FRASE DO DIA

Nada nos destruirá. Nem a mim e nem aos nossos ministros.

(Michel Temer)

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Na condição de ex-juiz federal, o governador do Maranhão certamente não curtiu as declarações do ministro Gilmar Mendes que, diga-se de passagem, é seu amigo.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, também presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), saiu como mais uma declaração polêmica, como de costume.

Durante participação na tarde desta segunda de evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) sobre reforma política, Gilmar disse  que se o “deserto do Saara” fosse administrado por magistrados “faltaria areia”, ao criticar movimentos que têm apoiado a candidatura de juízes, promotores e ex­-ministros para 2018. Para ele, uma “república de promotores e juízes” teria um resultado decepcionante.

“Já trocamos políticos que buscam votos pelos militares. Alguém pode imaginar que pode fazer uma república de promotores ou de juízes. Creio que ficarão também decepcionados com o resultado. Até como gestores, nós juízes e promotores, não somos lá muito bons. Se fôssemos administrar o deserto do Saara, faltaria areia em pouco tempo”, disse.

Na condição de ex-juiz federal, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), certamente não curtiu as declarações do ministro Gilmar Mendes que, diga-se de passagem, é amigo do comunista.

Leia a íntegra do que disse o ministro AQUI.


As novidades nesta pesquisa são os nomes do campo jurídico: Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF, e o juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo contra Lula na Lava Jato, ambos sem partido.

Ricardo Kotscho, via Balaio do Kotscho

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), ex-militar candidato da extrema-direita, engoliu os presidenciáveis do PSDB na disputa pelo segundo lugar, enquanto o ex-presidente Lula sobe e segue líder disparado em todos os cenários de primeiro turno para 2018.

Ao mesmo tempo, o PT volta a crescer e chega a 18% na preferência dos eleitores, enquanto o PSDB encolhe para 5%, ao lado do PMDB, os principais partidos da aliança governamental.

Este é o resumo da ópera da nova pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira, a primeira após as delações da JBS.

Nos oito cenários de primeiro turno apresentados pela pesquisa, a ex-senadora Marina Silva, da Rede, fica atrás apenas de Lula, que tem 30%, empatada com Jair Bolsonaro, com metade das intenções de voto do petista.

Lula tinha 22% em dezembro de 2015, quando Marina liderava com 24%, aparecendo agora com 15%.

Neste período, Bolsonaro subiu 11 pontos, saindo de 5% para os atuais 16%.

Os tucanos Alckmin (8%) e Doria (9%) surgem empatados em quinto lugar. Aécio Neves não aparece mais na lista.

A rejeição a Lula oscilou para cima de 45 pra 46%. Alckmin (34%) e Bolsonaro (30%) vêm em seguida.

Em informação escondida no pé da matéria “Com Lula líder, Bolsonaro e Marina disputam 2º lugar”, a Folha registra que a popularidade do PT subiu de 11%, em 2015, para 18% dos eleitores com preferência partidária.

No mesmo período, o PSDB caiu de 9 para 5%. A maioria do eleitorado declarou não ter preferência por nenhum partido.

As novidades nesta pesquisa são os nomes do campo jurídico: Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF, e o juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo contra Lula na Lava Jato, ambos sem partido.

No primeiro turno, Sergio Moro surge com 14%, empatado com Marina Silva, no cenário que tem Lula com 29%. Joaquim Barbosa tem entre 10 e 13%.

No segundo turno, Moro (42%) está em empate técnico com Lula (40%). Se a adversária for Marina, Lula também empata em 40%. Em qualquer outro cenário, o ex-presidente está na frente.

Faltam ainda 14 meses para as eleições presidenciais, se não houver nenhum imprevisto no caminho.

Vida que segue.


Seja em ações simuladas ou no cumprimento de missões para atender ocorrências na vida real, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão tem demonstrado inúmeras vezes porque é merecedora de toda admiração, respeito e credibilidade da parte do conjunto da sociedade maranhense.

Na de ontem, domingo, 25, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão – CBMMA, mostrou mais uma vez que é uma instituição exemplar quando o assunto é o desempenho de suas funções, objetivos e missões, principalmente quando está em jogo a segurança do cidadão e da sociedade em geral.

Numa ação que deu início oficialmente a semana que antecede o dia Nacional do Bombeiro (2 de Julho), o CBMMA surpreendeu o público que transitava pela avenida Litorânea, ao realizar um simulado de Atendimento a Emergências, envolvendo várias equipes e viaturas de socorro que fazem parte do serviço de atendimento da corporação.

Coordenado pelo Tenente-coronel QOCBM Andrade, o simulado teve como objetivo demonstrar para população as diferentes frentes de atuação do CBMMA, que se prepara de forma contínua, e incansável no intuito de prestar o melhor atendimento possível em qualquer situação de emergência de forma eficaz e profissional. O cenário apresentado tratava-se de um acidente veicular envolvendo três carros, sendo um totalmente em chamas; outro com vítimas presas nas ferragens; e um terceiro com um princípio de incêndio, exigindo uma extração rápida da vítima; além de um resgate de uma vítima em ribanceira, onde foi utilizado técnicas de salvamento em altura e utilização da Auto- Escada Magirus.

Foram empregados 13 (treze) viaturas e 50 (cinquenta) militares das seguintes unidades operacionais: 1º Batalhão de Bombeiros Militar – 1º BBM, 2º Batalhão de Bombeiros Militar – 2º BBM, Batalhão de Emergências Médicas – BBEM, Batalhão de Busca e Salvamento – BBS, Batalhão de Bombeiros Marítimo – BBMAR, 1ª CIBM e o Batalhão de Bombeiros Ambiental – BBA. Também não poderíamos de deixar de agradecer aos órgãos parceiros como a Secretária Municipal de Trânsito e Transporte – SMTT e ao DETRAN – MA, que acreditaram na iniciativa do CBMMA e apoiaram incondicionalmente para o aperfeiçoamento do serviço desempenhado pela corporação em bem servir a sociedade.

O coronel Célio Roberto, Comandante Geral do CBMMA, parabenizou a ação de todos os órgãos envolvidos e a forma como ocorreu a integração, que culminou em um atendimento sincronizado e eficiente. O comandante, destacou a importância desse tipo de ação que além de aperfeiçoar o atendimento das unidades operacionais do CBMMA, também serve como forma de avaliação das ações desempenhadas, buscando sempre detectar e corrigir alguma falha, em busca sempre de um atendimento mais qualificado e um tempo resposta cada vez menor. O comandante frisou a importância dessas ações junto à comunidade, pois aproxima o cidadão da corporação e mostra para a sociedade as diversas áreas de atuação do Corpo de Bombeiros.

Ação real na Avenida os Holandeses

Não bastasse o sucesso que foi o simulado de Atendimento a Emergências de incêndio descrito acima, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão mostrou na vida real que está preparado para atender às missões mais complexas e perigosas para as quais é chamado.

Isso foi comprovado na madrugada do último sábado quando foi acionado por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança – CIOPS, para atender a uma ocorrência de um caminhão- tanque que perdeu o controle, colidiu com um poste de alta tensão, tombou e entrou em chamas. De imediato, as equipes de socorro do CBMMA foram acionadas para o local, sendo o caminhão de combate a incêndio do 1º Batalhão de Bombeiros Militar – 1º BBM, ABT -19, a chegar ao local.

Chegando ao local as equipes de socorro encontraram o caminhão-tanque em chamas devido à grande quantidade de combustível que o veículo transportava. As equipes de socorro do 1º BBM contaram com reforço das guarnições do 2º BBM, 1ª CIBM, 2ª Cia do 1º BBM, Batalhão de Emergência Médica e do Batalhão de Busca e Salvamento. O incêndio foi extinguido e o motorista, única vítima do incêndio, foi encaminhado para o hospital com queimaduras em aproximadamente 50% do corpo. O combate ao incêndio se estendeu até por volta das 02:50h, exigindo grande esforço físico e técnico dos militares envolvidos. Devido a ação coordenada e a rápida resposta do CBMMA, foi possível evitar que a ocorrência tomasse maiores proporções, preservando assim a vida e os bens dos comerciantes ao redor.

Em suma: seja em ações simuladas ou no cumprimento de missões para atender ocorrências na vida real, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão tem demonstrado inúmeras vezes porque é merecedora de toda admiração, respeito e credibilidade da parte do conjunto da sociedade maranhense.

Parabéns a todos os homens e a todas as mulheres que fazem o dia a dia desta magnifica instituição que é o CBMMA.


Prefeito Luis Fernando e Coronel Pereira tratam da implantação da escola militar e da construção do prédio para abrigar a Companhia da Polícia pela Prefeitura.

Acompanhado do comandante geral da Polícia Militar do Maranhão, Cel. Pereira, o prefeito Luis Fernando visitou na última sexta-feira (23) as instalações da escola municipal do Parque Vitória, onde será instalado o Colégio Militar Tiradentes e o terreno, localizado ao lado da escola, que vai abrigar a Companhia de Polícia da área.

A visita, de acordo com o prefeito Luis Fernando, teve o objetivo de definir ações iniciais para a instalação da escola, anunciada inclusive na visita do Governador Flávio Dino quando da entrega de urbanização da Avenida Nossa Senhora da Vitória. Com mais essa escola, São José de Ribamar terá a terceira escola militar. As duas primeiras foram implantadas no início do ano, na sede do município e a outra no Parque Jair.

“Convidamos hoje o cel. Pereira para conhecer as instalações da escola, acomodações e demais espaços tanto interno quanto externo. A partir desse movimento vamos agora estabelecer o protocolo para a assinatura do termo que vai celebrar a parceria, onde a prefeitura por meio da secretaria de educação assume a parte pedagógica, e a cúpula da polícia militar assume a administrativa”, explicou o prefeito.

Segurança – Na oportunidade, o prefeito visitou ainda o terreno onde será construído, pela prefeitura, um prédio para abrigar a Companhia de Polícia do Parque Vitória, subordinada ao Batalhão de Polícia do Cohatrac.

“Além da escola militar que vai formar as nossas crianças e jovens com disciplina e programas voltados à cidadania, também visitamos o terreno que vai abrigar a companhia. Não tenho dúvida que a parceria estabelecida, Prefeitura e Governo do Maranhão, vai trazer inúmeros benefícios para a população, sobretudo nas áreas da segurança e educação”, concluiu.


Para Ruy Fausto, sigla deve se articular com outras frentes e partidos, como o PSOL, nas eleições do ano que vem

Marianna Holanda, O Estado de S. Paulo

É de esquerda e critica o chavismo, trotskismo, maoismo e o marxismo. Repudia todas as formas de populismo, totalitarismo e adesismo – às quais tem dado o nome de “patologias da esquerda”.

Aos 82 anos, o professor emérito de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP) Ruy Fausto, radicado na França, transformou o artigo que publicou na edição da revista piauí de outubro passado no livro Caminhos da Esquerda: elementos para uma reconstrução (Companhia das Letras), a ser lançado em 3 de julho.

Em entrevista ao Estado, Fausto defende o fim da hegemonia do PT no campo da esquerda e a formação de uma frente única progressista para a eleição presidencial de 2018 com, por exemplo, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) e o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ). Leia a seguir os principais trechos da entrevista.

ESTADÃO – Há uma hegemonia de direita?

No mundo, há uma ofensiva grande da direita que surgiu, principalmente, com o fim da União Soviética. Me assusta muito, particularmente, a extrema direita, que tem uma linguagem muito violenta. Tem ainda a situação brasileira, com o PT, que acabou fortalecendo a direita. A política petista trouxe maior distribuição de renda, mas também houve uma corrupção absolutamente intolerável. Ainda assim, nada justifica o impeachment (da presidente cassada Dilma Rousseff), que foi um desastre. Mas a direita se lançou nessa aventura, conseguiu e isso permitiu que eles levantassem a cabeça. A corrupção foi um discurso bem apropriado pelos movimentos de direita.

RUY FAUSTO – Como o senhor avalia as críticas ao que o PT fez enquanto ocupou o governo?

Um partido de esquerda que se pretende democrático tem de ter lisura administrativa absoluta. Há uma política de “fins justificam os meios”. A lição que se tira no PT hoje é: “nós não fomos suficientemente oportunistas”. Isso é um desastre total e tem intelectual saudando isso aí. Certamente faltou um mea-culpa. Nesse sentido, os melhores são o Tarso Genro (ex-governador do Rio Grande do Sul), o José Eduardo Cardozo (ex-ministro da Justiça no governo Dilma). O PT vai continuar a existir. Mas o caminho é de queda, para haver uma renovação.

Lula seria um bom candidato?

Acho que não. Primeiro, acho muito difícil que ele concorra, a situação jurídica é muito difícil. Eu não desejo a condenação do Lula, embora ache difícil ele conseguir evitar isso. Desejo, sim, que ele possa legalmente se candidatar, mas não acho que, nas condições atuais, ele seria um bom candidato para a esquerda. Acho que os melhores nomes podem vir do PT, do PSOL, ou mesmo da sociedade civil.

O senhor acredita que a esquerda deveria sair unificada em 2018?

Sim, é essencial que se crie uma frente única de esquerda, fazer uma espécie de fórum desses movimentos independentes. Não é para ter uma ruptura total com o PT, mas a hegemonia não pode mais ser dele, no campo da esquerda. Isso também não significa que a gente vá ganhar em 2018. A gente tem de ter uma boa campanha. E, aí, surgem possíveis nomes. O Fernando Haddad (ex-prefeito de São Paulo), por exemplo, é bom sujeito, competente, não é corrupto. Outro nome é o Marcelo Freixo, que me parece um sujeito bom. Acho que talvez o Fernando Haddad possa sair como candidato ou como vice. Às vezes, um dos melhores do PT com um dos melhores do PSOL poderia funcionar.

Mas Fernando Haddad não conseguiu se reeleger em São Paulo e Marcelo Freixo também não foi eleito prefeito no Rio na eleição do ano passado…

O Haddad, eu não estive aqui (no Brasil) durante toda a sua gestão na Prefeitura, mas tenho a impressão de que fez um bom governo. Ele teve uma péssima campanha, foi muito atacado e avaliou mal os movimentos das ruas. Já o PSOL é até meio de extrema esquerda. Há muito essa ideia de que se deve ir mais à esquerda – como se a luta política fosse uma espécie de escala. Você pode até dizer isso, mas redefina a esquerda. Enfim, o PSOL tem seu mérito por ter criticado a corrupção e as alianças sem escrúpulos do PT, mas ainda é de extrema esquerda. Alguns flertam com chavismo e castrismo. Mas, na verdade, é um partido muito variado.

Existem ainda outros nomes que surgem: o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o Guilherme Boulos, líder do MTST, e mesmo a ex-ministra Marina Silva (Rede).

A Marina, eu respeito a biografia, mas seu programa econômico não é bom e ela não se move muito bem na política. O Ciro é um sujeito que fala muitas verdades, mas fala demais. O Boulos não conheço de perto. Ele certamente faz um trabalho muito importante na periferia, mas ainda tem um discurso muito bolivariano, e acho que isso tem de mudar. Devemos priorizar um programa mais democrático.

*Ruy Fausto é doutor em Filosofia pela Universidade de Paris I e professor emérito da USP. Irmão do historiador Boris Fausto, escreveu livros como A esquerda difícil, em que fez rigorosas análises políticas. Aos 82 anos, lançará uma obra com possíveis saídas para a crise da esquerda no País.

 


Leonardo Attuch, via Brasil 247

O Brasil viverá, já no início desta semana, uma situação inédita. Pela primeira vez, um presidente da República, em pleno exercício do mandato, será denunciado por corrupção passiva, quando o procurador-geral Rodrigo Janot vier a apresentar sua peça acusatória contra Michel Temer. Janot deve alegar que a mala de R$ 500 mil em propinas da JBS, que levou à prisão o ex-assessor palaciano Rodrigo Rocha Loures, tinha Temer como destino final. Além disso, deve apresentar duas outras denúncias – uma por obstrução judicial, relativa à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, e uma por organização criminosa.

Acossado por todos os lados, Temer viu sua aprovação cair a míseros 2% na última semana, o nível mais baixo já registrado na história do País. Ou seja: sua situação deplorável amplia os custos políticos para todos os que decidirem se manter no barco. Coincidência ou não, o PSB, que apoiou o impeachment sem crime de responsabilidade contra a presidente Dilma Rousseff, não só desembarcou como, em pleno horário eleitoral, pediu renúncia e diretas-já. Aguarda-se agora, com certa ansiedade, a posição do PSDB, cujo presidente de honra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, dizia aguardar um documento jurídico, para decidir que rumo tomar em relação à sua “pinguela”.

A tendência, portanto, é o desembarque também dos tucanos. Um de seus nomes em ascensão, o prefeito João Doria, afirmou, claramente, na última semana, que o apoio do PSDB a Temer não é infinito. Por isso mesmo, já há uma percepção clara, entre os agentes econômicos, de que Temer será incapaz de entregar as reformas prometidas. Não apenas porque lhe falte legitimidade, mas sobretudo porque a agenda central de sua administração passou a ser a própria sobrevivência, com a busca de votos para barrar as três denúncias de Janot.

Em meio a esse espetáculo deplorável, o Brasil sangra em todos os campos. Na economia, depois de quedas recordes do PIB em 2015 e 2016, as estimativas para este ano já foram revistas para baixo e andam perto de zero. Na diplomacia, o Brasil, até recentemente a “bola da vez”, foi retratado pelo jornal francês Le Monde como uma “estrela pálida”. Na Noruega, as autoridades não se constrangeram em cortar pela metade repasses de um fundo de combate ao desmatamento, no momento em que Temer visitava o País.

O resumo da ópera é que o Brasil nunca viveu uma situação tão melancólica e deprimente em toda a sua história. Como espectadora desse espetáculo, a sociedade já deixou claro o que deseja em diversas pesquisas: um reencontro com a democracia, por meio de eleições diretas imediatas – um tema que divide a direita brasileira. Enquanto tucanos temem a volta de Lula, que aparece em primeiro nas pesquisas, e não ficaria inabilitado, mesmo sendo condenado pelo juiz Sergio Moro, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) argumenta que Temer, rejeitado por quase todos os brasileiros, é hoje o maior cabo eleitoral do PT.

Saída para uma situação tão complexa só haverá se os principais atores envolvidos estiverem dispostos a discutir um pacto de salvação nacional. Do lado tucano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso passou a defender um diálogo com todas as forças políticas. No campo petista, o líder Carlos Zarattini (PT-SP) condenou duramente a possibilidade de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). São sinais de fumaça, que podem indicar uma costura mais ampla.


Cada organização possui um clima organizacional diferente, ou seja, cada uma possui uma atmosfera psicológica e características únicas

Ivan Jacomassi Junior, via Administradores.com

Atualmente, o conceito de clima organizacional vem ganhando cada vez mais espaço dentro das empresas, pois é um fator que pode influenciar diretamente no desempenho de seu negócio.

Pesquisas da área de gestão de pessoas indicam que colaboradores com índices de motivação baixos, utilizam apenas 8% de sua capacidade de produção. Já nos setores e/ou empresas onde há colaboradores motivados este mesmo índice pode chegar a 60%. Saiba mais: A Xerpa apresenta a importância do reconhecimento não-financeiro para os colaboradores Patrocinado

Há algumas décadas a administração de empresas vem dando atenção a este tema, buscando entender como a qualidade do ambiente de trabalho pode afetar de forma significativa o desempenho dos trabalhadores.

Nesse sentido, o clima organizacional pode ser entendido como a forma com que um funcionário percebe a organização em que trabalha, podendo influenciar a sua motivação e satisfação positiva ou negativamente.

Cada organização possui um clima organizacional diferente, ou seja, cada uma possui uma atmosfera psicológica e características únicas.

A dificuldade em se determinar o clima organizacional está no fato de ele ser algo subjetivo e percebido de forma distinta por diferentes pessoas.

Para medir este clima nas organizações é tradicionalmente utilizado uma Pesquisa de Clima Organizacional, que é um instrumento voltado para análise do ambiente interno a partir do levantamento de suas necessidades.

Este processo cria uma base de informações, identificando e compreendendo os aspectos positivos e negativos que impactam no clima, orientando na definição de planos de ação.

É importante dizer que a Pesquisa de Clima deve sempre estar coerente com o planejamento estratégico da organização e deve contemplar questões de diferentes variáveis organizacionais, algumas delas são:

O trabalho em si;
A integração entre as pessoas e os departamentos;
Salário e Benefícios;
Estilo Gerencial;
Comunicação;
Desenvolvimento Profissional;
A imagem da empresa;
Processo decisório;
Condições físicas de trabalho;
Trabalho em equipe;
Orientação para resultados;
Estabilidade no Emprego;
Relacionamento entre Empresa x Sindicato x Funcionários;
Disciplina;
Participação;
Segurança;
Objetivos Organizacionais.

Cabe ressaltar que não existe uma Pesquisa de Clima padrão, pois cada empresa tem sua realidade, linguagem e cultura. Por isso, é importante que haja profissionais qualificados para a aplicação desse processo.

Quando a pesquisa de clima é bem realizada, entre os inúmeros benefícios que a empresa pode obter estão: o aumento produtividade, uma maior retenção de talentos, a promoção do crescimento e desenvolvimento dos colaboradores, otimização da comunicação, aumento da satisfação dos clientes internos e externos, e acima de tudo, a qualidade de vida no trabalho.

Ivan Jacomassi Junior é Diretor de Negócios e Consultor junto a PERFIX Consultoria Organizacional.


“Até então o senador vinha falando de forma muito tímida sobre a possibilidade de disputar o cargo de governador no ano que vem, mas ontem, sexta-feira, 23, durante entrevista à Rádio Nova FM, do município de Balsas”

Sou candidato a governador do Maranhão para dar a oportunidade aos maranhenses de um outro projeto de sociedade, de um projeto de Estado e não somente de poder. Hoje não temos governado, tem no máximo um despachante de luxo à frente do Palácio dos Leões.”

Com as palavras acima o senador Roberto Rocha (PSB) oficializou, por assim dizer, a sua pré-candidatura ao governo do Maranhão nas eleições de 2018.

Até então Roberto vinha falando de forma muito tímida sobre a possibilidade de disputar o cargo de governador no ano que vem, mas ontem, sexta-feira, 23, durante entrevista à Rádio Nova FM, do município de Balsas, o socialista foi taxativo e finalmente assumiu sua condição de postulante a chefe do executivo estadual.

Críticas 

Ainda na entrevista, Roberto Rocha pontou várias críticas políticas e do ponto de vista da gestão do atual do Governo do Estado.

Para o senador, “o Maranhão precisa de alguém que governe para a maioria da população e não para um partido. O defeito é esse, é que ele [Flávio Dino] foi eleito por uma gama de partidos, por uma coligação que construiu uma maioria de metade mais um, mas depois age como se fosse governador fruto de uma revolução armada, como se fosse urgido pelos deuses para salvar o Maranhão, ou se considera o próprio Deus, e às vezes fica brincado de Deus no Palácio dos Leões”.

Roberto e as pesquisas

Ao contrário do que alguns podem achar, a última pesquisa Escutec, encomendado pelo PMDB da ex-governadora Roseana Sarney, traz alguns dados interessantes em relação ao senador Roberto Rocha.

Por se tratar de uma pesquisa quantitativa, a tendência é as pessoas se aterem apenas nos números que aferem a intenção de voto nesse ou naquele candidato, sem levar em conta que o mais importante nesses tipos de levantamentos, feitos a mais de um ano das eleições, são aspectos como o grau de rejeição entre os postulantes ao cargo de governador, e o cruzamento de dados entre os vários cenários colocados para os entrevistados.

Nesse sentido, quando o quesito é rejeição, vemos que Roberto Rocha é o menos rejeitado entre oscandidatos com apenas 5,6% do entrevistados que afirmam não votar no senador se eleição fosse hoje, enquanto a ex-governadora Roseana Sarney e o governador Flávio Dino encabeçam as maiores rejeições com 33% e 26%, respectivamente, conforme gráfico abaixo da Escutec.

Outro dado interessante do levantamento Escutec diz respeito ao fato de Roberto Rocha ficar em segundo lugar nas intenção de votos quando Roseana Sarney não aparece como opção aos entrevistados e é trocada pelo deputado estadual Eduardo Braide e pela prefeita Maura Jorge. Roberto fica na frente de ambos. Confira:

Como se pode verificar, uma candidatura do senador Roberto Rocha é perfeitamente viável, além de muito competitiva em qualquer cenário mesmo que Roseana Sarney resolva definitivamente entrar na disputa, o que cada vez vai ficando menos provável.

Uma pena a Escutec não ter elaborado um cenário de confronto de direto entre Flávio Dino e Roberto Rocha.


por Natalino Salgado

Quem conhece o Rio de Janeiro já deve ter visto a incrível obra de arte que é o desenho da arborização do Aterro do Flamengo, cujo projeto paisagístico é de Burle Marx. A mesma cidade abriga um dos jardins mais famosos do país, o Jardim Botânico, com 209 anos completos, construído na época do então Príncipe Regente, dom João VI. Em ambos, o homem e sua criatividade construíram espaços que impactam prazerosamente qualquer pessoa que os veja. Não somente vejam, mas desfrutem desses espaços tão propícios para a vida.

As relações humanas e estas com tudo que existe foram iniciadas num Jardim. Jardim sugere harmonia e intencionalidade. E um Jardim não existe por si. É preciso uma inteligência que o conceba, uma concepção estética que, em si, tenha uma mensagem. O Jardim criado por Deus falava de relacionamento, trabalho e cuidado.

A desobediência humana agiu como um vírus que se replicou dentro do Jardim, quebrou sua perfeição, disseminou o medo, a agressão e a separação. Desde então, com a terra gerando espinhos, ervas daninhas e o pão sendo produzido à custa de duro trabalho, na expressão bíblica, “com o suor do rosto”, nasceu a desarmonia entre a humanidade e sua própria casa. O homem de cuidador, passou a ser destruidor de toda a criação. Tornaram-se inimigos. Hoje os vemos na desafiadora circunstância de enfrentar as consequências de milhares de anos de agressão à Terra. Tempestades mais fortes e recorrentes, secas, degelo das calotas polares, morte de animais, de aves e peixes, são o símbolo um ser humano predador e vítima ao mesmo tempo.

Todas essas reflexões me vieram à mente quando, na quinta-feira, feriado de Corpus Christi, pude ouvir o eloquente sermão de dom Belisário que alternou trechos bíblicos e temas ligados ao meio ambiente, relembrando a Campanha da Fraternidade deste ano, cujo tema é “Biomas Brasileiros e Defesa da Vida”.

O sacerdote chamou a atenção para esta grave situação que tão de perto fala de nós e das consequências antigas de nosso distanciamento da proposta divina inicial no Éden. A Igreja propõe a reconciliação que se manifesta na retomada da função inicial que ao homem foi delegada por Deus: cuidar e guardar o Jardim.

Como em Cristo todas as coisas são reconciliadas, em seu corpo que foi dado por nós restabelece-se a comunhão perdida. Ele mesmo é a mensagem do amor que a tudo abraça, inclusive a natureza, nossa casa, nossa provedora, nosso sustentáculo material maculado tantas vezes pela ganância humana.

O Apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos, constata, no capítulo 8, a ansiedade pela restauração da natureza, quando diz que “ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus”.

Mas, enquanto isso não ocorre, cabe a nós o cuidado, o desvelo, a proteção. Que possamos juntos ser discípulos do bem, legítimos guardadores da criação divina.

Natalino Salgado Filho, ex-reitor da Ufma.


Eliziane Gama anda muito desgastada na classe política por seu comportamento errante, sinuoso e de idas e vindas. Não consegue ter foco, não sabe onde quer chegar.

A pesquisa Exata jogou bem com o ego da deputada federal Eliziane Gama (PPS).

Na dúvida se concorre a mais um mandato à Câmara Federal, se tenta um retorno à Assembleia Legislativa ou se encontra uma saída honrosa como candidata à senadora, a irmã deve ter gostado de ver blogs do Palácio dos Leões publicarem que ela está bem na fita para o Senado ao lado de João Alberto, que já está no segundo mandato.

Eliziane Gama anda muito desgastada na classe política por seu comportamento errante, sinuoso e de idas e vindas. Não consegue ter foco, não sabe onde quer chegar.

Aproveitando-se dessa postura da deputada, o Palácio dos Leões, claro, jogouuma “cenoura” na frente dela com o objetivo tão somente de afastá-la de uma candidatura alternativa a de Flávio Dino, como sugeriu, por exemplo, o ex-prefeito Sebastião Madeira (PSDB) ao sugerir do nome da deputada para senadora numa eventual chapa encabeça pelo senador Roberto Rocha ao governo.

E isso está expresso na pesquisa exata que coloca Eliziane Gama como “primeira opção para o Senado” com 15% da intenção de votos.

E é capaz dela acreditar…