FRASE DO DIA

Destruir Lula é roubar a voz dos pobres, só um povo infantil faria uma coisa dessa

(Domenico De Masi, sociólogo italiano)

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A preservação dos rios maranhenses será mais uma vez debatida na segunda edição do seminário que ocorrerá no município de Pedreiras, no próximo dia 26 de maio, no auditório da Faculdade de Educação São Francisco- FAESF. Com o tema ”Revitalização dos Rios Maranhenses e Suas Nascentes”, o evento vai reunir profissionais que são referências na área de sustentabilidade ambiental, para discutir e buscar alternativas para a recuperação dos rios.

O seminário é uma realização do Instituto Cidade Solidária e do gabinete do senador Roberto Rocha (PSB), com co-realização do Movimento Ensinando e Aprendendo- MEA.

A programação iniciará às 8:00h e abordará temas importantes como “A Bacia do Mearim- Sua Importância e Propostas Para a Sua Revitalização”, que será ministrada pelo professor Antônio Lopes do Bonfim Neto- chefe do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA- Campus Bacabal).

Haverá ainda a palestra com representantes da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do Parnaíba e do São Francisco (Codevasf), que explanarão sobre “A Bacia do Mearim- Sua Importância e Propostas Para Sua Revitalização”. O evento contará ainda coma presença do senador Roberto Rocha e outras lideranças políticas do estado.

Para participar, basta se inscrever pelos contatos: inscricoes@ cidadesolidaria.org ou 98/99221-1261. Quem mora em Pedreiras, Trizidela do Vale e região, pode fazer a inscrição também na sede da Associação Comercial Industrial e do Agronegócio de Trizidela do Vale- ACIATRI, localizada na Rua Santo Antônio, Nº 157, Trizidela do Vale.

No dia do evento, levar 01 kg de alimento não perecível, que será doado para instituições de caridade.


O Secretário de Direitos Humanos do Parlamento Amazônico e deputado estadual Wellington do Curso (PP) convida, todos os maranhenses para a XI Reunião Ampliada do Colegiado de Deputados do Parlamento Amazônico que será realizado às 9h, desta quinta-feira (27), na Câmara Municipal de Imperatriz.

O Parlamento Amazônico é formado por deputados estaduais dos nove estados que compõem a Amazônia Legal Brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.
Maranhão. E tem o objetivo de discutir e buscar soluções para os problemas vivenciados na Região Amazônica e, assim, articular possíveis soluções, buscando o desenvolvimento econômico e sustentável.

Na reunião, haverá  quatro palestras ministradas por ministro, senador e deputados estaduais e federais.  O parlamentar Wellington, que solicitou o Parlamento Amazônico para Imperatriz, acredita que é uma oportunidade não só para os políticos, mas para toda a sociedade.

“É um evento que trata de quatro temáticas de suma importância para a Região Amazônica e, inclusive, para a região Tocantina e o Maranhão. Os temas são  expostos para serem discutidos e analisados por todos, apresentando assim, os pontos negativos e positivos, onde a participação  da sociedade civil, inclusive, acadêmicos e estudantes da UFMA, UEMA e das demais universidades será de grande valia. Todos os estudantes terão direito a certificados de participação com direito a horas. Por isso, convidamos todos os maranhenses para juntos, debatemos sobre o Parlamento Amazônico”, disse Wellington.


Locais analisados estão distribuídos nas praias da Ponta d’Areia, São Marcos, Calhau, Olho d’Água, Praia do Meio e Araçagi

16 trechos estão impróprios para banho (Foto: De Jesus / O ESTADO)

SÃO LUÍS ­ Pouco mais de 75% dos trechos das praias de São Luís e São José de Ribamar estão impróprios para banho. A situação preocupante da orla da Ilha foi apontada em laudo de balneabilidade divulgado nesta segunda­feira (27) e feito pelo Laboratório de Análises Ambientais (LAA), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema).

De acordo com o relatório, 16 dos 21 pontos analisados estão poluídos. Em laudo publicado na semana passada, o número de pontos poluídos era de 11, o que representa um aumento de 45%.

O estudo refere­se à ação de monitoramento realizada no período de 19 de fevereiro a 19 de março, integrando a série de acompanhamento semanal das condições de balneabilidade das praias da Ilha. Os locais analisados estão distribuídos nas praias da Ponta d’Areia, São Marcos, Calhau, Olho d’Água, Praia do Meio e Araçagi.

As amostras de água são colhidas semanalmente em situação de maré baixa e na isóbata de 1m. O monitoramento obedece aos padrões fixados na Resolução do Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONAMA) nº 274/00, segundo a qual, as águas das praias serão consideradas próprias, quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras, obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, e colhidas no mesmo local, houver no máximo 100 Enterococos/100 mL (NMP ­ Número Mais Provável). As águas das praias serão consideradas impróprias, quando não atenderem aos critérios anteriores, ou quando o valor obtido na última amostragem for superior a 400 Enterococos/100 mL (NMP).

Ação Civil Pública

A Sema passou a divulgar os laudos com as condições de balneabilidade das praias após Ação Civil Pública (ACP) proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) do Maranhão obrigando a secretaria a difundir amplamente as condições de banho nas praias de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, incluindo a fixação de placas em trechos impróprios para banho.

(Fonte: Imirante)


O deputado estadual Wellington do Curso (PP) disse, no seminário Revitalização dos Rios Maranhenses e suas Nascentes, que tem a pauta principal, a preservação dos rios maranhenses, que os cuidados dos rios maranhenses devem se iniciar com a preservação das nascentes. O evento aconteceu durante todo o dia desta sexta-feira, 24, no auditório da Fiema, na Cohama.

O evento realizado pelo Instituto Cidade Solidária, teve a presença do Ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho (PV); senador, Roberto Rocha (PSB); da presidente da Codevasf, Kênia Marcelino; do presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu; Fiema e deputados federais, estaduais, prefeitos, e vereadores do Maranhão.

O parlamentar Wellington do Curso acredita que o tema é de suma importância para o Estado, onde muitos rios estão poluídos, sujos e sem cuidados.

“Os cuidados devem se iniciar com a preservação das nascentes, pois, são as origens dos rios que abastecem nossas casas. Aqui no Maranhão, precisamos também, dá uma atenção redobrada as nascentes e mananciais em propriedades rurais, precisamos adotar algumas medidas de proteção do solo e da vegetação, que vão desde a eliminação das práticas de queimadas até o enriquecimento das matas nativas. É isso que o Maranhão precisa, cuidado com um bem muito precioso”, disse Wellington.


O senador Roberto Rocha (PSB) colocou a questão dos nossos rios maranhenses na ordem do dia das politicas públicas estaduais.

Nesta próxima sexta-feira (24), a partir das 8h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão- FIEMA, o Maranhão estará voltado a sua atenção para o importante seminário Revitalização dos Rios Maranhenses e suas Nascentes.

Realizado pelo Instituto Cidade Solidária e gabinete do senador Roberto Rocha (PSB), com co-realização do Ministério do Meio Ambiente e MEA- Movimento Ensinando e Aprendendo, o seminário vai reunir profissionais que são referências na área de sustentabilidade ambiental, para discutirem políticas públicas para a preservação das bacias hidrográficas do Maranhão.

Para os interessados em participar do seminário, basta fazer a inscrição pelos contatos: 98/98877-4813/ inscricoes@cidadesolidaria.org

No dia do evento, levar 01 kg de alimento não perecível, que será doado para comunidades carentes.

Confira a chamada feita por Roberto Rocha:


A preservação dos rios maranhenses será a pauta principal do seminário que ocorrerá no próximo dia 24, das 8:00h às 18:30h, no auditório Alberto Abdalla- FIEMA, em São Luís. Com o tema ”Revitalização dos Rios Maranhenses e Suas Nascentes”, o evento vai reunir profissionais que são referências nacionais na área de sustentabilidade ambiental, para discutir e buscar alternativas para a recuperação dos rios.

O seminário é uma realização do Instituto Cidade Solidária e do gabinete do senador Roberto Rocha (PSB), com co-realização do Ministério de Meio Ambiente, Agência Nacional de Águas (ANA) e do MEA- Movimento Ensinando e Aprendendo.
A cerimônia de abertura está marcada para as 9:00h, e contará com as presenças do Ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), senador Roberto Rocha (PSB), da presidente da Codevasf, Kênia Marcelino e do presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu.

A primeira palestra será proferida as 10: h30 pelo Ministro Sarney Filho, que falará sobre água, floresta e clima na agenda ambiental do Ministério de Meio Ambiente. Em seguida, as 11h:30, o secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Jair Vieira Tánnus Jr., discorrerá sobre o tema da “Segurança Hídrica das Bacias Hidrográficas Para a Sustentabilidade”. Seguindo a agenda, o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, vai expor as experiências exitosas de estudos e despoluição das bacias hidrográficas. Logo após, a presidente da Codevasf, Kênia Marcelino, vai explanar os exemplos da bacia do Parnaíba. A programação se estenderá até as 17:15h, com especialistas que falarão sobre os principais temas ligados à preservação do meio ambiente.

Para participar do seminário, basta se inscrever pelos contatos: inscricoes@cidadesolidaria.org ou 98/98877-4813. No dia do evento, levar 01 kg de alimento não perecível, que será doado a uma instituição de caridade.

Serviço:
Evento: Seminário Revitalização dos Rios Maranhenses e Suas Nascentes.
Data: 24 de março de 2017, das 8:00h as 18:30h.
Local: auditório Alberto Abdalla, na Federação das Indústrias do Estado do Maranhão- FIEMA. (AV. Jerônimo de Albuquerque- Cohafuma, São Luís- MA).


O Instituto Cidade Solidária e o gabinete do senador Roberto Rocha (PSB), em parceria com o Ministério de Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas (ANA), abriram as inscrições para o seminário que vai discutir e fomentar iniciativas para a recuperação das bacias hidrográficas no Maranhão. O evento, cujo tema é “Revitalização dos Rios Maranhenses e Suas Nascentes”, ocorrerá no dia 24 de março, no auditório da Federação das Indústrias do Maranhão- FIEMA, a partir das 9:h.

O seminário tem como objetivo despertar o desenvolvimento de políticas públicas, e promover a troca de experiências entre gestores públicos e profissionais de diversas áreas, com o objetivo de discutir a revitalização dos rios maranhenses.

Durante as mesas redondas, especialistas abordarão temas importantes como preservação, conservação e educação ambiental; segurança hídrica das bacias hidrográficas para a sustentabilidade; ações de preservação dos mananciais de água doce, entre outros temas sobre o meio ambiente. Além das palestras, haverá ainda o lançamento do projeto de Planos de Nascentes dos Rios Mearim e Itapecuru.

Estarão presentes no evento o ministro do Meio Ambiente, deputado Sarney Filho (PV), a presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Kênia Marcelino, secretário Nacional de Aquicultura e Pesca, Davyson Franklin de Souza, o senador Roberto Rocha (PSB – MA), deputados federais, estaduais, prefeitos de vários municípios maranhenses, além de outras autoridades locais e regionais.

Para mais informações sobre o seminário, basta entrar em contato pelo celular: 98/ 98877-4813, ou pelo e-mail sosaguas@cidadesolidaria.org.


Por Roberto Rocha

Plenário do Senado

As praias pertencem a todos, mas não são propriedade de ninguém. Por isso estão protegidas pelo direito difuso, codificado em leis, normas e resoluções.

Em matéria de capa publicada hoje, domingo 5, o jornal Folha de São Paulo, baseado em dados oficiais do Governo do Estado do Maranhão, define as praias de Sâo Luis como “a de pior situação entre as capitais nordestinas”, sentenciando que “todas as 16 praias foram consideradas péssimas” em relação à balneabilidade.

Não se trata de opinião de jornalistas ou percepção de banhistas. É o resultado de testes científicos realizados por critérios estabelecidos pelo CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente, considerando as densidades de coliformes termotolerantes, E.Coli e Enterococcus nas águas marinhas.

A matéria não traz especificamente o período avaliado, mas até onde sei, no longo prazo, quando se considera a extensão de um ano civil, de janeiro a dezembro, a média obtida para todo o ano de 2015 corresponde aos resultados divulgados na Folha. Aparentemente não se tem ainda, pelo menos divulgado, o consolidado para todo o ano de 2016.

O que acontece no Maranhão, e particularmente em São Luis, é que a gestão parece ser uma extensão da campanha eleitoral. Ao invés de desarmar o palanque, transfere-se este para dentro da Secretaria de Comunicação; e a primeira vítima é a verdade.

Pode ter havido alguma melhora em 2016, fruto de intervenções pontuais, mas não é crível que em um ano a situação “péssima”, aferida cientificamente pelo próprio Governo, tenha se tornado “ótima”, por obra e graça do desejo dos governantes. Isso briga com o bom-senso e com a percepção social. Nossa capital é atravessada por línguas de esgoto a céu aberto, temos um dos piores índices de saneamento do país, a especulação imobiliária não para de crescer, há pontos visíveis de despejo nas principais praias. Mas infeliz de quem duvidar da infalibilidade papal do Governo. Sofrerá anátemas e esconjuros, como se estivesse conspirando contra a felicidade geral instituída por decreto.

O que o Governo tem feito é divulgar laudos de períodos curtos, de cinco dias por exemplo, generalizando os resultados conforme a conveniência. Divulga-se os fotogramas, como se fosse o filme. Pegue-se por exemplo o site da Secretaria de Meio Ambiente. Pesquisando a palavra “praias”, no índice de buscas, chega-se às últimas 12 notícias sobre o tema e todas elas são positivas. Ou seja, a Secretaria abriu mão de ser o órgão de mediação da questão ambiental para ser uma instância publicista, sem credibilidade.

Ao invés de dados oficiais, obtemos argumentos políticos. O resultado é apenas uma briga retórica que não favorece a solução dos problemas. O Governo age como se o dramático problema da qualidade ambiental não fosse difuso, ou seja, de todos e de ninguém. Age como se fosse uma questão governamental para a qual importa não dar soluções mas versões para serem disseminadas nos palanques.

Esse é o primeiro grande problema que salta aos olhos quando o Governo não entende que deixou de ser um pequeno grupamento e se tornou a voz de toda a sociedade. Pensa e age como um grupo político e não como delegado de todos. O difuso torna-se confuso, pois confunde o que é de todos e de ninguém com o que é só dele, Governo.

A grande poluição não é apenas a das praias. É a poluição mental que infelizmente, não se tem instrumentos científicos para medir.


O Secretário de Direitos Humanos do Parlamento Amazônico, deputado Wellington do Curso (PP), apresentou indicação, na manhã desta quinta-feira (26), na Assembleia Legislativa, e encaminhou oficio à presidência e à coordenação geral do Parlamento Amazônico, solicitando que a próxima Reunião Ampliada do Parlamento Amazônico, em março de 2017, seja realizada na cidade de Imperatriz. A proposição foi encaminhada ao Presidente do Parlamento Amazônico, deputado estadual Sinésio Campos (PT/AM) e ao Coordenador Geral do Parlamento Amazônico, Flávio Ricardo Castro.

Essa será a segunda reunião do Parlamento Amazônico no Maranhão. Desta vez, o deputado Wellington indicou a cidade de Imperatriz, por ser a segunda maior cidade do Maranhão e ser considerada, ainda, o Portal da Amazônia. A Amazônia maranhense é dona de rica biodiversidade, ocupa 26% do bioma amazônico, encontra-se em 62 municípios do Maranhão e representa, em termos de bioma, 34% do território do Estado.

“Nós solicitamos que ocorra a a XI Reunião Ampliada do Parlamento Amazônico na cidade de Imperatriz devido a vários fatores. Um deles, sob o ponto de vista ecológico, é o fato de Imperatriz apresentar uma grande diversidade de espécies de plantas e animais. Em virtude de suas características, Imperatriz já recebeu o título de Portal da Amazônia e é por isso que é muito importante que a próxima reunião do Parlamento aconteça aqui, tendo por objetivo deliberar sobre questões principalmente sobre o meio ambiente, educação ambiental, extração ilegal de madeira, sustentabilidade e desenvolvimento econômico da região amazônica no Maranhão”, disse Wellington.

A pedido do deputado Wellington, em 2015, aconteceu a III Reunião Ampliada do Parlamento Amazônico no Maranhão. A solenidade aconteceu no Plenário Nagib Haickel, na Assembleia Legislativa, e contou com a presença do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); do presidente do Parlamento Amazônico, deputado Sinésio Campos (PT); do deputado estadual Diogo Moraes (PSB/PE), representando o deputado Sandro Locutor (PPS/ES), presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale); do subdefensor geral do Estado, Werther de Moraes Lima Junior; além de outros parlamentares, acadêmicos e pesquisadores.

A décima Reunião Ampliada do Parlamento Amazônico acontecerá no dia 16 de fevereiro, em Marabá, no Pará. Será durante o evento a deliberação sobre o pedido para Imperatriz sediar a reunião do Parlamento Amazônico.

Parlamento Amazônico

O Parlamento Amazônico é um fórum de debates permanente da Unale, com objetivo de deliberar sobre questões importantes para a região, como o meio ambiente, sustentabilidade, conservação, educação ambiental, populações locais, uso dos recursos regionais, etc.

O Parlamento congrega os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e é composto por mais de 240 parlamentares.


No projeto defendido pelo senador não haverá um tostão de dinheiro público para despoluir a Lagoa da Jansen, cuja tecnologia é à base de produto 100% orgânico.

O senador Roberto Rocha (PSB) é um político que não se preocupa apenas com obras de “impactos”, aquelas eleitoralmente sedutoras, por assim dizer.

Coisas como asfalto, poços, estradas, pontes, quadras poliesportivas etc são fundamentais e via de regra é o que dá voto. Ponto!

Ocorre que a sociedade não vive só de cimento, tijolos e breu. Há muito mais coisas tão importante para o povo quanto obras de engenharia. E aí que Roberto faz a diferença.

Os rios maranhenses e a Lagoa da Jansen

O senador maranhense sempre foi um entusiasta com as questões que envolvem o meio ambiente, não por acaso foi presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados quando, inclusive, representou o parlamento brasileiro na COP 15/MOP 5 que reuniu um público sem precedentes na história das conferências internacionais com a presença de cerca de 115 líderes mundiais e mais de 40.000 pessoas representando governos, organizações não governamentais, imprensa, entre outros, em Copenhague, capital da Dinamarca.

É com esse acumulo na área ambiental, que Roberto Rocha está focado em duas ações fantásticas a partir do seu mandato neste ano de 2017: O seminário sobre revitalização dos rios maranhenses, incluindo os da capital; e o projeto de despoluição da Lagoa Jansen.

O seminário está previsto para acontecer no dia 22 de março, data em que é comemorado o Dia Internacional da Água. O evento deverá contar, além de várias instituições públicas, privadas, sociedade civil organizada e especialistas no tema, com a presença do presidente Michel Temer.

Já o projeto de despoluição da Lagoa da Jansen visa oferecer, de uma vez por todas, uma solução viável, eficaz e sustentável para devolver à população de São Luis esse que é um dos cartões postais mais belos da nossa cidade.

Milhões em recursos públicos já foram “afogados” na Lagoa da Jansen e a situação é a mesma se não pior do que antes. Aliás, além de “afogado”, muito recurso do erário ainda vem sendo “embolsado” sob justificativa de recuperação da nossa lagoa.

No caso do projeto do senador Roberto Rocha, não haverá um tostão de dinheiro público para despoluir a Lagoa da Jansen, cuja tecnologia sequer usará produtos químicos como alguns blogs andaram publicando, por falta de conhecimento, ou por má-fé mesmo.

A tecnologia, de origem americana, é totalmente orgânica.

Um amostra da água da Lagoa da Jansen antes e depois da aplicação do produto orgânico americano.

Para conhecer o processo, assista ao vídeo abaixo e confira os resultados impressionantes de despoluição de amostra da água suja da Lagoa da Jansen.