Pelo raciocínio do comuna-mor maranhense, há uma diferença não somente quantitativa, mas também qualitativa entre surrupiar R$ 9 mil e surrupiar R$ 1 bilhão.

Alguém deveria lembrar o governador Flávio Dino (PCdoB) sobre um ditado popular que diz: “Cocô enquanto mais se mexe, mais fede”.

Esse episódio do “aluguel camarada” é bom exemplo.

Desde que o jornalista maranhense Daniel Matos, de O Estado do Maranhão, estourou a bomba do imóvel alugado pelo Governo do Maranhão, cujo proprietário é um filiado do PCdoB e também coordenador de informática da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), o governador Flávio Dino não tem deixado as redes sociais para publicar uma série de mimimi de toda ordem. Resultado: o comunista acaba se perdendo nas próprias palavras.

Em uma dessas postagens, o governador saiu como uma pérola que fez lembrar aquela antológica do ex-governador João Alberto (PMDB) quando afirmou que havia feito um governo “90% honesto”.

No caso de Flávio Dino, para querer justificar o “aluguel camarada” disse algo como se estivesse sendo perseguido por causa de míseros R$ 9 mil reais quando no passado roubaram bilhões.

Pelo raciocínio do comuna-mor maranhense, há uma diferença não somente quantitativa, mas também qualitativa entre surrupiar R$ 9 mil e surrupiar R$ 1 bilhão.

É o Flávio Dino versão 90% honesto.

Vai descansar, governador.

8 comentários em “Flávio Dino versão “90% honesto”

  • Excelente análise meu caro Bob.
    Quem desvia dos cofres públicos 1 centavo comete o mesmo crime de quem surrupia R$ 1.000.000. 000, simples assim!

  • Tu ta de sacanagem né meu caro chupa bolas, 90 és uns cambal é 100 por cento honesto, honrado e direito, seu lambe botas sarneista, kkkkkkkkkkkkk.

  • Pelo fato de Roseana ou os outros fazerem não justifica a resposta do Governador, afinal a proposta dele é que faria diferente mas infelizmente está fazendo exatamente igual e em alguns casos até pior. Como diria aqele música de Léo Jaime.
    Nada mudooou

  • O que nós leigos queríamos ouvir do “inteligente” ex-magistrado, professor de direito Flávio Dino era uma defesa técnica de Sua Excelência sobre as suas improbidades administrativas e de seus assessores neste caso, mas ele parte é pra uma tese simplória comparativa de quem desviou mais dinheiro eles, neste caso, ou seus rivais. Parece uma discussao banal de um botequim sobre dois times de futebol ou de uma barbeiraria ou de uma feira lamentavelmente! Quem diria: parece que O REI ESTÁ NU!

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