar é saudável quando se constrói a felicidade. O mais importante de tudo é poder ter a sensação de que viver vale a pena. Ser feliz é o mais compensador de todos os sucessos.. A felicidade é uma experiência ligada à sabedoria… E que nossa vida muda quando nos mudamos quando há uma transformação em nossas maneiras de encarar o mundo, as mudanças nunca ocorrem, amanhã, mas sempre hoje, no presente. Não acontece quando alguma coisa no mundo, ou nas pessoas que no cercam, se modifica, mas quando algo muda dentro de nós..

Ótima e abençoada semana para todos!


Sebrae disponibilizou uma série de materiais no portal EAD Sebrae

Sebrae disponibilizou mais de 200 cursos para quem quer empreender em 2017 (Foto: Reprodução/Pexels).

Por Redação da Revista PEGN

Todo empreendedor sabe a importância da capacitação. Mesmo assim, reservar tempo e dinheiro para investir em si mesmo passa longe de ser uma tarefa fácil. O Sebrae resolveu ajudar quem deseja aprender mais um pouco sobre empreendedorismo.

A instituição disponibiliza gratuitamente todos os seus cursos online em uma única plataforma, o EAD Sebrae. No portal, estão à disposição do empreendedor mais de 200 materiais completos.

O objetivo da iniciativa é incentivar a capacitação do empreendedor neste início de ano, período conhecido pela alta procura de cursos e mentorias. Sem a necessidade de qualquer investimento, os cursos do Sebrae contam com vagas ilimitadas e acesso imediato. Entre os temas disponíveis na plataforma, estão legislação, e-commerce, gestão financeira, redes sociais, microempreendedor individual e muito mais.

Os cursos são divididos em temas, segmentos e estado de atuação. Na plataforma, por exemplo, é possível encontrar cursos disponíveis para quem já tem um negócio e para quem está pensando em abrir a sua empresa.

A plataforma também conta com materiais em diferentes formatos, como jogos, vídeos e oficinas. Do total do material, 95 são exclusivos para quem já possui Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).


Falta de uma boa gestão está entre principais causas de fechamento das pequenas empresas Para garantir o sucesso de pequenas empresas, é necessário ter controle da gestão. E para tomar as melhores decisões, não basta reunir informações do cotidiano da empresa

Jiva Gestão Empresarial, via Administradores.com

Do planejamento ao pleno funcionamento de uma pequena empresa, uma boa gestão é algo que não pode ser dispensado. Prova disso são os resultados da pesquisa “Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida”, realizada pelo Sebrae, que aponta a falta de gestão como uma das principais causas de mortalidade de empresas.

Das empresas em atividade, 34% destacam uma boa gestão do negócio como fator mais significativo para a sobrevivência.

A pesquisa ainda mostrou alguns dos principais comportamentos de empreendedores de sucesso: antecipar-se aos fatos, buscar intensamente informações, planejar e monitorar cada etapa e buscar qualidade e eficiência. Também é importante ter metas e plano de ações para atingi-las.

Os resultados da pesquisa mostram principalmente que, para garantir o sucesso de pequenas empresas, é necessário ter controle da gestão. Para tomar as melhores decisões, não basta reunir informações do cotidiano da empresa. É preciso analisá-las de maneira consciente e prática, com base em dados concretos.

É por isso que investir em uma solução de gestão é a melhor decisão para pequenas empresas. Os ERPs, sistemas integrados de gestão empresarial, otimizam os processos através da automação e da integração dos diferentes setores das empresas, promovendo a evolução da gestão. Assim, a empresa terá dados confiáveis para tomar as melhores decisões no dia a dia, tornando-se mais lucrativa e competitiva.

A Jiva tem como objetivo entregar tudo isso às pequenas empresas, por meio de uma solução de gestão eficiente, que supera os ERPs tradicionais. Seu principal diferencial está no atendimento especializado desde o primeiro contato. Os consultores da Jiva analisam a fundo cada tipo de negócio – varejo, atacado-distribuidor, indústria ou serviços – para orientar sobre os processos mais adequados. Desse modo, a pequena empresa investe exatamente nos processos essenciais para a evolução do seu negócio.

Com a Jiva, é possível acompanhar todos os processos de pequenas empresas de forma integrada e totalmente online: compras, precificação, estocagem, vendas, distribuição, comissionamento, financeiro e procedimentos fiscais e contábeis. A Jiva ainda oferece treinamentos para a equipe, qualificando-a nas melhores práticas por processo, esclarecendo conceitos de gestão e facilitando o uso do ERP.

Se interessou pela Solução Jiva? Neste vídeo, você pode conferir como a Jiva aumentou em 20% a produtividade do estoque de uma loja de Minas Gerais.

Assistir agora.

 


A praça central de Belágua deu espaço para os agricultores da cidade exporem seus produtos na I Feira de Agricultura Familiar da cidade, promovida pelo Plano Mais IDH, do Governo do Estado do Maranhão, em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

A população teve a oportunidade de adquirir produtos de qualidade produzidos pelos participantes de programas de incentivo da agricultura familiar. De acordo com os feirantes, o saldo nas vendas foi positivo. O sucesso foi tanto que o prefeito Herlon Costa, que prestigiou o evento, informou aos agricultores e comunidade, em primeira mão, que a partir de agora a Feira acontecerá quinzenalmente com apoio da Prefeitura.

Participaram produtores da sede e de 9 povoados de Belágua que comercializaram hortaliças, farinhas, suínos, galinhas caipiras, legumes, peixes e outros produtos. O espaço também foi aberto a artesãos da cidade, que tiveram a oportunidade de vender seus produtos.


Via Comunique-se

Liderança em si é um tema que nem sempre foi debatido com a relevância que realmente merece, já que até alguns anos atrás o natural era lidar com o perfil chefia, ou seja, seres que não conseguiam entender o real significado do ambiente corporativo e o tratava conforme uma tribo repleta de índios que dizia ‘amém’ para tudo, e utilizava a força bruta para desempenhar o arroz com feijão nosso de cada dia – conforme bons cães adestrados.

O raciocínio jamais foi tão bem-vindo às empresas como atualmente, até pq, o ‘pensar’ sempre foi sinônimo de ameaça para os maus patrões que, não raras vezes, caíram de paraquedas em determinado cargo executivo e conseguiram ser sustentados durante anos pelo tal banho-maria regado aquela pitadinha escrota de sorte.

Entretanto, o mundo mudou, e, junto a ele, alternou-se também as características de todos os que saem de casa todas as manhãs para buscar o sustento dos filhos.

Chegamos ao ano de 2017 com a humanidade trabalhadora tentando deslocar-se a uma aceleração tecnológica que, aliada à irregularidade do mercado, faz com que o tempo de estratégia, produção e de ‘fazer as coisas darem certo’ diminua significativamente.

E, mesmo não sendo uma tarefa das mais fáceis, chegou-se ao ponto em que não é apenas uma questão de querência, meu caro. Vivemos a era do ‘vai ou racha’.

Com esse desenvolvimento desenfreado que o mundo vive e que nossas mentes tentam acompanhar sem que fiquemos muito defasados, tornou-se essencial enxergarmos o tipo de gestores temos à frente das empresas, pois, todos os que optarem pela inércia do próprio ego perderão seus postos – até então cativos – de capatazes da CLT.

Costumo dizer que não há liderança bem feita sem dois ingredientes básicos de sobrevivência a qualquer mortal: educação e empatia.

Como farei a gestão de um time se não sei pedir ou delegar com respeito? Como tomar uma decisão importante sem antes entender qual a dor do liderado que está sob a minha tutela?

Você pode ser o melhor negociador do mundo, pode falar sete idiomas e ter um currículo recheado de títulos e graduações. Entretanto, se não for, antes de qualquer coisa, um ser humano, jamais poderá ser considerado um alguém de sucesso pra valer.

Um líder não gera medo em seus colaboradores.

Sim, pq o liderado nada mais é do que um parceiro de trabalho e um alguém que está junto ao líder em prol de um resultado comum a todos.

Colaborador não deve ser tratado como inimigo ou rival, mas como a pessoa mais especial da vida do gestor durante aquelas horas de trabalho, até porque, ela é quem vai contribuir para que o pão desse gestor também chegue à mesa do café no dia seguinte.

O bom líder traz consigo algumas características indispensáveis ao exercício da função, como, por exemplo, a humildade com todos os profissionais que o cercam, independente de cargo ou departamento.

Além disso, ser uma pessoa autêntica, verdadeira, acessível e leal com seus profissionais também são fatores que contam pontos a favor deste ser que não consegue resultado algum sozinho (e sabe disso mais do que qualquer outra pessoa).

O ambiente corporativo nem sempre é considerado prazeroso, mas isto também é reflexo da gestão que conduz o departamento em questão.

Pq não criar um clima organizacional em que as pessoas tenham prazer em vir trabalhar? E olha que não é preciso grandes investimentos para se manter um time com o ponteiro do combustível assinalando ‘full’ quase que o tempo todo.

Para isso, seja um líder positivo, otimista, alto astral, que não vende problemas, pelo contrário, ecoa desafios a serem superados pelo grupo.

Incentive mudanças, proponha inovações aos processos do departamento, possibilite ao liderado que faça um job rotation nas demais áreas em que seu negócio impacta diretamente, e acredite: certamente isso contribuirá para que tenha uma visão sistêmica da coisa e, consequentemente, extraia seu melhor desenvolvimento e produtividade de um jeito sustentável.

Ser um líder que inspira com boas atitudes, sensibilidade, generosidade, confiança e credibilidade, é sim possível. Fácil? Não, não é. Mas com assertividade, até o ‘dizer não’ acaba sendo melhor recebido pela equipe – que a essa altura já está com sua inteligência emocional bem azeitada.

Fazer a equipe jogar o mesmo jogo do líder é essencial para os resultados surgirem com agilidade e segurança. No entanto, o comandante deve estar aberto ao diálogo, dando voz ao liderado para que ele sinta-se importante, valorizado e estratégico durante todo processo, do início até a entrega do resultado final.

Mais do que braços, hoje as pessoas também são cérebros, e isso, pasmem chefes à moda antiga, é mais do que fantástico para uma ideia se transformar em várias ideias e no decorrer dessa chuva de positividade, TCHANAM: receita! $

Atualmente não se deve agir mais com esse autoritarismo de pensamentos próprios. Quanto mais a criatividade de seu liderado for explorada, maiores as chances de você sorrir no fechamento do ano fiscal.

Tanto ouvir quanto mudar de opinião é um movimento salutar, e, embora difícil, humaniza o líder e o coloca no mesmo patamar do liderado. E isso não é vergonha, é sabedoria. Lembre-se de que existe diferença entre conhecimento e sabedoria, então, se você dominar todas as técnicas mas não for um alguém sábio, vai nadar, nadar, nadar, e morrer na praia.

A matemática corporativa de liderança chega ser bem simples para quem tem o coração aberto para aprender e evoluir, veja só:

Colaborador feliz = resultados melhores em quantidade e qualidade, ponto. Não há muito o que inventar.

Em suma, o perfil de líder para daqui em diante é totalmente humano.

Parece Piegas? Sim, porque é mesmo. Mas reforçar o clichê as vezes é necessário para dar um start na mente que acredita ser mais brilhante do que realmente é.

É óbvio que se meu maior capital é humano, devo agir de forma humanizada e não como se estivesse trabalhando com robôs e os tratando como lixo.

E quanto aos resultados? Sim, eles virão, fique tranquilo. É o foco, é a meta, é o alvo – e isso não se perde das vistas. Tudo gira em prol disso.

Contudo, o resultado é o grande centro e, se todo entorno não estiver redondinho, ele se apresentará quadrado e sem qualquer sustentação.

Quanto menos muros e mais pontes entre líder e liderado, maior será a produtividade e o faturamento da empresa.

Ops, venha cá. Segue abaixo mais um tiquinho de liderança assertiva:

– Tratar o colaborador com educação;

– Ser um facilitador e atuar lado a lado em seu desenvolvimento profissional;

– Elogiar em público e corrigir no privado;

– Deixar claro qual sua meta e o pq ela existe;

– Reforçar sempre sua posição estratégica dentro do negócio;

– Nunca mandar, e sim, pedir;

– E, quando pedir, que seja ‘por favor’, utilizando sempre um ‘obrigado’ após a entrega;

– Incentivar pausas durante o expediente;

– Saber delegar e dar autonomia para que ele execute com tranquilidade sua função;

– Absorver ideias e, se forem aplicáveis, utilizá-las;

– Pedir opiniões (deixando claro quem bate o martelo);

– Não impor regime ditatorial;

– Criar um ambiente amigável em que as pessoas tenham tesão em ir trabalhar;

– Não boicotar as ideias do liderado;

– Procurar dar os créditos para pensamentos do colaborador em uma reunião com a diretoria, por exemplo;

– Não pegar no pé do profissional como se ele fosse uma criança. Se você o contratou é pq confia nele. Se contratou errado a culpa é tua e não dele;

– Extrair o melhor do profissional e inseri-lo em contextos que possa fazê-lo render o máximo possível;

– Não agir como se tivesse medo em ser superado, até pq, um líder que tem medo em ser superado não confia em si próprio e, portanto, não está apto a exercer tal posição na organização.

E, por fim, ser líder é saber que o gerenciamento de crise é constante. Trata-se de um eterno arriscar e fazer apostas.

Estar à frente da gestão de uma empresa ou de um departamento é como residir em uma bolsa de valores.

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana!” (Carl Jung)


A exposição de caricaturas Mulheres que Mudaram o Brasil traz personalidades, retratadas a nanquim, que romperam paradigmas nas esferas das artes e ciências

Letícia Gerola, via Vida Simples

As obras de Toni D’Agostinho, artista e sociólogo, descartam o uso da cor justamente para valorizar o contraste entre preto e branco. As imagens retratam trajetórias de vida permeadas por conflitos históricos, uma das paixões do desenhista, que tem a trajetória marcada pela união do olhar sociológico com o fazer artístico. Relações de gênero e outros poderes são evidenciados nos textos biográficos criados pela antropóloga Natalia Negretti, doutoranda em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). “Entre as personagens, destaque para artistas da música brasileira como Inezita Barroso, Chiquinha Gonzaga e Elza Soares, além da poeta Cora Coralina, a psiquiatra Nise da Silveira e a médica, pediatra e sanitarista Zilda Arns”, explica.

Mulheres que Mudaram o Brasil – de 10/05 a 31/05 na Estação Sé do Metrô.
Contato: Toni D’Agostinho – facebook.com/mulheresquemudaramobrasil
Tel.: 11 99255-5737
e-mail: tonidagostinho@gmail.com