FRASE DO DIA

Vazamento é uma coisa que está acontecendo com muita frequência e é ruim porque é manipulável. Você usa o vazamento para atacar. E se for falso? E se for só uma parte? Quanto mais depressa for possível a Justiça deixar transparente tudo, melhor.

(FHC defendo o fim do sigilo da Operação Lava Jato)

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Núbia Dutra: articulação com o PSDB

O blog apurou nesta sexta-feira, 24, que a advogada Núbia Dutra (PDT), esposa do deputado federal Domingos Dutra (PT), poderá abrir mão da sua pré-candidatura a prefeita de Paço do Lumiar e se tornar companheira de chapa do também deputado federal Pinto Itamaraty (PSDB), na condição de vice-prefeita.

Pelas informações chegadas ao blog, a engenharia conta com total apoio de gente de peso do grupo Sarney. Além de Núbia Dutra e Pinto Itamaraty, a chapa contaria ainda com a participação de Gilberto Aroso, do PMDB.

Como perguntar não ofende, pergunta-se: o deputado Dutra não se importaria da sua esposa dividir palanque eleitoral com apoio dos sarneys em Paço do Lumiar?

Em breve, mais informações sobre esse caso.


Em primeiro lugar, é preciso ter uma visão global, sistêmica

Do Portal dos Administradores

Nesse início de ano cabe uma reflexão. Você já parou para pensar nas mudanças que ocorreram neste início de século XXI? De torres gêmeas e crise global, de iPhone a “We Can”. Estamos vivendo uma era de transformações profundas e uma parte considerável de profissionais ainda não se deu conta disso, principalmente, gestores.

O papel de um gestor é sempre por demais atribulado – de controle de custos à criação de estratégias comerciais – um administrador é muitas vezes o último recurso. O “resolvedor de problemas” das mais diversas naturezas. Os problemas, porém, mudaram, juntamente com os tempos. Vamos tomar como exemplo o comércio. Se antes os problemas eram “como combateremos a liquidação do nosso concorrente da rua ao lado”, hoje é “como vamos concorrer com um site chinês que vende nosso produto pela metade do nosso preço de custo”, ou ainda “qual foi a taxa de conversão em vendas da loja da nossa estratégia de mídias sociais”. Perguntas que ainda não circulam tanto pelos corredores quanto deveriam.

O administrador do século XXI deve ser um profissional global que passeia entre as ciências humanas e as ciências exatas com igual maestria. Não existe mais administração local, simplesmente porque o “global” invade nossos lares e empresas a todo momento. Eu, como administrador da minha carreira e dos meus negócios, tenho refletido muito sobre as competências necessárias para esse novo papel da administração e vou listar abaixo algumas características necessárias a esse novo administrador em um século digital.

Em primeiro lugar, como disse, o administrador do século XXI deve ter uma visão global, sistêmica. Deve ser um integrador por excelência, acima de qualquer outra coisa. Deve saber lidar com grande quantidade de dados e mensurações que a internet permite – o que pressupõe um domínio de Excel, leitura de gráficos e uma boa base de estatística – e deve saber lidar com pessoas. Apesar de muitos acharem que a internet é uma rede de computadores, ela é uma rede de pessoas.

Um administrador do século XXI é um eterno estudioso. A ciência do Management está mudando em função de tendências como gestão de conhecimento em larga escala, possibilidades de co-criação de produtos, iniciativas de construção de inteligência social, ações de inovação aberta e gamificação de processos. Palavras que há apenas poucos anos não pertenciam aos vocabulários de executivos, seja de que segmento fosse.

O gestor hoje em dia deve ter em mente que a governança não é um diferencial ou uma opção. É uma exigência da tecnologia que deixa tudo forçosamente às claras. É o fim das negociatas ou falta de transparência com o mercado.

Há um movimento crescente de mudança nas práticas de consumo acompanhado de preocupações cada vez maiores com a melhora da qualidade de vida da sociedade e do indivíduo. Nesse campo temos alguns movimentos como consumo compartilhado e principalmente sustentabilidade comunitária. É lógico que ainda estamos bem longe do ideal de sociedade justa e responsável, porém, estamos caminhando a passos largos, uma vez que estamos tomando consciência de que estamos nos aproximando do ponto sem volta.

A inversão do eixo econômico, antes EUA-Europa, agora China, Brasil, Índia, Russia é algo que deve ser profundamente conhecido dos gestores. A política implementada pelo líder chinês Deng Xiaoping no final da década de 70 fez surgir um gigante global do que poucos ainda dúvidam de sua força. O eixo EUA-Europa reina, mas já não governa. Entender essas mudanças na economia mundial é essencial para tomar decisões acertadas baseadas no presente, não no passado.

Podemos tirar como conclusão desse breve artigo que as mudanças pelas quais o mundo está passando são algumas das mais significativas dos últimos séculos, só suplantada, talvez, pela revolução industrial. Em um mundo em mudanças, alguns se agarram aos velhos conceitos e naufragam diante da inovação, outros se arriscam em um mundo desconhecido, mas cheios de oportunidades. Cabe a você decidir em que time você estará.


Ganha cada vez mais contornos de um grande sentimento cívico nacional a defesa e exigência para aplicação da “Ficha Limpa” em todas as esferas da administração pública e em todos os três poderes da República.

Inicialmente, a lei apareceu apenas no âmbito da legislação eleitoral para impedir que malversadores do erário concorram a um novo pleito mesmo com dívida a acertar com a Justiça.

Não demorou para que a repercussão e o caráter “revolucionário” da lei fizessem com que agentes públicos, políticos e jurídicos defendessem a sua aplicação para além do campo eleitoral. Daí que senadores como Pedro Simon (PMDB/RS) e Ana Amélia (PP/R) têm defendido, no Senado Federal, para que a presidenta Dilma elabore um Decreto Presidencial para que todos os cargos do Executivo sejam ocupados com base na Ficha Limpa, conforme recomendação da Controladoria Geral da União (CGU).

No Maranhão o primeiro político a pensar a aplicação para No Maranhão, o deputado Zé Carlos do PT, que logo na sua estréia na Assembleia Legislativa apresentou uma proposta de lei baseada na Lei da Ficha Limpa, quando nem o próprio instituto havia sido aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, como bem lembrou o blog do Marco D’Eça.

O fato é que o Brasil aos poucos vai se contagiando pelo o que chamo de “Cultura Ficha Limpa”, ou seja, um sentimento, uma manifestação cívica e republicana numa dimensão jamais imaginada pela cidadania nacional. Aliás, algo que pode contagiar todas instituições do país, inclusive partidos, sindicatos, empresas, associações, igrejas etc.

Que a “Cultura Ficha Limpa” ganhe cada canto deste país e, claro, o nosso Maranhão.


O Radialista Juracy Vieira (Rádio Capital e TV Guará) faleceu aos 66 anos vítima de infarto fulminante. O “Campeão” (foto), como era conhecido pelos amigos, era um dos ícones do radialismo esportivo do Maranhão.

O blog reproduz textos dos amigos Zeca Soares e Oliveira Ramos como forma de prestar uma homenagem ao “Campeão”. À família os nossos votos de pesar.

Morre o “campeão” Juracy Vieira

Por Zeca Soares

O rádio esportivo maranhense está de luto. Morre aos 66 anos, o nosso “campeão” Juracy Vieira, narrador da Rádio Capital AM e apresentador da TV Guará. Juracy sofreu um infarto no domingo. Foi levado ao hospital, onde foi submetido a um cateterismo. No mesmo dia, foi diagnosticado um derrame.

Juracy chegou ao Maranhão em 1972, após trabalhar no Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Levou a Rádio Educadora AM ao primeiro lugar no Ibope. Em 1977, mudou para a Rádio Ribamar AM, onde permaneceu por cinco meses antes de se transferir para a Rádio Difusora AM, emissora na qual ganhou o apelido de “campeão” e viveu os grandes momentos da carreira. Atualmente estava na Rádio Capital AM.

Juracy completaria 67 anos de idade e 50 anos de carreira no próximo mês de março.

Nunca trabalhamos juntos, mas desde os anos oitenta, sempre escutava os programas de Juracy Vieira, especialmente na Difusora. Dizia ao Juracy que quando ele narrava, mesmo quando não estava no estádio, eu sabia onde a bola estava. Essa era a marca dele. Daí cresceu a nossa admiração e amizade. Fui, inicialmente ouvinte e depois, após fazer jornalismo e radialismo, amigo e colega de profissão.

Ao Juracy o meu eterno muito obrigado, pela amizade, respeito, carinho e principalmente pelos ensinamentos. Descanse em paz, mestre!
Os nossos sentimentos ao meu amigo e irmão Juracy Filho (o Jurinha), Karina, Márcio, Dona Luzenir, Adolfo Vieira, Paulo, Elaine e a todos da família.

Juracy Vieira – o nosso Cozzi, Doalcei, Silvério

Por Oliveira Ramos

A mesa está posta na sala de visitas. Uma vistosa toalha de linho branco com detalhes bordados em rendas enfeita, naquele momento, o objeto mais importante da casa de Joaquim Albano, em Queimadas, povoado do município de Pacajus/CE, no início da década de 50.

A “espreguiçadeira” principal da casa (uma muito bem trabalhada cadeira de jacarandá com forro de palhinha) garante o repouso e a expectativa de Joaquim, dono da casa. Outros convidados especiais estão na sala, em volta da mesa. Sobre a mesa, a principal atração da tarde: um vistoso e bem cuidado rádio “ABC a voz de ouro”.

Talvez por conta da pequena quantidade de aparelhos ligados nas redondezas, em que pese a transmissão captada diretamente de São Paulo, mais precisamente do Estádio Paulo Machado de Carvalho, a voz límpida, emocionante, detalhada, de Oduvaldo Cozzi fazia diferentes as tardes de domingo pelo Brasil.

Foi assim na Copa do Mundo de 1954, quando decepção e constrangimento foram estendidos aos brasileiros daqui e de todos os lugares. A triste façanha foi repetida em 1954 quando, em Berna, na Suíça, a seleção da Hungria arrasou a seleção brasileira, eliminando-a com uma goleada de 4 a 2. E, mais uma vez, o rádio nos trouxe as desinteressantes alvíssaras.

Os rádios “ABC a voz de ouro”, “Transglobe”, “Phillips”, “Semp”, repentinamente se transformaram em eletrodomésticos dos mais úteis. Presente muito bem recebido por qualquer aniversariante. A partir daí o rádio teve expansão incontrolável, levando, inclusive, à transistorização. A comunicação mudou de forma considerável num país de dimensões continentais como o Brasil.

Sem muita aceitação – pelos inúmeros erros cometidos – as copas do mundo de 1950 e 1954 começaram a ser esquecidas. A de 1950, perdida de forma bisonha, no próprio território brasileiro, para uma seleção que percebeu a fraqueza psicológica brasileira e soube escolher o momento certo da conquista. A de 1954, “assistida à distância” via rádio, não causou tanta ira, porque perdida para a melhor seleção de futebol que já se formou nas disputas dos campeonatos mundiais: a da Hungria, de Puskas, Lántós, Hidegkuti, Kocsis e outros.

Em 1955 e 1956 tudo mudou. O rádio esportivo passou a ser uma potência e o primeiro e principal caminho da informação. Rádio Mauá, Rádio Nacional, Rádio Tupi, Rádio Bandeirantes, Rádio Jornal do Commércio, Rádio Tamoio, Rádio Copacabana, Rádio Continental, Rádio Gaúcha, Rádio Farroupilha, Rádio Guaíba, Rádio Eldorado, Rádio Gazeta, Rádio Record, Rádio Excelsior da Bahia, Rádio Borborema, Rádio Clube de Recife, Rádio Tabajara e Rádio Nordeste passaram a fazer a alegria do povo brasileiro nas tardes de domingo.

A década de 60 começou a todo vapor e o rádio não ficou atrás. Sem televisão e com poucos jornais impressos, em quase todas as residências do Brasil existia um rádio. As rádio-novelas eram atrações à parte e garantiam a mesma audiência que as tele-novelas atuais.

Quem não ouviu falar do “Direito de Nascer”? Quem não ouviu falar dos programas de auditório da famosa Rádio Nacional, do fabuloso programa “Papel Carbono” comandado por Renato Murce? Quem não lembra Emilinha Borba, Dalva de Oliveira, Dolores Duran, Vicente Celestino, Francisco Alves, Francisco Carlos, Carlos Galhardo, Sílvio Caldas, Orlando Silva, Orlando Dias, Moacir Franco. Quem não lembra os programas de César de Alencar?

Pois, foi nesse “boom” provocado pelo rádio, que o “Rádio Esportivo” cresceu, evoluiu, tomou conta do Brasil, popularizando Ary Barroso,  Oduvaldo Cozzi, Luís Mendes, João Saldanha, Orlando Batista, Fiori Giglioti, Doalcei Bueno de Camargo, Waldir Amaral, Jorge Cury, Oswaldo Moreira, Geraldo José de Almeida, José Cabral, Ruy Porto, Ivan Lima, Carlos Lima, Aldir Dudman, Júlio Sales, Peter Soares, Afonso Soares, Mauro Pinheiro, Mauro Campos, Barbosa Filho (maranhense), Alexandre Santos, Darcy Reis, Antonio Edson, Armando Oliveira (o baiano), Jones Tavares, José Ataíde,  Pedro Luiz, Edson Leite,  e tantos outros que hoje desfrutam dos caminhos abertos pelos iniciantes com muita luta e suor.

A segunda Guerra Mundial se aproximava do fim. Nos meses de fevereiro e março de 1945, enquanto morriam 6.000 soldados norte-americanos e 20.000 japoneses numa luta desumana pelo controle de uma ilha, no Brasil, mais precisamente em Teresina/PI, na Avenida Campos Sales, 1.555, vinha ao mundo Juracy Vieira da Silva que, 25 anos depois, estaria lado a lado, ombreando os maiores e mais importantes narradores de futebol do Brasil.

46 dias após o nascimento de Juracy Vieira, isto é, no dia 30 de abril de 1945, Adolf Hitler cometeria suicídio no seu bunker de Berlim. Hitler acabara de nomear Karl Doenitz seu sucessor como Chefe de Estado que, mais tarde decidiu render-se. Mas foi Alfred Jodl, general representante de Karl Doenitz, quem assinou a rendição incondicional de todas as forças armadas alemãs ao comparecer ao Quartel-General de Eisenhower, em Reims, no dia 7 de maio de 1945.

E, quem nasce numa efervescência dessas, não pode ser alguém sem importância. Muito jovem ainda, Juracy Vieira ingressou na Rádio Clube de Teresina, contratado como narrador esportivo. O nome e a fama correram mundo espraiando-se pelo Nordeste. A boa nova chegou aos ouvidos de Paulo Câmara, então Diretor da Rádio Nordeste de Natal, e Juracy Vieira mudou de mala e cuia para a capital espacial, integrando-se definitivamente ao “cast” de uma das maiores e mais importantes equipes de esporte do Nordeste.

A década de 60 se aproximava do fim, e o rádio esportivo do Brasil, que assumira lugar de destaque em 1958 com a conquista da Copa do Mundo, na Suécia, estava em expansão, todos brigando pela audiência que, como retorno, trazia status e bons salários.

Dono de audiência inconteste não apenas em Natal, mas em todo Rio Grande do Norte, Juracy Vieira atravessava fronteiras, ficava famoso e, numa rotina dos bons e competentes, foi contratado pela Rádio Poti de Natal, na época, uma das fortes células dos Diários Associados no Rio Grande do Norte.

E Juracy Vieira já figurava no rol dos mais vibrantes e melhores narradores esportivos do Brasil quando foi contratado a peso de ouro pela Rádio Cabugi de Natal (atual Globo Natal), onde conheceu nomes como José Lira e Hélio Câmara.

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Em nota divulgada nesta quinta-feira, a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz), avisa aos contribuintes que, em virtude da mudança do horário bancário, a partir de segunda-feira, dia 27 de fevereiro, o atendimento ao público será das 10h às 16h, no setor de Atendimento do órgão – na Avenida Kennedy, 1455 – Bairro de Fátima.

Contudo, o que os contribuintes desejam mesmo saber e se o posto do Banco do Brasil, localizado na sede de órgão, continuará fechando para o almoço e causando transtornos para os clientes, conforme denúncia deste blog (reveja).

 


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou na tarde da quarta-feira cinzas (22), em Brasilia, a Campanha da Fraternidade-2012 com o tema “Fraternidade e Saúde” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”.

Oportuna e bem pensada a iniciativa da CNBB de trazer uma questão tão importante como a saúde pública, para o debate nacional a partir da Igreja Católica.

No Maranhão, onde está em curso o controverso programa “Saúde é Vida”, tocado pelo secretário Ricardo Murad, e considerado por ele o “maior programa de saúde do Brasil”, o tema da Campanha da Fraternidade chega a ser provocativo, pois segundo a CNBB “a igreja decidiu trabalhar o tema saúde pública com o objetivo de fazer com que o povo e as autoridades competentes reflitam sobre os desafios que o país possui neste setor“.

Entre as ações do “Saúde é Vida”, da Secretaria de Estado da  Saúde, estão a construção dos polêmicos 72 hospitais prometidos pela então candidata Roseana Sarney, durante a campanha eleitoral de 2010.

A Campanha da Fraternidade é realizada desde 1964, e anualmente a igreja seleciona um tema de interesse da coletividade procurando envolver toda a sociedade durante a Quaresma, período entre o Carnaval e a Sexta-feira Santa.

Já o lema da Campanha da Fraternidade 2012 é “Que a saúde se difunda sobre a terra”, que é uma espécie de extensão do tema.

Nesse sentido, só temos que torcer (e rezar) para que saúde se difunda sobre o Maranhão.


O blog do amigo Ludwig Almeida, o terror da Região Leste do estado, está de “cara” nova, mas o conteúdo irreverente e inteligente continua o mesmo.

Veja a última postagem “De leve” do novo blog do Ludwing Almeida:

Perguntar não ofende

Quem são os dois pré-candidatos a prefeito de Timon que estão residindo na zona Leste de Teresina (PI)?

Uma vela para Deus e outra…
Tem um vereador timonense muito experto, a turma já identificou que durante o dia ele apóia Tales Waquim e a noite ele é Edivar Ribeiro desde criança. Na madrugada, uma fonte do Blog Ludwig Almeida conseguiu identificar que ele se mete a ser Luciano Leitoa. Nessa brincadeira ele vai terminar perdendo o sabor da política.

Mais rico
A turma do “pé de mirindiba” não dispensa mesmo. Andam dizendo que o vereador Zé Carlos Assunção além de ter aumentado a quantidade de cabelos brancos na cabeça, agora está mais rico. Tudo por conta da contratação de uma pesquisa eleitoral realizada em Timon pelo Instituto Amostragem que custou algo em torno de R$ 5 mil reais. Um gaiato emendou, “isso é troco pra ele”.

Um dor de cabeça chamada Hospital Alarico Pacheco

A dura realidade do Hospital Alarico Nunes PachecoO Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco em Timon enfrenta uma situação das mais críticas desde sua fundação há vários anos. As demissões que tem ocorrido naquela casa de saúde, hoje controlado pela milionária Fundação Bem Viver, tem refletido negativamente na atual gestão. A secretaria de Saúde do Estado já foi informada do caso.

Educação em Timon como antigamente

Se depender da secretaria de Educação do Maranhão os alunos timonenses terão que atravessar o Rio Parnaíba para estudar como há tempos atrás.

Só de uma lapada foram fechadas três escolas estaduais, o Bandeirante, Higino Cunha e o Aluízio Azevedo.

Bem na moldura
“Edivar não rompe, até porque tem milhões de motivo para permanecer no grupo da prefeita Socorro Waquim”, assim dizem a maioria dos formadores de opinião ouvidos pelo Blog Ludwig Almeida.

Embora negando publicamente, rola nos bastidores que o vice-prefeito Edivar Ribeiro tem um plano B para seu filho que está com as obrigações eleitorais em dia e no ponto de sair candidato. Os edivazistas mais afobados, dizem que uma foto do filho do vice-prefeito junto com o deputado Luciano Leitoa ficava bem na moldura.

Chico Leitoa e o telefone que não toca

Chico Leitoa com dois celulares, se um falhar….Se existe uma pessoa que espera anciosamente aparecer no visor do seu telefone celular o nome “Edivar Ribeiro”, chama-se Chico Leitoa.

O ex-prefeito só aguarda o desenrolar das decisões do grupo Waquim para fazer suas articulações nos bastidores.

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A Favela do Samba ganhou pela sétima vez consecutiva o Desfile das Escolas de Samba de São Luís.

Escola conseguiu nota em em todos os quesitos de julgamento. Com o enredo “São Luís, menina dos olhos do mundo”, ela venceu a Flor do Samba (267 pontos) e a Turma do Quinto (261 pontos), que ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. O quarto lugar ficou com a Unidos de Ribamar que teve 243 pontos.

Resultado final:
1º lugar: Favela do Samba – 270 pontos
2º lugar: Flor do Samba – 267 pontos
3º lugar: Turma do Quinto – 261 pontos
4º lugar: Unidos de Ribamar – 246 pontos
5º lugar: Império Serrano – 241 pontos
6º lugar: Túnel do Sacavém – 235,5 pontos
7º lugar: Turma de Mangueira – 234 pontos
8º lugar: Terrestre do Samba – 210 pontos
9º lugar: Marambaia – 205,5 pontos
10º lugar: Mocidade Independente – 200,5 pontos
11º lugar: Unidos de Fátima – 196 pontos

Desfile das Campeãs
O desfile das campeãs será realizado nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, na Passarela do Samba, no Anel Viário, com a participação dos três primeiros colocados de cada grupo da competição do Carnaval.

O blog parabeniza a comunidade do Sacavém pela merecida conquista da Favela do Samba e, claro, o presidente da Escola de Samba, o sempre dedicado e apaixonado pela cultura popular, o amigo Renato Dionísio. Valeu, Favela!

(Com informações do jornal O Estado do Maranhão)


Por Zuenir Ventura

Espalhados pelo chão, empilhados sobre a mesa, em cima das cadeiras, dezenas de livros aguardavam voltar para as estantes, de onde foram retirados por causa de uma pequena obra em casa.

Eu acabara de ler no Prosa & Verso uma matéria que me pôs a pensar sobre o futuro deles. Será que teriam utilidade para Alice daqui a uns 15 anos?

O debate no suplemento era sobre os efeitos do mundo digital sobre a leitura, a competição entre internet e texto impresso, fazendo lembrar a antiga discussão entre o que Umberto Eco chamou de “apocalípticos e integrados”, para definir os que temiam e os que aceitavam a comunicação de massa.

No artigo em que procurava desfazer o clima maniqueísta da disputa, Pedro Doria analisava os mais recentes trabalhos que tratam do tema.

O apocalíptico dessa história é Nicholas Carr, autor de “A geração superficial: o que a internet está fazendo com os nossos cérebros”. Recorrendo ao próprio exemplo, ele confessa que antes passava horas mergulhado em extensos trechos de prosa. “Agora, raramente isso acontece. Minha concentração começa a se extraviar depois de uma ou duas páginas.”

Na mesma linha, outro intelectual dizia que ninguém mais lê “Guerra e paz” por ser “longo demais”. A internet teria mudado nosso jeito de ler, passando de linear, sequencial, para uma forma fragmentada, desatenta, interrompida por hiperlinks.

Olhei à minha volta e percebi o quanto havia de volumes “longos demais”, que daqui a pouco estariam condenados, segundo essa tendência. Ali estavam “Ulisses”, de James Joyce, 888 páginas); “Gênio”, de Harold Bloom (828); “Pós-guerra”, de Tony Judt (847); “Casa Grande & Senzala”, de Gilberto Freyre, 40 edição (668); “Os sete pilares da sabedoria”, de T.E. Lawrence (782), entre muitos outros.

Será que a humanidade não iria produzir mais uma “Divina Comédia”, um “Lusíadas” ou um “D. Quixote”? Será que só haverá lugar para mensagens de 140 toques? Talvez, se estivermos fabricando o que Carr chamou em entrevista a Guilherme Freitas de “leitor distraído, que não lê com profundidade; passa os olhos no texto, lê na diagonal”. Decodifica apenas, em vez de “um sofisticado ato de interpretação e imaginação”.

A questão, porém, é mais complexa, como se depreende do ensaio do professor João Cezar de Castro Rocha na mesma edição. Ele mostra que o advento da palavra impressa causou impacto parecido no universo da palavra falada e escrita. Décadas depois da invenção dos tipos móveis, o livro foi comparado a uma catedral, com um final que se anunciava infeliz: “O livro destruirá o edifício; a imprensa superará a arquitetura.”

Agora, voltou à moda decretar o fim do impresso. Para quem, como eu, acredita na convergência e não no antagonismo entre as tecnologias de comunicação, o consolo é que os que anunciaram a morte da imprensa e do livro morreram antes.


Unidos da Tijuca foi eleita a campeã do carnaval carioca nesta quarta-feira (22). A escola da Zona Norte é a vencedora pela terceira vez em sua história após uma acirrada disputa na apuração do Grupo Especial que aconteceu nesta tarde na Sapucaí. Porto da Pedra e Renascer de Jacarepaguá foram rebaixas para o Grupo de Acesso A. O desfile das campeãs acontecerá no dia 25 de fevereiro (sábado).

A agremiação, campeã em 1936 e 2010, apostou mais uma vez na criatividade do carnavalesco Paulo Barros, famoso por trazer inovação para a Passarela do Samba. A escola trouxe vaqueiros, sanfonas e baião para celebrar Luiz Gonzaga, que completaria cem anos em 2012 se estivesse vivo. O enredo teve o título de “O dia em que toda a realeza desembarcou na Avenida para coroar o Rei Luiz do Sertão”. (Fonte: G1)

Entenda o que significa cada parte de um desfile

ENREDO: Tema escolhido pela escola. A avaliação considera se ele está sendo demonstrado corretamente no decorrer do desfile. São avaliados a riqueza de elementos, o roteiro e entendimento do tema.

VELHA GUARDA: É a ala que reúne os integrantes mais antigos da escola. Em geral, encerra o desfile. Não é obrigatória.

RAINHA DA BATERIA: As beldades que desfilam à frente da bateria têm a missão de apresentar os ritmistas ao público. Além da rainha, algumas escolas ainda possuem madrinha, musa e princesa.

ALA DAS BAIANAS: Apesar de não valer pontos individualmente, a presença das baianas é obrigatória. São senhoras da comunidade que desfilam girando pela avenida, com saias rodadas.

SAMBA-ENREDO: A letra e a melodia são avaliadas pelos jurados. É preciso considerar a adequação da letra ao enredo, sua riqueza poética, bom gosto e adequação à melodia. Tem de facilitar o canto e a dança dos desfilantes.

COMISSÃO DE FRENTE: É o primeiro grupo a entrar. Apresenta a escola e saúda o público. Além da fantasia adequada ao enredo, a avaliação também considera o uso de adereços, tripés ou quadripés. É preciso coordenação, sintonia e criatividade.

PASSISTAS: Homens e mulheres que sambam muitíssimo bem e são responsáveis por evitar que o recuo da bateria deixe um buraco no desfile. Não vale pontos individualmente.

FANTASIA: Todas as fantasias são avaliadas, com exceção das do casal de mestre-sala e porta-bandeira, comissão de frente e de quem estiver nos carros alegóricos. As fantasias são julgadas em seu total (incluindo os adereços de mão), nos detalhes (acabamentos e cuidados de confecção) e se estão adequadas ao enredo.

BATERIA: É julgada pela sustentação da cadência em consonância com o samba, criatividade e versatilidade. Não é levada em consideração a quantidade de componentes nem a fantasia dos ritmistas.

HARMONIA: Entrosamento entre o ritmo da bateria e o canto dos integrantes da agremiação. ALA DOS COMPOSITORESOnde se reúnem os poetas da escola de samba.

MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRAApresentam o pavilhão da escola. O casal deve executar bailado próprio no ritmo do samba. A porta-bandeira não pode deixar o pavilhão cair, enrolar no seu corpo ou no mastro e bater no rosto do mestre-sala. Ele não pode colocar o joelho ou a mão no chão, não pode tocar o pavilhão com movimentos bruscos e não pode falar.

EVOLUÇÃO: É o movimento rítmico e contínuo dos sambistas, que precisam evitar espaços vazios e correria ou retrocesso das alas. A bateria, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, a ala dos compositores e os diretores de harmonia podem se deslocar livremente. Também é avaliada a animação.