FRASE DO DIA

Estou aqui para mostrar que nós vamos continuar de cabeça erguida, de mãos limpas, esse foi o jeito que eu escolhi de fazer política, e ninguém, nenhum vagabundo tipo o Alexandrino, vai inventar mentira sobre a minha vida pública.

(Deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) sobre o delator da Odebrecht Alexandrino Alencar)

Comentar

A deputada Andrea Murad em entrevista à Rádio Assembleia anunciou que vai solicitar audiência pública para discutir a questão da segurança na UFMA. Ela quer reunir a reitoria, órgãos do estado e representantes da comunidade acadêmica para ouvir as demandas e propor soluções que visem garantir a segurança dos alunos, professores e funcionários da cidade universitária.

“Vou propor que esta casa realize uma audiência pública com a presença da reitoria da UFMA, a Polícia Militar, a Delegacia da Mulher, a Secretaria de Estado da Mulher, representantes da comunidade acadêmica, entre outras instituições e organizações para que juntos possamos ouvir as necessidades de todos e colocar a Assembleia à disposição para qualquer medida que precisarem a curto e médio prazo. Quero parabenizar o pronunciamento da Deputada Valéria Macedo, a nossa Procuradora da Mulher aqui na Assembleia, que tão bem representa as mulheres aqui na casa. Acho que o Poder Legislativo pode contribuir muito e pra isso precisa ouvir as demandas e essa audiência que irei propor será uma ótima oportunidade. Isso não pode continuar acontecendo, é gravíssimo”, explicou Andrea Murad.

Andrea Murad considera graves as ocorrências no interior do campus da UFMA, em menos de uma semana 2 casos de estupros foram registrados. Em seu discurso nesta quarta-feira (30), a parlamentar chamou a atenção também para a prática de assédios às mulheres, uma discussão que vem tomando as redes sociais e a imprensa nacional.

“Eu queria ressaltar também sobre este caso que está chamando a atenção do Brasil inteiro, sobre o assédio às mulheres, e dizer que realmente nós temos que nos revoltar contra esse tipo de situação. Em nome de todas as deputadas aqui da Assembleia, Deputada Nina, Deputada Ana, Deputada Francisca, Deputada Graça, Deputada Valéria, dizemos não à cultura do machismo, cultura esta impregnada na sociedade, que leva ao assédio, ao estupro e até a morte. Isso precisa ter fim. Precisamos dar um basta!”, disse Andrea.


Longe de querer defender o ator, de quem nunca fui fã, o episódio parece que ganhou um rumo próximo do linchamento moral do artista. Aliás, esse é o típico caso em que a ficção toma conta da vida real uma vez que as novelas da Rede Globo sempre escalou José Mayer para interpretar papéis de “machão”, “pegador”, “homem viril’, “bruto” etc.

Digitei no Google “Assédio José Mayer”, às 11h16, desta quarta-feira, apareceu a notificação dando conta de “aproximadamente 504.000 resultados” para a consulta.

O ator global se meteu numa tremenda enrascada quando, na sexta-feira, 31, a figurinista Susllem Tonani fez em um relato no blog “#Agoraéquesãoelas”, do jornal Folha de São Paulo, em que acusou Mayer de assédio sexual (veja aqui). Em um longo texto, a funcionária da TV Globo, de 28 anos, narrou, na primeira pessoa, diversos episódios em que teria sido constrangida pelo ator da novela “A lei do amor”.

A depender do contexto e das circunstâncias, uma “cantada” pode ser algo lisonjeiro e até mesmo servir para levantar a autoestima de uma pessoa, seja homem ou mulher.

A coisa ganha contornos ofensivos quando o comentário, ao invés de agradar a pessoa, a agrede na sua honra e na sua dignidade, transformando aquilo que seria uma “xavecada” inocente em assédio sexual velado. É o que parece ter sido o caso do envolvendo o José Mayer.

Longe de querer defender o ator, de quem nunca fui fã, o episódio parece que ganhou um rumo próximo do linchamento moral do artista. Aliás, esse é o típico caso em que a ficção toma conta da vida real uma vez que as novelas da Rede Globo sempre escalou José Mayer para interpretar papéis de “machão”, “pegador”, “homem viril’, “bruto” etc.

Foi sempre assim em várias novelas, entre as quais, que me ocorrem agora, “A Gata Comeu” (1985), onde viveu o possessivo e machista Edson; e “Fera Radical”  (1988), quando interpretou o não menos machista e possessivo Fernando Flores.

Ora, o ator errou, reconheceu o erro e pediu desculpas públicas pelo o que fez. Disse que o episódio serviu para rever conceitos, comportamentos e que iniciou um processo de mudança na sua vida (veja aqui).

“Eu errei. Errei no que fiz, no que falei, e no que pensava. A atitude correta é pedir desculpas. Mas isso só não basta. É preciso um reconhecimento público que faço agora. Tenho amigas, tenho mulher e filha, e asseguro que de forma alguma tenho a intenção de tratar qualquer mulher com desrespeito; não me sinto superior a ninguém, não sou. Tristemente, sou sim fruto de uma geração que aprendeu, erradamente, que atitudes machistas, invasivas e abusivas podem ser disfarçadas de brincadeiras ou piadas. Não podem. Não são. Aprendi nos últimos dias o que levei 60 anos sem aprender. Eu estou vivendo a dolorosa necessidade desta mudança. Dolorosa, mas necessária. O que posso assegurar é que o José Mayer, homem, ator, pai, filho, marido, colega que surge hoje é, sem dúvida, muito melhor”, disse José Mayer em nota pública.

O mais foi legal, porém, foi ver as amigas a figurinista Susllem Tonani saírem em sua defesa exigindo respeito e vestidas em camisetas com a inscrição “Mexeu com uma, mexeu com todas”. Isso mostra que a mulherada está mais unida e mais firme em não cair em cantadas baratas, ainda mais do tipo que remetem a assédio moral.

Se errou e deseja agora aprender a lição do ocorrido, não parece justo tripudiar sobre o ator José Mayer e condená-lo como se tivesse cometido um crime hediondo. Não é por aí.

Por isso que Bob Lobato sempre preferiu ser comedido nos comentários elogiosos às “minas” e nunca avançou o sinal.

A não ser quando era permitido lá nos tempos de homem solteiro.


O assunto costuma a tomar conta das rodas de conversa entre os homens.

Entre os conversadores predomina o gosto pelos pubianos femininos mais volumosos, estilo aqueles das fotos clássicas das atrizes Cláudia Ohana e Vera Fisher, dois símbolos sexuais da sua época.

A turma das gerações mais novas prefere as meninas usando pelos à la “Hiltler”, ou seja, pelinhos curtinhos bem definidos.

Contudo, conheço muitos homens que afirmam gostar dos estilo “Ronaldinho Fenômeno”, ou seja, peladinha lisinha. E outros dizem que o ideal é na meidada certa sem, entretanto, dizer o que seria essa tal “medida certa”.

As mulheres não gostam muito de falar sobre o assunto de forma aberta, mas via de regra escuta-se que a opinião dominante entre elas é que não gostam muito daquele “matagal”, preferem deixar a “perseguida” com poucos pelos, algo entre e versões “Hiltler” e “Ronaldinho Fenômeno” – numa comparação com o corte de cabelo masculino seria algo tipo usar a máquina nu número 2.

As peludinhas são mais, digamos, naturais e por isso deixam as mulheres mais mulheres, principalmente quando já estão se aproximando da famosa “idade da loba”. As mais jovens, porém, caem bem no estilo “Hilter”, “selo postal” ou mesmo “pista de avião”.

Porém, o mais importante de tudo isso é a mulher se sentir bem com um ou outro estilo e, lógico, sempre que puder atender a um pedido do parceiro que, eventualmente, deseje ver as “vergonhas” da sua mulher “daquele jeito”. Aliás, de repente, para deixar o clima mais tórrido, ele mesmo pode fazer o corte necessário conforme queira para determinada situação especial.

“E, você Bob, tem alguma preferência em especial?”, pode perguntar uma leitora curiosa.

Bom, confesso que sou meio conversador nessa coisas, se é que me entendem (Rsrsr).

E vocês, meus caros leitores e minhas caras leitoras, como encaram essa temática pra lá de picante???

O Blog do Robert Lobato aguarda a opinião de vocês.

Até a próxima!


Em alguns casos há mulheres que já têm uma predisposição em manter relacionamento homossexual, mas as convenções sociais as obrigam a casar com o sexo oposto.

A coisa acontece ainda de forma meio que silenciosa, mas é cada vez maior o número de mulheres que deixam os seus companheiros – maridos e namorados –  para relacionarem-se com outras mulheres.

E não pensem que esse “fenômeno” ocorre apenas no mundo das celebridade ou da high society nacionais. Não é não!

Aqui mesmo, no Maranhão, já há casos famosos de mulheres “bem casadas” que resolveram desistir do relacionamento hétero com os maridos em troca de uma aventura nos braços da “mulher amada”.

Mas, o que estaria levando parte da mulherada desistir do “rala e rola” com os homens e preferir o “esfrega e esfrega” com outra do mesmo sexo?

Bom, um amigo tem uma resposta rápida: a Rede Globo! 🙂

Vamos lá que a Globo tenha a sua parcela de responsabilidade na questão, mas prefiro levar em conta o que algumas amigas acham.

Uma delas, que jura que jamais trocaria um “pinto” por uma “aranha”, acha que isso acontece por decepção da mulher no relacionamento com o homem que um dia ela amou. Diz a amiga (que é jornalista): “Além de estar cada vez mais difícil no mercado, a maioria dos homens é safado e não leva a gente a sério, aí alguma mulheres acabam entrando em crise e resolvem apostar num relacionamento homossexual”.

Isso pode fazer algum sentido é verdade, mas acho que não resolve a nossa questão.

Talvez com o avanço na liberdade de escolha das pessoas, em especial da mulher, possa explicar o grande número de minas na busca de felicidade com outra “rachada”.

Penso que em alguns casos há mulheres que já têm uma predisposição em manter relacionamento homossexual, mas as convenções sociais as obrigam a casar com o sexo oposto. Daí que elas casam de véu e grinaldo, pó de arroz, buquê, vai para a lua de mel na “zoropa” e depois de algum tempo do casamento aparece alguma crise, uma pulada de cerca do cara e aí… pronto! Está dada a senha para a moça deixar o “sem vergonha” e procurar a felicidade com outra.

De qualquer forma, o que vale nesse processo é a pessoa ser feliz no amor.

E no caso do cara que levou chifre da companheira com outra mulher, resta tentar mostrar a sua competência e administrar a duas. Aliás, conheço um cara que foi sugerir à esposa para colocar uma terceira garota para esquentar a relação e acabou perdendo a esposa para essa “terceira”. Quase ele se mata!

O fato é que os marmanjos, principalmente os metidos a “pegador”, que se cuidem.

Há uma gata à espreita querendo roubar a mulher vocês…

Até a próxima.


Intitulado “MOSTRA-ME TUA BUNDA E EU TE DIREI QUEM ÉS”, o velho e bom Ziraldo fez a mais clássica, e por que não científica, classificação dos tipos de bundas das nossas meninas.

Recebi a imagem acima num grupo de WhataApp, no que me inspirou a fazer a primeira coluna do Espaço Feminino de 2017 tendo “bunda” como tema.

A foto original, ao que parece, foi postada na rede social da moça que não está lá muito satisfeita com a sua bunda, essa que é a preferência nacional dos brasileiros quando o assunto é a parte do corpo feminino.

O jornalista, artista, humorista e chargista Ziraldo é considerado especialista no assunto, tanto que chegou a criar no final dos anos 90 a revista Bundas. Não que a publicação fosse exatamente especializada no assunto, mas, claro, a pauta “bunda” sempre estava presente nas edições da revista, que viria parar de circular um ano depois do seu lançamento devido problemas financeiros.

Na verdade, Bundas era uma sátira inteligente à revista “chique-brega” Caras, que fuxica e promove a vida dos famosos.

De qualquer forma, coube ao velho e bom Ziraldo fazer a mais clássica, e por que não científica, classificação dos tipos de bundas das nossas meninas em um texto intitulado “MOSTRA-ME TUA BUNDA E EU TE DIREI QUEM ÉS”, que o Blog do Robert Lobato publica a seguir.

Espero que o texto sirva, inclusive, para que a jovem da imagem acima consiga identificar em qual categoria a sua bundinha, que nem é tão feia assim, se enquadra. 

Fiquem com mestre Ziraldo e os diferentes tipos de bundas.

Pandeló: Faz sombra. Pde ser desenhada a compasso. Própria de mulheres separadas, exibicionistas e de futuro!!!
Moranga: Chamada de Halloween nos Estados Unidos. Muita volúpia. Próprias de mulheres que, quando acarram, não soltam.

Gatinha: Te olha com aqueles olhinhos… Própria de mulheres mães. Perdição!

Tanajura: Literalmente pega brotoeja. Êxito financeiro. Grande capacidade de liderança voltada para o passado.

Bunda-pêra: Lááá em baixo. Própria de mulheres cheias de poder de decisão, ainda que muito, muito preguiçosa…

Bunda-alta: Pouco espaço pro tórax. Muito presente no basquete e no futebol e em certos restaurantes do Botafogo.

Amazona: Já vem com culote. Feita apenas de duas bandas, uma bunda nunca é igual a outra. Própria de mulheres sofredoras.

Muchiba: Presente em mulheres infelizes que acabam entrando para política ou para alguma Organização Não Governamental.

Garrafeira: Não faz sombra. Está mais pra murundo do que bunda. Adora dança. O que sobre em baixo falta no cérebro.


Via blog da Carmen

Eu sabia que o assunto ia render. Recentemente, um leitor, Luis, afirmou no texto que enviou para o blog que “todo homem gosta de ver a mulher de quatro”. Ele se referia ao ato heterossexual, mas acho que a discussão cabe pra todo mundo, afinal, o “doggy style”, no caso, com penetração anal, é a mais comum das posições entre dois homens.

Resolvi assuntar, porque acho que generalizar e estipular unanimidades combina com pouquíssimas coisas nessa vida e, sexo, definitivamente, não é uma delas.

Entendo a atração para quem vem por trás: o contato com a bunda, esse eterno fetiche, além da visão privilegiada da penetração. Há vantagens que se estendem para quem está de quatro: a sensação de dominação, de uma transa mais safada que o papai-e-mamãe ou a conchinha, além da facilidade da mão do outro chegar para masturbação.

Eu pessoalmente curto, acho mesmo safado. Dependendo da “mood”, gosto forte, com tapas, ou então ritmado, com beijinhos nas costas e mãos firmes na cintura. Mas raramente chego ao orgasmo assim. Portanto, não é o meu estilo preferido nem do meu parceiro, que curte mesmo me ter por cima (acabou de me ocorrer que a ausência de um espaço muda completamente o sentido dessa posição ;-0) .

Mas vamos às opiniões que chegaram ao meu e-mail:

“Adoro meter com a mulher de quatro na cama, é a que eu mais gosto. Inclusive é a melhor posição para penetração dupla usando um brinquedinho que tenho, com um pirulito, um vibrador e um anel peniano”, contou o Antonio.

Roberto discorda: “Eu sinceramente prefiro olhar minha parceira de frente, ver as expressões de prazer, sua boca se mexendo, falando, gemendo. Revirando os olhos. Acariciando os seios enquanto eu chupo a buceta. Ou de frente, me cavalgando, se apoiando em mim, me beijando, pedindo mais. Mas, se a parceira pede para ser comida por trás, sem problema”.

Recebi também a opinião de uma mulher, a Célia: “Os homens que conheci tinham esse fetiche, gostavam dessa posição, mas minha lista não é tão extensa que possa se tornar uma amostragem sobre o assunto. Não sei o que rola na cabeça deles, mas todos sempre disseram que gozavam muito mais gostoso nessa posição. Quanto a mim, não é a minha preferida, mas para satisfazer o gato vamos que vamos”.

O Eduardo conheceu alguém que não topava de jeito nenhum: “Uma mulher com quem passei três anos, sempre dizia que havia duas coisas que nunca a veria fazer: chupar ajoelhada e dar de quatro. Ela achava que era muita submissão por parte da mulher, seria mostrar o domínio total do homem e com isso não concordava, porque ela participava também”.


Quando alguém se dá o preço de quanto vale, o interlocutor pode até pagar, mas estará comprando tão somente um “produto” para determinado uso que, tal como uma mercadoria qualquer, pode ser descartado a qualquer tempo por qualquer motivo.

Acho que lá pelos idos de 1989, caso não seja traído pelo memória, conheci um piauiense, senhor de meia-idade, funcionário da Wella, famosa multinacional do setor de cosméticos, na cidade do Rio de Janeiro.

Ele era um militante de longas datas do PCB e aprendi muitas coisas boas com aquele simpático senhor. Foi dele, aliás, a dica de leitura do livro “Cangaceiros e Fanáticos”, de Rui Facó, obra que marcou muito a minha juventude e, por conseguinte, minha formação política – na época tinha 18 anos.

Certa vez, em uma das muitas boas e produtivas conversas sobre política e a vida que mantínhamos costumeiramente, quase sempre regadas a um chope gelado, o amigo perguntou o que eu achava sobre a ideia de que todo homem tem o seu preço.

Lembro ter respondido que concordava com essa premissa, embora, no meu caso particular, impus um preço muito alto que certamente ninguém teria coragem ou interesse de comprar. Ele riu, estendeu a mão e disse: “Você é uma cara bom”.

Essa histórica veio a minha memória por estes dias após um bate-papo com um amigo blogueiro pelo WhatsApp.

Conversávamos sobre a postura de algumas pessoas que não se dão o devido valor e acabam vendendo a inteligência ao diabo não importando se vão cair no ridículo ou não. Foi quando o amigo de blogosfera filosofou: “Bob, algumas pessoal têm preço, outras têm valor”. Perfeito!

Isso serve para qualquer coisa que fazemos nessa vida.

Quem tem preço é mercadoria. Pessoas têm valor.

Quando alguém se dá o preço de quanto vale, o interlocutor pode até pagar, mas estará comprando tão somente um “produto” para determinado uso que, tal como uma mercadoria qualquer, pode ser descartado a qualquer tempo por qualquer motivo.

Com quem tem e se dá valor é diferente.

É que valor não se compra, se conquista e uma vez conquistado se preserva.

Enquanto preços são estabelecidos segundo o binômio compra e venda, valores são fundamentados a partir de princípios.

Relações estabelecidas sob preços estão fadadas ao fracasso, pois não há lealdade, compromisso duradouro, sentimento de solidariedade etc. Predominam apenas interesses materiais puro e simplesmente, posto que são relações utilitaristas: serviu, ótimo; não serviu, adeus!

Por isso, meu caros leitores, não coloquem em si, e muito menos se deixem colocar, etiquetas com um preço.

Mostrem, isso sim, possuir VALORES.

Deixem quem estiver à procura de uma relação com preço pesquisar por aí pelos prateleiras vida.

Há “produtos” para tudo que é gosto e bolso.

Uma ótima e abençoada sexta-feira para todos.

PS: Valeu, senhor Antônio! Valeu, Lud!


A vereadora eleita pelo município de Dom Pedro, Fernanda Valéria de Sousa Silva (PDT), foi devidamente diplomada nesta quinta-feira, 15.

A loiraça concorreu ao cargo com o nome político de Fernanda Hortegal fazendo uso do número 12222.

Fernanda ganhou notoriedade após aparecer em blogs e nas redes sociais esbanjando sua especialidade em beijo grego, que é aquele carinho pra lá de íntimo que a pessoa dá na ‘retaguarda’ do parceiro ou parceira (saiba mais sobre a técnica do beijo grego aqui).

O Blog do Robert Lobato deseja sucesso para Fernando Hortegal no exercício do seu mandato de vereadora.


“Todo Feio” e sua filha “Toda Bonita”.

Por alguma razão ainda não explicada pela ciência, pais feios tendem a ter filhos bonitos. Claro, resguardadas as devidas exceções.

Vejam o caso do ex-deputado Inaldo Leitão, citado pelo delator Cláudio Melo Filho como sendo o “Todo Feio” na lista da Odebrecht.

O cara reapareceu no noticiário nacional agora de maneira mais amena e qualificada.

“Todo Feio” foi salvaguardo pela sua filha Raissa Leitão já devidamente alcunhada de “Toda Bonita”.

Com a bela rebenta, o Inaldo Leitão pode ter ganhado uma chance de limpar sua barra com os eleitores lançando a “Toda Bonita” candidata a deputada federal em 2018.

O diabo é ela agir igual o pai, ou seja, fazer tudo feio no exercício do mandato.

Mas a gata conta com o direito ao benefício da dúvida.

Vala aguardar e conferir.


Era preciso se adaptar rapidamente à situação e Bellino conseguiu vender a ideia do seu projeto para Donald Trump em apenas 3 minutos.

J.Augusto Wanderley, via Administradores.com

Em 2003, Ricardo Bellino queria negociar a participação de Donald Trump num empreendimento imobiliário no Brasil. Foi para uma reunião e estava muito bem preparado, imaginando que teria pelo menos uma hora para vender a ideia do seu projeto. Mas quando começou a reunião, Trump disse que Bellino teria apenas 3 minutos para convencê-lo a aceitar um acordo. Portanto, era preciso se adaptar rapidamente à situação e Bellino conseguiu vender a ideia do seu projeto para Donald Trump em apenas 3 minutos.

A forma como Bellino conseguiu mostra a essência do sucesso em qualquer negociação. São quatro princípios fundamentais e conhecer estes princípios é extremamente importante, mas só isto não basta, pois negociação não é basicamente uma competência cognitiva, mas sim comportamental. Portanto, o que verdadeiramente importa não é o que você sabe, mas o que e como você aplica o que sabe. Assim, é necessário transformar conhecimentos em comportamentos e hábitos e, para tanto, é preciso muito treinamento inteligente.

Primeiro Princípio Fundamental: O estado mental e emocional rico de recursos, o foco e a paixão por vencer

O sucesso começa pela administração do estado mental e emocional do negociador. Quando Bellino foi surpreendido por Trump lhe ter concedido apenas 3 minutos para tentar convence-lo, ele conseguiu manter o estado mental e emocional rico de recursos e assim pode fazer frente à situação. Caso tivesse perdido o controle do estado mental e emocional, jamais teria tido sucesso na negociação. O fato é que mesmo pessoas ultra competentes quando entram em estados mentais e emocionais fracos de recursos acabam cometendo erros de grande magnitude, como foi o caso de Jack Welch na compra da empresa Kidder Peabody, negociação que redundou num prejuízo de 1,2 bilhões de dólares para a GE. E Welch quando refletiu para identificar as razões do seu erro, constou que em função dos seus êxitos anteriores, havia se tornado orgulhoso e que a linha que separa a autoconfiança do orgulho é muito tênue. Em suma, cuidado com aquilo que chamo de VOA: vaidade, orgulho e arrogância.

É o estado mental e emocional rico de recursos que permite que se mantenha o foco naquilo que se quer. E perder o foco é muito fácil e quem perde o foco se afasta da possibilidade de alcançar os seus objetivos. Segundo Chris Argyris, o foco caótico é uma das principais causas da baixa efetividade, mas além do foco caótico existem outros tipos de foco como o equivocado, o bode cego e o contaminado.

É o estado mental e emocional rico de recursos que permite que se mantenha acesa a chama da paixão por vencer e é a paixão por vencer que faz com que as pessoas tenham empreendimentos ousados, pois sem paixão por vencer as pessoas acabam ficando na área do conforto. De acordo com Albert Ellis, o criador da Terapia do Comportamento Emotivo Racional, a paixão por vencer, que ele chama de determinação implacável, representa quase que três quartas partes da vitória. E Ricardo Bellino soube administrar seu estado mental e emocional, continuar focado no relevante e manter acessa a chama da paixão por vencer, que são três pontos essenciais da autogestão pessoal. E a autogestão pessoal é fundamental para o sucesso nas negociações, ou melhor dizendo, para quem quiser ter sucesso em qualquer área da vida.